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HAREM-811-00058
W. JAMES Willian James Willian James, filósofo e psicólogo. Foi o mais influente dos pensadores dos EUA, criador do pragmatismo. Nasceu e, Nova Iorque, a 11 de Janeiro de 1842. O seu pai, Henru James, era um teólogo seguidor de Emanuel Swedenborg. Um dos seus irmãos foi o conhecido novelista Henry James. Concluiu os seus estudos de medicina, em 1870, na Universidade de Harvard, onde iniciou a sua carreira como professor de fisiologia em 1872. A partir de 1880 ensinou psicologia e filosofia em Harvard, universidade que abandonou em 1907, proferindo conferências nas universidades de Columbia e Oxford. Morreu em Chocorua, New Hampshire, a 26 de Agosto de 1910. Obras Princípios de Psicologia (1890), uma obra monumental que o projectou na comunidade científica e filosófica do tempo. A Vontade de Crer e Outros Ensaios Sobre Filosofia Popular (1897), A Imortalidade Humana (1898), Diversidade da Experiência Religiosa (1902). Pragmatismo: um nome novo para velhas formas de pensar (1907). Esta obra resume as contribuições de Willian James para o pragmatismo, termo empregue pela primeira vez por Charles Peirce. Principais Domínios de Investigação Willian James aplica à psicologia o princípio do funcionalismo, integrando-a no conjunto das ciências experimentais. Durante décadas aplicou os seus métodos empíricos à investigação de temas religiosos e filosóficos. Explorou a questão da existência de Deus, a imortalidade da alma, o livre arbítrio e os valores éticos, como fonte da experiência religiosa e moral. O método pragmático, desenvolvido a partir da análise do fundamento lógico das ciências, converte-se na base da avaliação de qualquer experiência. O significado das ideias só pode ser analisado a partir das suas consequências. Se não produzem efeitos as ideias não têm sentido As ideias metafisicas são desprovidas de sentido porque não podem ser comprovadas. As teorias com significado, segundo Willian James, são aquelas que permitem resolver problemas que decorrem da experiência. Carlos Fontes Navegando na Filosofia
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HAREM-445-00152
Um pouco de HISTÓRIA|HISTÓRIA No passado dia 7 de Dezembro, os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico da Escola de Codeçoso, sob a orientação da professora, no âmbito do concurso promovido pela Biblioteca Municipal de Montalegre, decidiram entrevistar um par de idosos do lugar de Codeçoso, fregueisa da Venda Nova, sobre o Natal dos seus tempos de juventude, assim como algumas recordações que lhes deixaram saudade. Trata-se da senhora Teresa Gonçalves Bastos, de 88 anos e do senhor António Gonçalves Bastos de 90 anos.Mónica: - Será que podiam conversar um pouco connosco? D.Teresa: - "Antão" não haveríamos de querer conversar com estes três meninos tão azadinhos e com a senhora professora. Mónica: - Lembra-se como festejava o Natal antigamente? D.Teresa: - Se lembro! Até me dão saudades! Mónica:- O que costumavam comer na noite de Consoada? D.Teresa:- Comíamos um bocadinho de bacalhau, polvo, couves, batatas e no fim as rabanadas e a aletria. Professora: - E já chegava cá o polvo nessa altura? D.Teresa:- Nós já o comíamos porque o senhor Domingos Afonso, que era muito nosso amigo e tinha uma loja de tudo em Braga, mandáva-nos sempre um caixote de mercearia, o bacalhau e o polvo seco. Depois deitava-o de molho e ficava cá com uns olhos! Mónica:- E as pessoas cá da aldeia, como passavam elas a noite de Consoada? D.Teresa:- Para essa noite havia sempre. Era uma noite diferençada, é que esse Domingos Afonso, na maré do Natal, dava a todos os pobres um quilo de bacalhau, alguma mercearia e cinco mil reis em dinheiro. Mónica:- O que se fazia durante o serão da noite de Consoada? D.Teresa:- No fim de comer rezava-se o terço. Depois, os vizinhos vinham até nossa casa. Os homens jogavam às cartas, as crianças e as mulheres olhavam e também se contavam histórias. Comia-se figos e bebia-se aguardente. Mónica:- E o dia de Natal como era passado? D.Teresa:- Íamos à missinha e no fim íamos ao cemitério beijar a campa da minha mãezinha que Deus tem. Sabeis, é que eu fiquei sem mãe muito cedo e fui criada com o meu avô Manuel Fernandes Campos, que era um homem bom e farto. Mónica:- E então como era o almoço no dia de Natal? D.Teresa:- Na nossa casa nunca faltava a vitela nesse dia porque o meu avô ia a Ruivães a pé, buscá-la. Mónica:- E vestiam roupa nova? D.Teresa:- Ai roupa nova! Às vezes remendada e nos pés umas socas de madeira. Mónica:- E nesse dia recebiam prendas? D.Teresa:- Num havia prendas para ninguém . O dinheiro era pouco. Num havia cá pinheiros nem luzes a piscar, havia muita alegria, coisa que agora é rara. Professora:- Tem saudades do seu tempo de juventude? D.Teresa:- Se tenho! Antes me queria no tempo de "dantes". Agora é tudo triste e só se ouvem desgraças. Professora:- Mas agora há mais fartura! D.Teresa:- Pois há, mas uma rachinha de bacalhau naquela altura sabia pela vida e agora nada sabe bem à gente. Esses venenos que botam na terra estragam tudo. Até as sardinhas sabiam melhor, e em minha casa, graças a Deus, apanhávamos cada fartote! Dava-se seis ovos e em troca recebíamos meio cento de sardinhas. Mónica:- Sabe ler e escrever? D.Teresa:- Eu não, mas o meu irmão António fez o exame da 4º classe na Venda Nova. Aprendeu com a D.Maria da Conceição, mulher de um farmacêutico. Professora:- Naquela altura, ter o exame da 4ª classe era bastante? Sr.António:- Ai era! Fui para a tropa para Braga em 1930 e fui 1º Cabo. Quando acabei a tropa, vim a pé de Braga a Codeçoso e como as botas eram apertadas e pesadas, pu-las às costas. Professora:- D.Teresa, ouvi dizer que lhe chamavam noutro tempo a "Mãe dos pobres", é verdade? D.Teresa:- Dava o que podia aos mais pobres porque naquele tempo havia fome. Todos queriam saber quando é que eu metia a fornada porque eu dava pão a quem precisava. Cozia sempre um bolo para a criançada e uma broa era logo espatifada no forno. E não estou arrependida, ainda cá fica muito. Se as esmolas valerem, eu tenho lá algumas. Professora: - D.Teresa foi muito bom conversar consigo, até um dia deste e obrigada. D.Teresa:- Adeus senhora professora. Adeus meus meninos azadinhos. Até quando quiserem. A D.Teresa deu à Mónica uma moeda de 20$00 para deitar nas Alminhas. Regressámos à escola muito mais ricos e deveras entusiasmados com tão belo testemunho de vida. Resolvemos então registar, fazendo HISTÓRIA!....Este trabalho ficou classificado em terceiro lugar no concurso promovido pela Câmara Municipal de Montalegre, subordinado ao tema "Natal Barrosão".
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HAREM-649-00204
- Não faço mistério disso; mora com seu pai em uma pequena chácara no bairro de Santo Antônio, onde vivem modestamente, evitando relações, e aparecendo mui raras vezes em público. Nessa chácara, escondida entre moitas de coqueiros e arvoredos, vive ela como a violeta entre a folhagem, ou como fada misteriosa em uma gruta encantada. - É célebre! - retorquiu o doutor - mas como chegaste a descobrir essa ninfa encantada, e a ter entrada em sua gruta misteriosa? - Eu vos conto em duas palavras. Passando eu um dia a cavalo por sua chácara, avistei-a sentada em um banco do pequeno jardim da frente. Surpreendeu-me sua maravilhosa beleza. Como viu que eu a contemplava com demasiada curiosidade, esgueirou-se como uma borboleta entre os arbustos floridos e desapareceu. Formei o firme propósito de vê-la e de falar-lhe, custasse o que custasse. Por mais, porém, que indagasse por toda a vizinhança, não encontrei uma só pessoa que se relacionasse com ela e que pudesse apresentar-me. Indaguei por fim quem era o proprietário da chácara, e fui ter com ele. Nem esse podia dar-me informações, nem servir-me em coisa alguma. O seu inquilino vinha todos os meses pontualmente adiantar o aluguel da chácara; eis tudo quanto a respeito dele sabia. Todavia continuei a passar todas as tardes por defronte do jardim, mas a pé para melhor poder surpreendêla e admirá-la; quase sempre, porém, sem resultado. Quando acontecia estar no jardim, esquivava-se sempre às minhas vistas como da primeira vez. Um dia, porém, quando eu passava, caiu-lhe o lenço ao levantar-se do banco; a grade estava aberta; tomei a liberdade de penetrar no jardim, apanhei o lenço, e corri a entregar-lho, quando já ela punha o pé na soleira de sua casa. Agradeceu-me com um sorriso tão encantador, que estive em termos de cair de joelhos a seus pés; mas não mandou-me entrar, nem fez-me oferecimento algum. - Esse lenço, Álvaro, - atalhou um cavalheiro, - decerto ela o deixou cair de propósito, para que pudesses vê-la de perto e falar-lhe. É um apuro de romantismo, um delicado rasgo de coquetterie. - Não creio; não há naquele ente nem sombra de coquetterie; tudo nela respira candura e singeleza. O certo é que custei a arrancar meus pés daquele lugar, onde uma força magnética me retinha, e que parecia rescender um misterioso eflúvio de amor, de pureza e de aventura... Álvaro pára em sua narrativa, como que embevecido em tão suaves recordações. - E ficaste nisso, Alvaro! - perguntava outro cavalheiro; - o teu romance está-nos interessando; vamos por diante, que estou aflito por ver a peripécia... - A peripécia?.., oh! essa ainda não chegou, e nem eu mesmo sei qual será. Esgotei enfim os estratagemas possíveis para ter entrada no santuário daquela deusa; mas foi tudo baldado. O acaso enfim veio em meu socorro, e serviu-me melhor do que toda a minha habilidade e diligência. Passeando eu uma tarde de carro no bairro de Santo Antônio, pelas margens do Beberibe, passeio que se tornara para mim uma devoção, avistei um homem e uma mulher navegando a todo pano em um pequeno bote. Instantes depois o bote achou-se encalhado em um banco de areia. Apeei-me imediatamente, e tomando um escaler na praia, fui em socorro dos dois navegantes que em vão forcejavam por safar a pequena embarcação. Não podem fazer idéia da deliciosa surpresa que senti, ao reconhecer nas duas pessoas do bote a minha misteriosa da chácara e seu pai... - Por essa já eu esperava; entretanto o lance não deixa de ser dramático; a história de seus amores com a tal fada misteriosa vai tomando visos de um poema fantástico.
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HAREM-432-00215
CLIPSEGURO - o clipping mais SEGURO da Internet Novo modelo de apólice cobrirá safra agrícola Data: 25/02/2000 Fonte: Jornal do Commercio Autor: Matéria: O Governo quer disponibilizar o novo modelo do seguro agrícola para os agricultores brasileiros já na próxima safra de grãos e frutas, que começa a ser cultivada em julho. A informação é do ministro da Agricultura, Marcus Vinícius Pratini de Moraes, que já esteve reunido duas vezes com os seguradores para discutir o novo formato desse produto, o qual vem sendo desenhado com base na troca de informações entre Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg), Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o Ministério da Agricultura. Os seguradores também têm pressa na aprovação do produto. A expectativa é de que o modelo em discussão possa ser posto em votação no Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) já no próximo mês. Na visão do ministro, o seguro agrícola terá importante papel a desempenhar no projeto do Governo de estimular a agricultura, através do programa Brasil Empreendedor Rural. "Esse seguro é a plataforma para desenvolvimento da agricultura", assinalou Pratini de Moraes, no último encontro com seguradoras, há quinze dias. A adoção de um novo modelo de seguro agrícola no Brasil, com o apoio governamental, provocou um aumento do interesse de grupos estrangeiros na compra da Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp). Embora tenha acumulado resultados negativos nesse ramo de seguro, a Cosesp tem uma extensa carteira de negócios, que inclui produtores rurais. Um prato cheio para conglomerados do exterior, voltados para o ramo agrícola, que fazem planos para explorar o quase virgem mercado brasileiro em de coberturas para o agrobusiness.
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HAREM-425-00322
Qual é o seu nome? Ventura Pires da Cruz. Local de nascimento? Pisões. Quando é que nasceu? Dia 7 de Maio de 1939. Qual é o nome do seu pai? José Pires da Cruz. Qual é o nome da sua mãe? Aurintina Afonso. Diga o nome dos seus avós? Não me lembro. Sabe a origem do nome da sua família? Nos Pisões e em Brandim. De onde vieram os seus avós? O pai do meu pai era de Viade e a minha avó da Venda Nova. De onde vieram os seu pais? O meu pai de Pisões e a minha mãe de Brandim. Quantos irmãos tem ? Irmãos éramos sete e agora somos dois e uma irmã. Descreva a casa onde morou durante a sua infância. Era de 2 andares e feita de pau. Quem morava na casa? O meu pai, a minha mãe e os meus irmãos. Como eram divididas as tarefas? Um ia com as ovelhas, outras com as cabras e outros lavravam as terras. Quais eram os momentos mais marcantes na sua família? A primeira vez que calcei umas botas tinha 18 anos. Em que local ficava a sua casa? Ficava onde é a central. Gostava da sua casa? Gostava. Qual era a actividade dos seus pais? Trabalhavam na agricultura. Quem tinha mais autoridade na família? Era o pai. Como descreveria o seu pai? O meu pai era médio. Como descreveria a sua mãe? Era gorda. Você relacionava-se melhor com algum deles? Porquê? Mais com a mãe porque era mais boa. Como descreveria os seus irmãos? Eram bons. Como era a relação entre vocês? Dávamo-nos bem. Convivia com que membros da família? Com todos e com um bando de cabras e vacas. Quais as actividades incentivadas pela sua família? Gosto de lavrar com arados de paus. Quando é que entrou na escola? Entrei com 7 anos. Qual foi a sua primeira escola? Foi no Antigo de Viade. Qual é a sua lembrança mais forte da escola? De ir a pé e voltar a pé. Levava um saco com broa e carne forda. Como é que descreveria a educação que recebeu? Foi boa além de não haver comida. Quais as principais características dessa educação? Era dada pela mãe e do pai. O que é que essa educação influenciou a sua personalidade? Acho que havia mais educação. Até que idade estudou? Estudei pouco, entrei com 7 anos saí com 11 anos. Como ia para a escola? Ia a pé 7 km. Como é que se descreveria como criança? Era como vós hoje. Como era a sua relação com os amigos? Era malhar o corpo aos outros. Como era a relação com a família? Éramos amigos. O que queria ser quando crescesse? Motorista. Quais eram as suas brincadeiras preferidas? À choca e jogar à bola feita de trapos. Quando é que saiu da casa dos seus pais? Porquê? Conte-nos como foi essa mudança de casa. Saí quando tinha 18 anos porque queria ser independente. A mudança de casa foi triste. É casado? Conte-nos como foi o seu casamento e o namoro. Sou. Escrevíamos por cartas. Tem filhos? Tenho. Tem netos? Tenho 6 netos. Quando é que chegou a Pisões? Eu morei sempre aqui. Morei sempre na moagem no meio do monte. Qual foi a sua primeira impressão da aldeia? Foi sempre bonita. Qual é a lembrança desta aldeia? Eram os moinhos. Como escolheu o queria fazer? Porquê? Queria saber ler e escrever. O que fez depois disso? Fui tirar a carta de condução. Gostaria de ter continuado a estudar? Gostava. Qual foi o seu primeiro trabalho? Era ir com as cabras e lavrar nos campos do meu pai. Foi escolha própria ou por pressão familiar? Porque a família precisava. Gosta do que faz profissionalmente? Gostava do que fazia. Se nascesse novamente escolheria a mesma profissão? Não. Com quem mora actualmente? Com a mulher e com os filhos. Actualmente, qual é a actividade mais importante da sua vida? É ser motorista. Quais são as suas principais preocupações? É fazer tudo bem feito. O que é que faz nas suas horas de lazer? Vou ver os campos. Qual é o seu maior desejo? É comprar um bom carro. O que espera da vida? Que melhore. Teve alguma decepção? Sim. Quais são os seus sonhos? É que a vida corra melhor do que tem corrido. Qual é a sua melhor qualidade? É o descanso onde tenho pouco tempo para descansar. Tem facilidade nos relacionamentos? Não. Como descreveria a sua vida hoje? Que a vida hoje é mais fácil O que achou da entrevista? Muito boa.
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HAREM-718-00325
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HAREM-641-00368
BuBix.net BuBix.net - Revista Online http://www.bubix.net Governo chinês quer alternativa ao Windows Colocado em Net&Tek por Miguel Silva Costa em Quarta, Julho 31 2002 @ 11:21 WEST Informação sobre Internet e Tecnologia De acordo com um jornal chinês, o governo daquele país planeia criar um sistema operativo que concorra com o Windows, da Microsoft. Especialistas acreditam que o sistema poderia ser criado a partir de programas já disponíveis gratuitamente na internet. O "Diário do Povo", que está relacionado com o governo chinês, deu a conhecer que um grupo de 18 empresas e universidades chinesas começaram a trabalhar no projecto. Segundo a publicação, o sistema imitará o Windows 98 e será compatível com os programas do Office (Word, Excel, PowerPoint etc.). Segundo o texto, os criadores do programa desejam enfraquecer o domínio da Microsoft no mercado chinês. A reportagem enfatiza: "O monopólio dos programas de escritório será rompido". Uma versão de testes, que se chama Yangfan, supostamente já estaria em uso em algumas repartições públicas da China. Segundo a empresa de análises IDC, o sistema operacional chinês poderá ser baseado no Linux. Já existe uma versão chinesa para o Linux: a Red Flag . O programa Wine, que permite instalar programas do Windows no Linux, poderia ser empregado pelo governo chinês. Criar uma cópia exacta do Windows 98 seria demorado, complexo, com muitos custos e cheio de problemas a nível legal. Mesmo se os programadores conseguissem fazer um clone a partir do zero, não conseguiriam saber ao certo quais os programas que iriam funcionar no sistema. Isto acotnece porque a Microsoft não publica todas as características internas do Windows. Tim Harris, que é especialista em sistemas operativos na Universidade de Cambridge, acredita que fazer uma réplica de um sistema inteiro seria muito difícil. "Chegar a algo que fosse estável e fiável o bastante para os utilizadores seria uma tarefa gigantesca", diz. Versão para Impressora Enviar Noticia a um Amigo
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HAREM-125-00429
Como se chama? Júlia Gonçalves Afonso. Quantos anos tem? 75 anos. Porque começou a tecer? Quem a ensinou? Comecei a tecer porque precisava. Tecia para me fazerem o trabalho com o gado. Punha-me ao pé das pessoas que teciam a chegar os fios para enfiarem as teias, e aprendi. Havia muitas tecedeiras naquela época? Havia. Em quase todas as casas havia tecedeiras. Quais as peças que teciam nos teares? Linho, mantas de farrapos, cobertores, cobertas e o burel. Essas peças eram para vender, ou para casa? A maior parte era para casa e para os amigos. Às vezes ia tecer até para aldeias de fora, para quem me pedia. Onde se guardavam? Guardavam-se nas caixas ou penduravam-se nas traves dos sobrados para não dar a traça nas peças de lã. Como se chamava ao conjunto dessas peças todas? Chamava-se a 'limpeza da casa'. Tinha grande valor a 'limpeza da casa'? Tinha muito valor, ainda hoje tem. Eu ainda tenho lençóis bordados e desfiados. Usavam-se para enfeitar a casa quando vinha o padre benzer na Páscoa. Eu até fazia renda de nó, parecido com uma rede e depois bordava-se por cima dessa rede. Hoje ainda tece? Ainda no outro dia teci, tenho uma peça posta. Mas a minha coluna não deixa. Estive dois dias no tear e agora estou bem mal. O que faz? Cobertas, cobertores, com linho comprado em fio ainda há pouco teci uma toalha para o padre Manuel. Quem costuma procurar estas peças para comprar? Se a gente as tivesse havia muito quem comprasse: emigrantes, turistas, etc. Acha importante participar em feiras de artesanato e exposições? Acho muito importante. Eu gostava muito. Diga algumas em que já participou? Já fui a Vila Real, Soajo, Gerês e em todas as feiras de Montalegre, até já fui convidada para Espanha. Tenho agora um convite para ir à Maia mas como a Câmara não dá transporte, não vou. De qual gostou mais? Porquê? Gostei muito da feira do Soajo. Foi bonito e muito alegre. Qual era o seu trabalho nestas feiras? Vendia as peças que levava? Numas tecia, noutras fazia croça e em algumas fazia croché. E expunha os trabalhos já feitos. Não nunca vendi nada. Custavam muito a fazer. A quem tocarem sempre me rezarão uma missa por alma. Acha que as pessoas se interessavam por estes trabalhos? Interessavam, gostavam muito de ver. Queriam comprar mas eu não vendia. Alguma das suas filhas sabe tecer? Sabe a Ana Maria. As outras casaram cedo. A Ana Maria tece mas se eu lhe puser a teia e para já só tece mantas de farrapos. Fui eu que lhe comprei o tear. Eu já fui monitora de um curso de tecedeiras em Montalegre. Sei que além de tecedeira também é croceira, aliás tem uma fotografia numa página da Internet, fale um pouco deste trabalho. As croças também davam muito trabalho. Eu gostava mais do tear. Mas os rendimentos eram poucos e tínhamos que nos agarrar a tudo. Além disso as croças faziam muita falta para nos abrigarmos no Inverno. Eram pesadas mas mais quentes que estas capas de borracha que usam hoje. Também fui monitora de um curso para croceiras a raparigas da minha aldeia e de fora. Além de croças fazia também as plainas. Neste curso chegamos a ir apanhar os 'jungos' a Paradela, Pisões, etc. Por esses lameiros todos, para ensinar a preparar e tratar os 'jungos'. Conte-nos um pouco da história da sua vida... Em pequena fui à escola a Viade, depois fui servir. Estive em casa do Pinto, em Brandim e depois em casa do Miranda cá em Parafita, estive lá muitos anos. Onde além dos trabalhos agrícolas, tecia, fazia croça e remendava os criados. Foi em casa dos Mirandas que conheci o meu marido que era de Brandim. Depois casei contra vontade da minha família. Trabalhou, o meu marido na barragem e mais tarde foi para França onde morreu (tinha a minha filha mais nova 2 anos). E eu fiquei sozinha com 8 filhos, cá os criei. Naquela altura não soube tratar dos documentos e não recebi nada. Mais tarde é que um advogado me tratou dos papéis e consegui tirar uma pequena reforma mas nesta altura já tinha os filhos criados.
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HAREM-535-00493
Qual é o seu nome e a sua data de nascimento? Paula Maria da Silva Anjo. Nasci em Angola, a 2 de Junho de 1968. Os nomes dos seus pais? O meu pai é Modesto Moreira Anjo e a minha mãe é Maria de Lurdes Carlos Silva Anjo. Tem irmãos? Tenho quatro irmãos. Três rapazes e uma rapariga. E os seus avós? Da parte da minha mãe morreu o meu avô há dois anos e da parte do meu pai estão os dois vivos. Onde é que mora? Lugar das Parretas em Braga. Morou sempre na cidade de Braga? Sempre, desde que vim de Angola. Com que idade veio de Angola? Com 7 anos. Tem algumas recordações de Angola? Eu não tenho muitas recordações da Angola, nem da infância porque quando eu vim de lá era tempo de guerra e acho que varreu-me completamente as lembranças de quando eu era pequena. Mas lembra-se da guerra? Lembro-me da guerra e não me lembro da minha infância. Quando veio de Luanda veio logo morar aqui para Braga? Não. Eu não me lembro se vim de barco ou de avião, mas a minha mãe diz que viemos de avião. A única coisa que me ficou na memória, foi quando nós chegamos à estação de Nine. Viemos de comboio do Porto para Nine. E quando chegamos à estação era noite, a minha mãe não tinha ninguém à espera dela e não sabia para onde se havia de virar. Sentou-se nos bancos da estação com nós os dois, eu e o meu irmão mais velho que eu um ano, e começamos todos a chorar. Queríamos comer, queríamos dormir. Não tínhamos onde ir. A minha mãe não sabia onde morava a minha avó. E então, um casal de senhores, já assim de idade, viu-nos a chorar, viu a minha mãe deseperada, e ofereceu-se para andar à procura da casa da minha avó. Então quando saiu de Luanda o objectivo era juntar-se aos pais da sua mãe? Sim. E depois disso quando é que chegou a Braga? Tivemos para aí um ou dois anos em Nine, até a minha mãe arranjar casa em Braga. Depois quando arranjou casa viemos para Braga. A casa era em Nogueira, perto da universidade porque a minha mãe trabalhava na universidade. A casa ficava ao pé da Quinta da Capela, quem vai para o Sameiro. Há quantos anos foi? Há quinze ou vinte. E qual a lembrança mais antiga da cidade? São João do Souto. A parte do seminário, a ruinha que vai dar ao São João do Souto e aquela parte das frigideiras. Da escola, lembro-me de uma professora que era um bocado rígida. Não se lembra que tipo de relações tinha com os seus irmãos, já aqui em Braga? Depois quando vim para cá fui para um colégio interno. Andei praticamente de colégio em colégio. Estive muitos anos num colégio nas Taipas. Quer falar-nos um bocadinho da experiência de viver num colégio interno? Quando viemos para Braga fomos para um seminário em Santiago e a minha mãe, como eu era a única rapariga e como todos os retornados iam para o seminário, para me proteger colocou-me num colégio interno em Guimarães e eu só vinha a casa de quinze em quinze dias ou de mês a mês. E dentro do colégio relacionava-se bem com as outras colegas? Relacionava-me. Que tipo de relação e brincadeiras é que tinham? Aquelas de criança, de brincar ao jardim da celeste, à rodinha, à corda, às vezes lá fazia algumas traquinices, mas depois as freiras castigavam-me de noite. Que tipo de castigo? Por exemplo, quando eu dormia de tarde, não me deixavam ir para o recreio, tinha que ficar retirada. Outras vezes, cortavam-me os doces, coisas assim. As horas de estudo no colégio eram muito rigorosas? A parte de estudo, da escola e de catequese eram muito rigorosas. Para a catequese também tinha horas fixas. E depois porque saiu do colégio? Terminei a escola nese colégio em Guimarães, depois estive no colégio na Rua Santa Margarida, em frente à Sá de Miranda. Fiz todo o meu percurso escolar nos colégios. Sempre internos? Lembro-me que estive um tempinho no seminário e também me lembro de andar na escola São João de Souto. Andei em Braga, na São João do Souto talvez na primária e depois é que mudei para o colégio. Aqueles primeiros tempos, enquanto não se arranjava colégio em Guimarães, estive em Braga. Em sua casa que recordações é que tem? Lembro-me dos fins-de-semana. Vinha de autocarro para Braga e ajudava a minha mãe na cozinha a fazer bolos, que eu gostava de fazer bolos, e ajudava a arrumar. Às vezes pedia para me deixar sair, mas eu era mais caseira, gostava de ficar em casa a ver televisão ou a brincar. Os irmãos também frequentaram os colégios? Não. E então quando chegava a casa a relação que mantinha com eles era mais íntima? Ai não, com muitas saudades. Vivia com a mãe e com o pai? Sim, com os dois. Também tenho uma irmã, praticamente fui eu que a criei. Ela tem 10 anos, nasceu assim fora do tempo. Que tipo de relação é que tem com ela? É praticamente a minha filhinha. Isso ajudou-a na sua vida adulta? Ajudou-me depois de casar, que eu dizia que não queria ter mais filhos, porque tomar conta da minha irmã deu-me muito trabalho. Levantava-me de manhã com ela a berrar que não se queria vestia. Eu vestia-a e ela despia-se. Ia para o colégio de pijama e as freiras depois vestiam-na. E eu dizia: "Eu nunca vou querer filho!" Em termos profissionais tinha algum sonho. Alguma carreira que gostasse de seguir? A carreira que eu gostava de seguir era ginástica desportiva, daquela de salto, porque eu adoro o desporto. Adorava ver aquelas ginastas, aqueles saltos no solo. Ainda estive um ano em desporto, depois a minha mãe dizia que o curso de desporto era assim mais para homens, não ficava bem em mulheres, e não me deixou seguir. Optei então, por outro curso. Cuidar da irmã, estudar em colégios, até que ponto isso influenciou a sua vivência? Eu acho que o andar em colégios, o facto de não poder vir cá para fora falar com as pessoas, tornou-me uma pessoa mais isolada. Acho que, ainda hoje, me isolo muito à conta de ter andado nos colégios. Posso ser aberta no serviço porque já tenho muita confiança, mas toda a gente me pergunta porque é que, fora da universidade, ando sempre sozinha ou ando com a filha e nunca ando com o marido. Eu acho que fiquei um bocado distanciada, isolada, por causa de andar nos colégios. Era capaz de definir o tipo de educação que teve? Não posso dizer que foi uma educação rígida porque eu gostei. Agora, gosto mais do que gostei no colégio, porque naquela altura o que eu queria era sair de lá. Mas pensando bem, reflectindo o que passei lá, gostei do que estive lá a fazer durante muitos anos. Gostava de ter continuado a estudar? A minha intenção era tirar o curso de ginástica. Como surgiu a profissão de assistente administrativa na Universidade do Minho? Quando eu andava a estudar, comecei a ir para o trabalho da minha mãe, que também era secretária na Universidade do Minho.Ela tinha o computador e eu ia mexendo no computador, ia fazendo umas coizinhas, e depois os professores começaram a ver que eu já me desenrascava um bocadito e começaram a pedir-me para fazer trabalhos. Já que estava a estudar ia ganhando algum e comecei a fazer trabalhos na Abade da Loureira, no Instituto de Educação. Ia fazendo currículos, ia fazendo relatórios e eles iam-me pagando. Comecei a gostar dos computadores, apegou-se o bichinho e comecei a aperfeiçoar-me melhor. Tirei o curso de formação, no Centro de Formação de Informática do Minho. E nessa altura já trabalhava na universidade? Não, ainda não estava a trabalhar na Universidade do Minho, estava a estudar, Alberto Sampaio e ia concorrendo. Cada vez que saíam concursos nos jornais para a função pública, eu fazia uma candidatura e mandava. Ia fazendo o curso aumentava o currículo e mandava. Ia mandando, até que uma vez deu-me para ir às provas e fiquei. E daí ficou efectiva na Universidade? Efectiva, para um dos lugares internos do quadro. Apesar de não ser o curso de paixão, gosta do que faz? Gosto. Se pudesse neste momento escolhia outra coisa? Neste momento só tentei concorrer para os bancos, por uma questão monetária. Nos bancos ganha-se muito melhor. Não tem a ver com o facto do serviço ser melhor ou deixar de ser, porque eu acho que o vencimento de um funcionário público não é justo, em relação ao que eles trabalham. Uma pessoa está aqui há treze anos, sempre na mesma categoria, sempre a receber aquele dinheiro, mais dois continhos num mês, mais dois no outro ano. Não mudam de escalão? De três em três anos. Só nessa altura é que são aumentados? Mais dois ou três continhos, e é por causa disso que uma pessoa tem que arranjar sítios melhores. Por isso é que já concorri para bancos. Continua a fazer trabalhos extras? Agora cada vez há menos, não há tanta procura como antigamente. Agora toda a gente tem computador. Agora os professores já não procuram tanto? Os professores talvez, mas alunos já tive mais do que actualmente. Os professores, também já tive mais, mas tenho um número de clientes fixos. O facto de a universidade disponibilizar os computadores para os alunos também influenciou isso? Eles têm os laboratórios no Centro de Informática. Só me aparecem quando é para entregar o trabalho no dia seguinte e não o têm feito: - "Ai, eu preciso de entregar o trabalho amanhã!" É casada? Sim, sou casada há sete anos. Quantos filhos tem? Uma menina, Bruna Filipa Anjo Dias, com quatro anos e meio, veio sem eu contar. Não estava previsto? Não, senão também nunca mais tinha. Mas está contente? Estou. Quando saiu da casa dos seus pais? Há sete anos, na altura em que casei. Como é que foi sair da casa dos pais? Chorei tanto nesse dia! Até na igreja quando estava vestida de noiva chorava, e o meu pai dizia - "Não te cases!"
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HAREM-907-00547
Amigos, A Ancib esta' cobrando sua anuidade referente ao ano de 2001. Esperamos que novos simpatizantes da Lista se associem. A anuidade continua congelada em 60 reais. Sendo socio voce passa ter acesso a lista privativa dos socios no Yahoo, a Lista ancib-l no alternex e a desconto de 50 % em todas as atividades, produtos e eventos da ancib ou com sua participacao. A Ancib, como associada da SBPC permite seus socios podem serem membros da SBPC por 30 reais, receber o Boletim da SBPC pelo correio e ter desconto de 50 % nas reunioes anuais da SBPC. A Lista ancib-l continuara' aberta para todos. Socios e nao socios. Contudo, o Alternex esta' atualizando seu sistema de listas e os socios da ANCIB terao consulta on line da lista ancib-l e ao arquivo de todas as mensagens dissiminadas. Discussoes online sob topicos disseminados no dia , tambem , esta' previsto para os socios. Se voce quer se tornar um - novo - socio da ANCIB va ate'. Se voce ja' e' um dos nossos socios : IMPORTANTE : Pagar anuidade de R$ 60,00, na conta da ANCIB no Banco do Brasil, Agencia: 0287-9 Botafogo, Rio de Janeiro, Conta n. 309.086-8 e contatar Selma Santiago : Telefax (21) 2750049 ou Email para repassar o comprovante de deposito e receber o seu Recibo de Pagamento da Anuidade. Um grande abraco em todos. Aldo de Albuquerque Barreto, Presidente Associacao Nacional de Pesquisa e Pos-Graduacao em Ciencia da Informacao http://www.alternex.com.br/~aldoibct/ancib.html
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HAREM-73C-00675
Fiquei admirada, surpreendida - agradavelmente surpreendida - quando ouvi na semana passada a Presidência, através da Ministra da Cultura, afirmar que convinha aplicar o artigo 151º. É certo que há que aplicar o artigo 151º do Tratado de Maastricht mas, ao lê-lo, verifico que é incitativo. Há que favorecer, há que incentivar, há que encorajar. Talvez fosse conveniente fazer mais alguma coisa. Hoje falamos também de educação e sabemos que ela avança mais rapidamente porque já não estamos apenas numa fase de encorajamentos mas de decisões. Num momento em que está a ter lugar a Convenção, em que se fala de refazer, de reformular determinado número de textos fundamentais, talvez seja necessário colocar também a questão do artigo 151º de uma forma que não a da sua simples aplicação. É certo que os problemas que se nos depararão para o "Cultura 2000" e para a cultura em geral, que são problemas de orçamento, nos parecerão insuficientes. O orçamento não se prende apenas com uma questão de caixa, prende-se também com a questão da unanimidade ou da maioria qualificada. Prende-se também com os verdadeiros debates de fundo. Concordo com algumas intervenções que precederam a minha - pequeno ou grande projecto, cidadania e animação cidadã ou encorajamento, apoio à criação? Sem dúvida, prende-se com os dois aspectos. Ainda assim, há que pensar nos dois de uma forma diferente mas, ao mesmo tempo, conjunta. Qual deve ser a acção dos Estados? O que compete às iniciativas dos Estados? O que compete à União Europeia? Eis porque, Senhora Comissária, me permito propor que avancemos para uma Barcelona da cultura. Senhora Presidente, em primeiro lugar, gostaria de fazer uma reflexão que se aplica a todos os assuntos tratados na Comissão para a Cultura, a Juventude, a Educação, os Meios de Comunicação Social e os Desportos, de que sou membro. As verbas atribuídas a todos estes domínios não chegam a um por cento do orçamento comunitário. É-me difícil aceitar que os referidos assuntos constituam objectivos importantes deste Parlamento, quando lhes atribuímos uma parcela tão pequena do orçamento. Espero que esta situação se altere num futuro próximo. Em segundo lugar, gostaria de referir que há poucos meses participei, no Círculo de Belas Artes de Madrid, num fórum que contou com a presença de responsáveis pela Cultura de diversos Estados-Membros, entre os quais se encontravam directores de museus nacionais, e lamento dizer que todos se manifestaram bastante descontentes com o programa CULTURA 2000. Muitos deles afirmaram considerar que se trata de um retrocesso em relação aos anteriores programas ARIANE e RAFAEL e que, face às despesas incorridas em trâmites burocráticos para poder solicitar uma ajuda, esta acabava, no final, por não se revelar compensadora. Em geral, acabaram por expressar a opinião de que se sentem um pouco enganados. Creio que devemos procurar que as verbas disponíveis sejam distribuídas em moldes tendentes a criar mais apoios do que descontentamento, objectivo que considero extremamente importante para a imagem do que representa a cultura a nível europeu. Importante também é procurar simplificar a burocracia, pois todos os participantes no referido fórum concordaram em que este é um obstáculo de peso. Importa igualmente assegurar que não haja atrasos nos pagamentos, pois um grande número dos beneficiários não se pode permitir tais atrasos. Devemos também garantir que nenhum projecto seja rejeitado por motivos puramente formais, havendo que dar oportunidades também às pequenas organizações. Esta foi outra questão em relação à qual foram manifestadas queixas. Senhora Presidente, minhas Senhoras e meus Senhores das Instituições europeias, sejam sinceros: estão convencidos de que o direito europeu da concorrência, as normas sobre a altura dos assentos dos tractores ou as directivas sobre a liberalização do mercado da energia fazem bater mais depressa os corações para o processo da integração europeia? Falta provavelmente um outro factor de identificação para as pessoas dos nossos Estados-Membros. O intercâmbio cultural e a partilha cultural podem multiplicar a atenção positiva, podem fazê-lo muito mais do que, por exemplo, um controverso regulamento. A herança cultural e a diversidade cultural da Europa devem, desde o Tratado de Maastricht - a partir daí, a palavra cultura passou a existir nos Tratados -, fazer parte de toda a política comunitária, mas tal só acontece em teoria. Na prática, os Estados-Membros vigiam ciosamente a sua soberania cultural, quer no plano nacional, quer regional. Em questões culturais, o Conselho persiste no princípio da unanimidade, tendo como regra trabalhosos processos de concertação e tendo como consequência consensos a um baixo nível, bem como arreliadores atrasos - veja-se o programa CULTURA 2000. E nem estamos sequer a falar de muito dinheiro. A percentagem das despesas com a cultura, inscritas no orçamento comunitário, sendo nada mais, nada menos do que 0,04%, é mais do que escassa. Para os operadores culturais e artísticos é altamente desanimador saber de antemão que a sua candidatura tem 90% de probabilidades de ser recusada, pois nem sequer 10% das candidaturas chegam a ser contempladas. Também para nós, deputados, não tem graça nenhuma, vermo-nos forçados a dar uma série de respostas negativas, gorando constantemente as expectativas depositadas. Ninguém quer privar os países membros da sua competência, mas um pouco mais de sinceridade ficava-lhes bem. Lamentavelmente, esta também falta na aplicação prática do programa CULTURA 2000. Para mencionar apenas duas críticas: uma burocracia prejudicial, já foi dito, e os ruinosos atrasos nos pagamentos aos promotores dos eventos, dificultam desnecessariamente a vida aos candidatos. Por último, falta também um esquema de conteúdo lógico para o esclarecimento da questão: qual é o verdadeiro objectivo a promover? Chegar até ao maior número possível de pessoas sob a forma de grandes eventos? Ou dar ao maior número possível de operadores artísticos uma oportunidade de desenvolver actividades transfronteiriças? A clássica alta cultura tem mais facilidade em se manifestar. Mas o caminho para o coração das pessoas passa mais por apoiar operadores artísticos menos conhecidos, redes e iniciativas de cidadãos. É que são eles que produzem a mais-valia europeia. A União Europeia constitui o mais poderoso espaço económico do mundo e disso gostamos de nos vangloriar com desassombrado orgulho. Mas a União Europeia é também um espaço cultural de uma imensa diversidade. Um bem destes é para arregalarmos os olhos e não para os desviarmos, e não estou a referir-me apenas ao programa CULTURA 2000.
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HAREM-312-00687
Expedição Monte Roraima Diário de Bordo 30 de janeiro de 1999 Boa Vista - Presidente Figueiredo Partimos de Boa Vista com um certo atraso: a Rede Globo local procurou-nos para algumas filmagens; saímos para consertar o farol baixo do Toyota que tornou a dar problemas e também procuramos um fusível para o inversor de corrente usado no Land Rover. Solucionados os problemas, pé na estrada (9h55). Este trecho da estrada já era nosso conhecido, pois havíamos passado por lá na ida para o Monte Roraima. O que mais nos ansiava era a passagem pela reserva Waimiri-Atroari (os 120 km de estrada que a cortam). Pouco antes da reserva, paramos na Praça do Centro da Terra, onde passa a linha do Equador, para filmarmos e fotografarmos. Quando entramos na reserva, paramos diversas vezes para filmar os vários pássaros que vimos: araras, ararinhas e tucanos. Na divisa de Roraima com Amazonas, ainda na reserva, paramos para um maravilhoso banho no rio Alalau. É turma, banho num rio da Floresta Amazônica! A Lua resolveu aparecer um pouco mais cedo e, antes de deixarmos o rio, viajamos no lindo visual que ela trouxe. Chegamos a Presidente Figueiredo às 19h30 e, coincidentemente, encontramos o Sub-Secretário de Turismo, que já nos aguardava, devido a um contato feito pelo pessoal da Secretaria de Turismo de Roraima. Jantamos com o Secretário de Turismo, que relatou-nos tudo o que está acontecendo em Presidente Figueiredo no que tange o turismo ecológico. Ficamos muito surpresos, pois o desenvolvimento da região é muito promissor. Fomos convidados para participar de um passeio off-road por algumas trilhas da região, o que nos fez mudar de idéia em relação a nossa ida a Manaus. Ficaremos mais um dia e aproveitaremos para conhecer algumas "quebradas" daqui. Após o jantar, alguns de nós foram a um clube da cidade para conhecer de perto o famoso "Boi", que é a música típica da região. A noitada foi boa...
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HAREM-112-00694
Nossa História A Leonardo da Vinci existe desde 1952. Conforme pesquisa feita com intelectuais e personalidades, e publicada no Jornal do Brasil, foi escolhida como a melhor livraria de nossa cidade.A responsável por este sucesso chama-se Vanna Piraccini, ou melhor dizendo, a D. Vanna. Nascida em Bologna, Itália, veio para o Brasil em 1952 acompanhando seu marido advogado e no mesmo ano abriria as portas da Leonardo da Vinci. D. Vanna é uma livreira à moda clássica. Conhece pessoalmente seus clientes, troca idéias com eles ou orienta-os quando jovens. O nome escolhido por D. Vanna, é o que ela espera que sua livraria represente: uma proposta de Renascimento do Homem e do Saber|Renascimento do Homem e do Saber. Temos portanto não apenas um endereço na internet, mas também uma sede, com livros de verdade em estoque, e pessoas de carne e osso para atendê-lo. Somos uma livraria internacional, ou seja, trabalhamos não apenas com livros publicados no Brasil , mas também com livros procedentes dos Estados Unidos e da Europa. No momento, estamos importando regularmente dos EUA, da França, da Inglaterra, da Itália, da Espanha e da Alemanha, além de dispormos de obras editadas em Portugal e que contam com uma distribuição no país. Em nossa loja virtual, você poderá consultar nosso catálogo, ordenado por autores, títulos e assuntos, independente da língua ou da origem do livro. Na maioria dos casos, temos o título em estoque, embora eventualmente, o mesmo possa estar em falta. Nesse caso, poderemos efetuar o pedido para você. Uma de nossas principais diferenças em relação a outras "lojas virtuais" reside justamente na existência de um catálogo rico e variado, embora dispondo de um número limitado de exemplares de cada livro, devido a problemas de espaço.
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HAREM-32J-00801
A Assembleia aprovou ainda moções que reclamavam a divulgação dos resultados provisórios da avaliação das universidades, a fiscalização da constitucionalidade da Lei de Financiamento do Ensino Superior Público, e insistiam nas campanhas de divulgação das queixa dos estudantes, aproveitando, por exemplo, a presença da comunicação social no próximo jogo Académica-Benfica|Académica-Benfica. Entre as propostas mais ousadas, decidiu-se pedir ao Presidente da República que proponha um referendo sobre a Lei do Financiamento, desafiar as televisões a promoverem um debate entre o ministro da Educação e todos os dirigentes associativos, pintar de negro a sede da Direcção Regional de Educação do Centro e remeter envelopes com folhas de papel higiénico ao ministério. E não seria mais útil que o dr. Soares que, enquanto primeiro-ministro, deixou a educação no caos que se conhece, dirigisse mensagens a lançar o debate sobre o que há a reformar no ensino, em vez de passar a vida a exigir uma televisão tão livre que Eduardo Moniz tenha liberdade para criticar toda a gente excepto .. o dr. Soares? ... E, se o dr. Soares tivesse praticado desporto na escola, será que, hoje, pensaria da mesma maneira?
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HAREM-727-00808
UMA EX-ESPERANÇA Inovação tecnológica concentrada entre grandes e médias empresas e uma forte dependência a grupos estrangeiros no que se refere à pesquisa e desenvolvimento (P&D) estão deixando o Brasil para trás na corrida tecnológica. Estudo realizado pelo "Observatoire des Sciences et Techniques" (OST), instituição francesa voltada ao recenseamento de pesquisa científica e tecnológica, concluiu que a produção científica da União Européia ultrapassou em volume a dos Estados Unidos pela primeira vez. No que se refere ao Brasil, o diretor da OST, Rémi Barré, o coloca ao lado da Índia, definindo os dois países como "ex-esperanças" de desenvolvimento na era da tecnologia da informação. A opção pela desarticulação de uma política nacional de P&D é corroborada por outro levantamento, realizado em 1996 pela Fundação Seade, através da sua "Pesquisa da Atividade Econômica Paulista" (Paep), que ouviu 400 mil empresas do estado. Como assinala a "Gazeta Mercantil", constatou-se que as inovações tecnológicas estão concentradas apenas em parte das maiores empresas e que centros de pesquisa, universidades e consultorias, entre outros organismos, não são fontes de informação prioritárias para o empresariado paulista. (Análise da AcessoCom, 10/1/2000)
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HAREM-722-00957
Andréia Cristina B Andréia Cristina B. Ramos - Mestrado - FOUSP - 1998 Orientador: Prof. Dr. Carlos de Paula Eduardo Título: Microinfiltração marginal em cavidades de classe V preparadas com alta rotação e com laser de Er:YAG - Estudo in vitro|Microinfiltração marginal em cavidades de classe V preparadas com alta rotação e com laser de Er:YAG - Estudo in vitro. Resumo: A microinfiltração é uma das causas de insucesso da restauração. Ela pode promover a descoloração marginal, cáries recorrentes, hipersensibilidade e o desenvolvimento de patologias pulpares. Vários materiais e técnicas têm sido investigados com o propósito de minimizar ou eliminar a microifiltração ao redor das restaurações, especialmente nas margens gengivais de cavidades de Classe V, devido à ausência, na maioria dos casos, de esmalte nesta área. O uso clínico de laser de Er:YAG em Dentística Restauradora é baseado principalmente na habilidade que este sistema possui de realizar preparos cavitários sem contato mecânico. A ablação dos tecidos duros resulta em preparo cavitário com superfícies irregulares, proporcionando uma forma adicional de retenção micromecânica para os materiais restauradores estéticos e talvez melhorar o selamento marginal. O propósito deste estudo foi avaliar através de lupa estereomicroscópica, microscópio eletrônico de varredura e também caracterizá-las através de análise por energia dispersiva de raios X, os graus de microinfiltração marginal encontrados em cavidades de Classe V preparadas com o laser de Er:YAG e comparar com os graus encontrados nas cavidades preparadas com alta rotação. Para este estudo, foram utilizados 36 dentes terceiros molares humanos extraídos, divididos igualmente em 3 grupos: grupo 1 - preparado com alta rotação e condicionado com ácido fosfórico a 35%, grupo 2 - preparado com laser de Er:YAG e condicionado com ácido fosfórico a 35% e grupo 3 - preparado e condicionado com laser de Er:YAG. Os espécimes foram restaurados com sistema adesivo dental Single bond (3M) e resina composta fotopolimerizável Z100 (3M), estocados a 37ºC em estufa por 24 horas, termociclados, imersos em solução de nitrato de prata a 50% por 24 horas em total ausência de luz e revelados em solução reveladora sob luz fluorescente por 6 horas. Foram seccionados e avaliados através de lupa estereomicroscópica, microscópio eletrônico de varredura e análise por energia dispersiva de raios X. Os resultados foram submetidos aos testes estatísticos de Kruskal-Wallis e Mann-Whithey. Concluiu-se que as cavidades preparadas com o laser de Er:YAG, assim como as preparadas com alta rotação, ambas condicionadas com ácido fosfórico a 35% (grupos 1 e 2) mostraram menores graus de microinfiltração do que as cavidades preparadas e condicionadas com o laser de Er:YAG (grupo 3). Voltar
[ { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1, "end": 19 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 20, "end": 45 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "INSTITUICAO", "start": 59, "end": 64 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 67, "end": 71 }, { "label": "PESSOA", "type": "CARGO", "start": 72, "end": 82 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 84, "end": 117 }, { "label": "OBRA", "type": "REPRODUZIDA", "start": 126, "end": 244 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 294, "end": 295 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 758, "end": 766 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 870, "end": 893 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 1499, "end": 1507 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1657, "end": 1659 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1728, "end": 1729 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1812, "end": 1815 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1894, "end": 1897 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 2016, "end": 2027 }, { "label": "COISA", "type": "MEMBROCLASSE", "start": 2029, "end": 2031 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 2069, "end": 2073 }, { "label": "COISA", "type": "MEMBROCLASSE", "start": 2075, "end": 2077 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2092, "end": 2096 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2111, "end": 2119 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2177, "end": 2180 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2185, "end": 2193 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2278, "end": 2285 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 2471, "end": 2508 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 2511, "end": 2523 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 2675, "end": 2678 } ]
HAREM-802-00958
VII CONGRESSO NACIONAL DE REGISTRO CIVIL Segue reprodução fiel do material de divulgação do VII Congresso Nacional de Registro Civil, publicado na página do Recivil-MG na Internet. Aproveitamos o ensejo para agradecer ao presidente da entidade Paulo Alberto Risso pelo convite para proferirmos naquele evento palestra sobre informatização das serventias. O governo federal manifestou interesse em participar do VII Congresso Nacional do Registro Civil, em Belo Horizonte, e deverá enviar representantes do Ministério da Justiça, Comunidade Solidária e Secretaria de Direitos Humanos. Os registradores poderão discutir com o governo a campanha em torno da Gratuidade Universal, que deverá ser lançada em novembro. O congresso foi adiado para os dias 09, 10 e 11 de outubro. Mas tudo indica que o evento será da mais alta qualidade. O local escolhido para o encontro foi o Merit Plaza Hotel, que fica bem no centro da capital mineira, para facilitar o acesso aos participantes. Está confirmada a presença do Dr. Walter Ceneviva, considerado uma dos maiores especialistas em registro civil do Brasil. Além de autoridades do Chile e da Argentina, relatando experiências do registro civil naqueles países. Pois simultaneamente, estará sendo realizado o I Congresso Latino-Americano de Registro Civil. Entre os temas a serem debatidos estão a Lei da Gratuidade Universal, vistoria de veículos, o Selo de Fiscalização e a própria modernização dos serviços cartorários. Você, oficial do registro civil, não pode ficar de fora! É o futuro da classe que está em jogo. Todos precisam participar da discussão. Entre em contato com a secretaria do Recivil, para fazer sua inscrição e obter mais informações. Av. Prudente de Morais, 901 sl 507 Belo Horizonte, MG - Brasil CEP 30380-000 E-mail: recivil@recivil.com.br Telefone : (031) 297-2141
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HAREM-232-00969
Universidade do Sagrado Coração 1953. 0 Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus recebe autorização para o funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração de Jesus, através do Decreto nº 34.291/53. Geografia, História, Letras e Pedagogia são os cursos autorizados pelo Ministério da Educação e Cultura. Vestibular e a Primeira Aula. primeiro vestibular ocorre em 1954. A primeira aula é proferida em 7 de março do mesmo ano, sendo a Faculdade reconhecida antes da formatura de sua primeira turma, em 1956. Faculdade de Música. Dez anos|Dez anos após a instalação da Faculdade de Filosofia, o Instituto das Apóstolas; consegue transformar o antigo Conservatório Musical Pio XII em Faculdade de Música. 1967. Expansão do Ensino Superior. Instala a partir deste ano novo novos cursos em atendimento ao mercado de trabalho, Ciências, Psicologia, Formação de Psicólogo e Estudos Sociais. 1970. Novas e Modernas Instalações. Deixando o tradicional prédio da avenida Rodrigues Alves, é inaugurada a grande obra arquitetônica que constitui hoje a USC - Universidade do Sagrado Coração. 1971. Instituição do Primeiro Ciclo. Consciente do hiato existente entre o ensino colegial e os estudos universitários, as Faculdades do Sagrado Coração o Primeiro Ciclo, cujo objetivo é o de superar as insuficiências do ensino pré-universitário e desta forma, promover o ajustamento do vestibulando as novas exigências dos Cursos Superiores. De 1970 a 1999. Na década de 70 são instalados os cursos de Habilitação em Biologia e Enfermagem, nos anos 80, Farmácia, Nutrição e Fonoaudiologia e na última década os cursos de Tradutor, Secretáriado Executivo Bilíngüe, Matemática, Química, Análise de Sistemas, Filosofia, Administração, Habilitação em Artes Cênicas, Fisioterapia, Odontologia e Terapia Ocupacional. Hoje. Uma USC Vibrante. Sob a direção geral da Dra. Irmã Jacinta Turolo Garcia e contando com aproximadamente 6.000 alunos, distribuidos nos seus 29 cursos e suas habilitações, possuindo na sua docência 350 professores, com apoio numa equipe técnica de sustentação sob a responsabilidade de 290 funcionários, a Universidade do Sagrado Coração cumpre um trabalho da mais alta relevância, forma um novo homem, cidadão, para um mundo mais justo e basicamente cristão. © Copyright 2000 - IASCJ. Todos os Direitos Reservados E-mail: webmaster@usc.br
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HAREM-601-01058
Leonardo da Vinci Leonardo nasceu a 15 de Abril de 1452, na pequena cidade de Vinci, perto de Florença, centro intelectual e científico da Itália. O seu talento artístico cedo se revelou, mostrando excepcional habilidade na geometria, na música e na expressão artística. Reconhecendo estas suas capacidades, o seu pai, Ser Piero da Vinci, mostrou os desenhos do filho a Andrea del Verrocchio. O grande mestre da renascença ficou encantado com o talento de Leonardo e tornou-o seu aprendiz. Em 1472, com apenas vinte anos, Leonardo associa-se ao núcleo de pintores de Florença. Não se sabe muito mais acerca da educação e formação do artista, no entanto, muitos autores afirmam que o seu conhecimento não provém de fontes tradicionais, mas sim da observação pessoal e da aplicação prática das suas ideias. Pintor|Pintor, escultor, arquitecto e engenheiro, Leonardo da Vinci foi o talento mais versátil da Itália do Renascimento. Os seus desenhos, combinando uma precisão científica com um grande poder imaginativo, reflectem a enorme vastidão dos seus interesses, que iam desde a biologia, à fisiologia, à hidráulica, à aeronáutica e à matemática. Durante o apogeu do renascimento, Da Vinci, enquanto anatomista, preocupou-se com os sistemas internos do corpo humano, e enquanto artista interessou-se pelos detalhes externos da forma humana, estudando exaustivamente as suas proporções. A seguinte imagem resulta destes seus interesses. Os pensadores renascentistas viam uma certa perfeição matemática na forma humana. Esta imagem representa o corpo humano inserido na forma ideal do círculo e nas perfeitas proporções do quadrado. A imagem foi usada por Luca Pacioli na ilustração do seu livro De Divina Proportione «De Divina Proportione» 1490 Os pintores do Renascimento, e em particular Da Vinci, recorreram a conceitos de geometria projectiva (centro de projecção, linhas paralelas representadas como linhas convergentes, ponto de fuga) para criar os seus quadros com um aspecto tridimensional. A obra prim a «A Última Ceia» é um bom exemplo disso. «A Última Ceia » 1495-1498 O ponto de fuga está colocado no olho direito de Cristo onde ele domina o primeiro plano. Os seus próprios braços, ao longo das linhas da pirâmide visual, reforçam a perspectiva.
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HAREM-816-01096
SISTEMA NERVOSO Neurologia _ 1 O Sistema Nervoso tem a capacidade de receber, transmitir, elaborar e armazenar informações. Recebe informações sobre mudanças que ocorrem no meio externo, isto é, relaciona o indivíduo com seu ambiente e inicia e regula as respostas adequadas. Não somente é afetado pelo meio externo, mas também pelo meio interno, isto é, tudo que ocorre nas diversas regiões do corpo.As mudanças no meio externo são apreciadas de forma consciente, enquanto as mudanças no meio interno não tendem a ser percebidas conscientemente. Quando ocorrem mudanças no meio, e estas afetam o sistema nervoso, são chamadas de estímulos. O sistema nervoso, junto com o endócrino, desempenha a maioria das funções da regulação do organismo. O sistema endócrino regula principalmente as funções metabólicas do organismo. Com a denominação de sistema nervoso compreendemos aquele conjunto de órgãos que transmitem a todo o organismo os impulsos necessários aos movimentos e às diversas funções, e recebem do próprio organismo e do mundo externo as sensações. No sistema nervoso distingue-se uma parte nervosa central, formada pelo eixo cérebro-espinhal, da qual partem os estímulos e à qual chegam as sensações, e uma parte nervosa periférica, formada pelos nervos, os quais servem para "conduzir" a corrente nervosa. Os nervos transportam à periferia os estímulos e dela recebem as diversas sensações que, com percurso inverso, são conduzidas ao sistema nervoso central. O sistema nervoso central é a parte nobre do nosso organismo: por presunção é a sede da inteligência, o lugar onde se formam as idéias e o lugar do qual partem as ordens para a execução dos movimentos, para a regulação de todas as funções; é o anteparo ao qual chegam as impressões da vista, do ouvido, do tacto, do olfato, dos sabores. No sistema nervoso central fica, em suma, o comando de todo o organismo, seja entendido no sentido físico, seja no sentido psíquico. Toda a lesão que ocorra em uma parte qualquer do sistema nervoso central é quase sempre permanente e não pode ser reparada. As células do sistema nervoso têm caráter "definitivo", não se regeneram quando são destruídas, como acontece, por exemplo, com os outros tecidos, como a pele, os músculos, etc. O tecido nervoso é constituído por uma parte nobre, à qual está confiada a atividade nervosa, e de uma parte de sustento, que tem a função de constituir o arcabouço da primeira. A primeira parte é o tecido nervoso propriamente dito, a segunda é chamada neuróglia. Ela desempenha no sistema nervoso aquela função que nos outros aparelhos é desempenhada pelo tecido conjuntivo. O tecido nervoso é formado de células e fibras nervosas. A célula nervosa é caracterizada por numerosos e longos prolongamentos chamados dendrites. Entre esses há um mais longo do que os outros, o cilindro-eixo.. que, a certa distância do corpo celular, se reveste de uma bainha chamada neurilema (análoga ao sarcolema da fibra muscular) e constitui a fibra nervosa. Os outros prolongamentos da célula nervosa, as dendrites, servem para estabelecer os contactos com as outras células. A fibra nervosa, ao contrário, unindo-se aos cilindros-eixos de outras células, isto é, com outras fibras, forma o nervo. O complexo formado por uma célula nervosa, pelas dendrites e pelo cilindro-eixo toma o nome de neurônio, o qual constitui uma unidade fundamental nervosa. Ao estudar o sistema sensorial constatamos que ele funciona em conjunto com o sistema nervoso. Para compreender melhor como percebemos os estímulos externos e como respondemos a eles é fundamental conhecer o sistema que forma a rede de comunicação do corpo. Pegue o lápis que está sobre a sua mesa. Ter ossos e músculos sadios basta para que alguém faça essa tarefa, pegar o lápis ? Por quê ? Não. Porque para captar a mensagem são necessários os órgãos de sentido da audição, que é ouvir a ordem; da visão, identificar o lápis sobre a mesa; e movimentar o braço, mão e dedos, sob o comando do sistema nervoso. OS NEURÔNIOS o sistema nervoso é formado pelo conjunto de órgãos que têm a capacidade de captar as mensagens, os estímulos do ambiente, decodificá-las, isto é, interpretá-Ias, arquivá-Ias ou elaborar respostas, se solicitadas. As respostas podem ser dadas na forma de movimentos, de sensações agradáveis ou desagradáveis ou, apenas, de constatação. O sistema nervoso integra e coordena praticamente todas as funções do organismo e funciona por meio de mecanismos elétricos e químicos, conjugados a eletroquímicos. O tecido nervoso é formado por células nervosas, os neurônios. As células típicas deste sistema têm a forma alongada e ramificada, o que representa uma vantagem na condução das mensagens, isto é, dos impulsos do sistema nervoso. A célula ou unidade estrutural e funcional do tecido nervoso é o neurônio. É uma célula muito especializada cujas propriedades de excitabilidade e condução são as bases das funções do sistema.
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HAREM-145-01159
Como se chama? José Fernando Marques Teixeira, na sua oficina situada na Rua da Reboleira, Ribeira, a 26 de Novembro de 1999. Eu sou José Fernando Marques Teixeira. Onde nasceu? Nasci a 22 de Dezembro de 1946, no Muro dos Bacalhoeiros, no Porto, nº111 e agora vivo na Rua da Fonte Taurina, no Porto. Os seus pais eram naturais da Ribeira? O meu pai nasceu no Muro dos Bacalhoeiros no mesmo número e a minha mãe nasceu em Gaia. Qual a profissão dos seus pais? O trabalho da minha mãe era lavar roupa para fora, era a chamada lavadeira do rio. Ela ia recolher a roupa à casa das pessoas que tinham mais posses, e depois entregava-a lavada e passada a ferro. Quando eu era bebé, a minha mãe leváva-me dentro de uma bacia e lá ficava, até que ela acabasse de lavar a roupa. Quando chorava ela dáva-me um pano com açucar. Antigamente, as pessoas ganhavam dinheiro a lavar roupa para fora. O meu pai andava aí nas fragatas, a ir buscar carga a Lisboa a trazer para cá e a levar para lá. Passava pouco tempo em casa. Quantos irmão tem? Os meus irmãos foram nascendo e a minha mãe teve 22 filhos. Agora estamos nove vivos. Os meus irmãos foram morrendo, ainda agora morreu uma irmã ceguinha com diabetes. Outros morreram de acidente. Quando vinha da escola ajudava a trabalhar em casa? Não, quando andava na escola não trabalhava em casa. As minhas irmãs desde pequeninhas faziam tudo, desde o comer. Conte-nos como foi a sua infância? "Não podíamos andar descalços porque a polícia prendia-nos" A infância foi um bocado mal passada. A minha mãe fazia uma panela grande de sopa para todos. Ela trabalhava e o meu pai trabalhava. A infância foi a pedir pão aos outros. A andar descalço, que não se podia andar porque éramos multados. Não podíamos andar descalços porque a polícia prendia-nos, e se andássemos assim com o cabelo grande havia a desinfecção, que éramos presos, rapavam-nos o cabelo todo e botavam creolina na cabeça por causa dos piolhos. Se andássemos descalços éramos presos e multados, pagavam, já nem sei, eram 12 ou 13 escudos. E então o que é que a gente fazia, botava um pano amarrado num pé e arranjávamos outro pé. O meu pai fazia socas em madeira, mas a gente até no lixo ou no rio se arranjava e se houvesse só uma a gente ponha um pano no outro pé. Mas éramos muitos, aqui toda a gente fazia isso. Nesta zona, a pobreza foi muito grande, mesmo porque o trabalho parou. Isto depois da Segunda Guerra Mundial, por aí fora, uns 10, 15 anos, toda a gente aqui passou mal. Havia empregos, só que os empregos que havia ganhava-se pouco e eram muitos filhos. Todas as famílias aqui tinham para cima de cinco filhos. E então, o dinheiro que os pais ganhavam, se fosse filhos com distância uns dos outros de quatro ou cinco anos, os mais velhos já trabalhavam, mas nós éramos distância um ano de cada um. O a seguir a mim é mais novo do que eu um ano e o mais velho do que eu, é mais velho um ano. Era tudo assim, e então o que é que acontece, a minha falecida mãe morreu com 48 anos devido a um enfarte no coração. Uma mulher nova! O mal todo era isso! O trabalho não era muito. Havia muito frio. As roupas para se vestir eram poucas. As roupas para as camas eram poucas. A gente dormia no chão. Os meus irmãos encostavam-se uns aos outros para dormir mais quentes. As casas também eram velhas, como elas são. E o que é que acontecia, as pessoas pegavam aqueciam-se com as mulheres, agarravam-se a elas. Que tipo de brincadeiras tinha quando era miúdo? As brincadeiras no rio Douro foi desde pequenino. Mas as brincadeiras típicas que a gente tinha aqui era fazer barcos com pedras da rua. No chão, púnhamos pedras, tiradas da rua, uma espécie de proa e uma poupa. Depois os outros para entrar no barco tinham que mostrar aqueles bilhetes de eléctrico. Era assim que brincávamos. Também jogávamos à bola e quando não estávamos a fazer isso andávamos às escondidas; jogávamos à macaca. Junto com as raparigas havia poucas brincadeiras, era jogar ao pião. Havia uns indivíduos aqui que eram mais ricos e os filhos tinham merenda e a gente para eles darem a merenda, fazíamos de zangados e não deixávamos entrar nas nossas brincadeiras. E então, eles tinham que dar o pão que traziam como lanche. Iam a casa buscar o lanche para a gente poder comer. A fome era tanta! No Inverno, quando as águas estavam altas vinha muita fruta pela água abaixo, fruta tocada. A gente ia e atirava-se ao rio, mesmo com o frio, para ir agarrar essa fruta. Depois com a navalha tirava-se o podre e comia-se. Eu, por exemplo, atirava-me ao rio no Inverno para ir às barcas, que estavam ao largo, buscar verguinhas para vender no sucateiro, para ter dinheiro para ir à isca, para comer. Nunca na vida os moços da minha idade, gastavam esse dinheiro para comprar cigarros. A gente fumava mas eram baronas. Comprar nunca comprávamos, nem nas lojas vendiam à gente, mesmo às vezes a dizer que era para o pai, não vendiam. Que actividades existiam na sua infância? As actividades na minha infância eram as mais saudáveis que podia haver e havia de haver, era o remo e a natação. Eu já fui nadador do Clube Fluvial Portuense quando era moço mais novo. Já remei no Fluvial, mas não era remador, por falta de remador, e então, fui sócio do Fluvial até à pouco tempo porque eles encareceram muito as quotas e não dá para se ser sócio de um clube a pagar um conto e tal por mês de quota. Então, havia natação, havia futebol, por exemplo, eu ainda sou tesoureiro do Clube Desportivo Infante D. Henrique que tem 50 anos. Havia esses grupos assim que eram os amadores que se pagava para jogar, tinha-se que pagar a bola e as botas. Naquela altura, fazíamos treinos, mas jogar era quando era pior, uma equipa ajeitava o campo, alugava o campo, pagávamos entre todos e jogávamos a bola. Mas para treinos e tudo era ali em cima, no Jardim do Infante ou na Serra do Pilar, em sítios que houvesse um espacito. Quando começou a trabalhar? Eu frequentei a escola até à 4ª classe e comecei a trabalhar aos 12 anos na José Rodrigues Pinto, uma firma de transporte de mercadorias, barqueiros e fragateiros, no rio Douro, a ganhar 50 escudos por semana. Já era bom, era muito bom, era mais do que qualquer homem a trabalhar. Eu ganhava bem porque o patrão era um senhor que morava mesmo no Muro dos Bacalhoeiros, os escritórios também eram lá, e ele tinha pena dos meus pais e dáva-me 50 escudos por semana. E eu aí já comecei a ganhar e daí foi sempre a andar até sair para outros patrões, outros e outros, até embarcar. Quando é que embarcou pela primeira vez? Embarquei com 14 anos, andei num navio que só tinha velas, não tinha motor que era o Tiofol. Andei nele ainda moço e depois do Tiofol saí para outros navios até que cheguei a petroleiros. Andei nos navios petroleiros até me reformar, fazia viagens para o Golfo Pérsico e do Golfo Pérsico para cá. Depois de embarcar a vida correu sempre bem. Já havia dinheiro, eu ganhava muito bem e fazia uma vida boa. Naná vestido de marinheiro no navio petroleiro Dondo. Que idade tinha quando casou? Eu casei com 16 anos, ela era mais velha do que eu 2 anos, tinha 18 anos. Eu ganhava bem. Nessa altura, já tinha uma motorizada que me custou nove contos e que comprei às prestações. Quantos filhos tem? Tenho nove filhos cinco da minha esposa e quatro são de fora. Netos só tenho três, são dos filhos da minha esposa, os de fora não sei, nem me dizem nada, estão zangados comigo. Dois|Dois estão em Lisboa, dois estão aqui no Porto, mas nem para mim falam, não querem saber de mim. Da minha mulher verdadeira foram cinco filhos, o resto é de outras mulheres por fora. Agora estou com uma que nem filhos tem. Mas tive vinte e tal anos com a minha mulher, depois separei-me dela. Não estamos divorciados ainda, separámo-nos e prontos, ficou ela para o lado dela, ficamos amigos na mesma, eu vou lá a casa quando quero. Eu era demais, eu para ela era demais. Mesmo depois de casado continuou a embarcar? Mesmo depois de casado continuei a embarcar. Andei sempre embarcado, passava meses, quando ia ao Golfo era um mês para lá e um mês para cá. Eu ia ao Golfo Pérsico por Freetown, Serra Leoa,, não ia pelo canal Suês [mar mediterrâneo], porque se fosse pelo canal Suês a coisa ficava mais perto. Na altura que a gente ia eram uns navios muito velhos - eu andei no Fogo e no Dondo, eram navios antigos, agora já há muitos mais modernos- e era trinta dias para lá e trinta dias para cá. Nunca passou por uma situação perigosa em alto mar? Uma vez vínhamos de lá para cá carregados de grude, petróleo em bruto, e apanhamos tanto mar em Freetown, na Serra Leoa, que até rebentou os cravos. Aquele navio era tão velho que era cravado, não era soldado, de maneira que largou cravos e viemos a largar petróleo pelos cravos até Lisboa, até chegarmos aos estaleiros da Lisnave para ajeitar.
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HAREM-71J-01425
Cimeira sindical ibérica talvez só em Janeiro de 92 A cimeira sindical ibérica já não deverá realizar-se este ano, segundo apurou o PÚBLICO. Um reunião ao mais alto nível a realizar na segunda-feira entre a CGTP e a UGT (na sede desta última central) poderá desbloquear anteriores dificuldades e levar à marcação de uma data. Na Europa Ocidental tem-se assistido a uma queda acentuada da fecundidade, o que fez surgir o problema da não substituição das gerações. Cada vez nascem menos bebés, com o inevitável envelhecimento progressivo da população. Em Portugal, a realidade não é diferente -- entre 1960 e 1991, os valores da taxa de fecundidade passaram de 94,9 por cento para 47 por cento. Quer isto dizer que a percentagem da população nacional que, em determinado período, procriou baixou para metade em quatro décadas. «Os Padrões Recentes da Fecundidade em Portugal», estudo que será lançado na próxima semana, foi elaborado pelas sociólogas Ana Nunes de Almeida e Cristina Ferreira e pelas geógrafas Filipa Ferrão e Isabel Margarida André. Editado pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos da Mulher, este trabalho pretende contextualizar a «queda recente e vertiginosa da fecundidade em Portugal».
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HAREM-731-01504
Quem somos? Somos o grupo de professores que lecciona Língua Portuguesa no Instituto de Formação Turística, na Região Administrativa Especial de Macau. No IFT são ministrados essencialmente dois cursos: Turismo e Hotelaria. Em ambos, o português é língua (disciplina) obrigatória e tem lutado contra o estigma de ter sido durante muitos anos a língua do ocupante e colonizador. Por esta e outras razões, talvez menores, os professores têm feito tudo para despir o português da(s) farda(s) que o vestiam como se de um colete de forças se tratasse e pintar a língua, a cultura e a sociedade portuguesa com novas cores, algumas delas nunca imaginadas. Nas aulas, os professores têm dado primazia à abordagem comunicativa e a (outros) novos rumos da didáctica das línguas. Paralelamente, tem sido frequente solicitar aos aprendentes pequenos trabalhos de pesquisa que depois são apresentados oralmente. Iniciámos esta página, porque achamos que muitos desses trabalhos têm qualidade suficiente para serem mostrados fora da sala de aula. Além disso, saber que os trabalhos serão postos on-line responsabiliza o aprendente e obriga-o a confrontar e aumentar os seus critérios de qualidade. Finalmente, queremos afirmar a nossa convicção que esta página jamais se tornará numa feira de vaidades. Com o esforço de todos, professores e alunos, será um espaço de convívio de ideias, de reflexão, ou seja, de crescimento. Esta página será actualizada pelo menos uma vez por mês e estará sempre em construção. contacte-nos Voltar para a página inicial
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HAREM-14J-01729
Reginaldo Duarte pertence a uma família de políticos de Juazeiro do Norte (CE), mas nunca havia disputado eleição. «Sempre fugia da raia. Achava que não tinha vocação política», explica. Em 90 ele não pôde fugir. «O Tasso Jereissati quis homenagear a minha região e pediu um nome. Fui escolhido e não queria aceitar. Mas aceitei porque foi uma gentileza do governador», diz. Jônice Tristão afirma que acompanha a vida política de Elcio Álvares há duas décadas. Nunca havia disputado mandatos eletivos. Acha que foi escolhido como suplente pela sua imagem empresarial formada em mais de 50 anos. O técnico Sacchi elogiou ontem a «bravura» de seus jogadores, especialmente de Baggio, «com seu toque mágico para ganhar partidas». Ainda assim, foi a mídia que amplificou as acusações, ao divulgá-las sem uma checagem mais aprofundada. Culpa da mídia, então? À primeira vista, sim, mas é aí que se chega ao verdadeiro nó da questão. Por partes: a lista de nomes mais completa foi ao ar durante o Jornal Nacional, da Rede Globo, por volta de 20h. De que adiantaria os jornais do dia seguinte omitirem os nomes, se eles já haviam sido arrastados à lama por um noticiário que atinge cerca de 60 milhões de pessoas, certamente mais do que a tiragem conjunta de todos os jornais brasileiros? O treinador Levir Culpi não quis adiantar o substituto de Éder Aleixo. Segundo ele, a saída do meia-ponta representa uma «perda importante» para o time. «Vamos com calma achar o substituto do Éder», disse. Culpi, no entanto, acha que o time pode suportar a pressão e «confirmar a vantagem» em São Paulo. O time pode empatar a segunda partida para se classificar.
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HAREM-52J-01933
Com a acareação entre Paradela de Abreu e o cónego Melo, terminaram anteontem as diligências previstas no acordão que determinou a reabertura do processo do padre Max. Para a acusação, o balanço é positivo, mas para a defesa um novo arquivamento do caso está mais próximo. Até porque o juiz acaba de indeferir uma acareação entre os sete suspeitos. 0 juiz titular do processo do padre Max, Artur Oliveira, indeferiu um pedido do procurador-geral adjunto nomeado pela Procuradoria-Geral da República para acompanhar a investigação deste caso, no sentido de promover uma acareação entre os sete indivíduos indiciados na acusação provisória como responsáveis pelo crime-- três como autores morais e os restantes como autores materiais. Paulo Sá pedia ainda uma acareação entre o industrial portuense Manuel Macedo, Ramiro Moreira e o tenente da Marinha Pedro Menezes, todos testemunhas neste caso.
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HAREM-71B-02005
Oates, Joyce Carol (1938-) Escritora e ensaísta norte-americana. Natural de Lockport, Nova Iorque. Os seus romances são frequentemente descrições agressivas e realistas das forças do mal e da violência na cultura moderna. Oates explorou sempre a ligação entre a violência e o amor na vida americana, nos seus romances cheios de surrealismo. Sendo uma escritora prolífica, a autora utiliza uma extensa gama de géneros e cenários, incluindo a comédia Unholy Loves (1979), o terror gótico de A Bloodsmoor Romance (1982) e o thriller Kindred Passions (1987). Em 1999, a escritora lançou a obra Blonde, uma mistura de ficção com factos reais da vida de Marilyn Monroe. Entre 1968 e 1978, Oates leccionou na Universidade de Windsor no Canadá. Durante este período muito produtivo, paralelamente à sua vida académica, Oates escreveu novos livros, uma média de dois ou três por ano. Oates tornou-se numa escritora mais respeitada e homenageada dos Estados Unidos. Em 1978, mudou-se para Princeton, New Jersey, onde continuou a leccionar na Universidade de Princeton. Pouco tempo depois de chegar a Princeton, Oates iniciou a obra Bellefleur (1980), o primeiro de uma série de romances góticos. Publicados em 1980, estes romances marcaram uma tendência do realismo psicológico dos seus primeiros trabalhos. Entre os seus outros romances incluem-se With Shuddering Fall (1964), A Garden of Earthly Delights (1967), Expensive People (1968), Them (1969), vencedor do Prémio "National Book", Wonderland (1971), Do with Me What You Will (1973), The Assassins (1975), Childwold (1976), The Triumph of the Spider Monkey (1976), Son of the Morning (1978), Mysteries of Winterburn (1984), Solstice (1985), Marya: A Life (1986), You Must Remember This (1987), American Appetites (1989), Because It Is Bitter, and Because It Is My Heart (1990), Black Water (1992), Foxfire (1993), What I Lived For (1993), First Love (1996), We Were the Mulvaneys (1996), Zombie (1996), On Boxing (1997), Come Meet Muffin! (1998), Broke Heart Blues (1999), My Heart Laid Bare (1999), Starr Bright Will Be With You Soon (2000), The Barrens (2001), Beasts (2002), Big Mouth and Ugly Girl (2002) e Middle-Age (2002).
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HAREM-222-02106
Andradas Hoje Online Ano III - Número 118 Edição Digital nº 40 Andradas, 07 de Maio de 2000 Esportes Futebol - Estádio em Reforma - Perfil Rio Branco enfrenta América em BH O time de Andradas treinou toda a semana para o difícil compromisso deste domingo, às 17 horas, no Estádio Independência América Mineiro está em 3º lugar e ainda briga por uma das vagas na final do Campeonato Mineiro, sendo que uma vaga já é do Atlético Mineiro, que soma 25 pontos. O Cruzeiro vem a seguir, com 15 e o próprio América em seguida, com 13 pontos. Sendo assim, o jogo é de suma importância para o time da Capital e, por outro lado, o time de Andradas também, briga para ser o melhor do interior, onde muitas emoções com certeza estarão reservadas para esta partida. Até o fechamento desta edição, o técnico Ivan Silva ainda não tinha definido a equipe considerada titular. Nos trabalhos realizados durante a semana aconteceram diversas mudanças no time titular: saíram Celson (goleiro), Samis (lateral), Arilson (volante) e Washington (atacante); foram aproveitados Vítor, Celinho, Rafael e Kelinho. Em outros trabalhos da semana, houve novas mexidas no time e a confirmação só vai acontecer no dia do jogo. Quarta- feira tem Cruzeiro em BH O time deverá permanecer na capital mineira até a próxima Quarta-feira, quando enfrentará o Cruzeiro no Mineirão, em partida válida pela 3ª rodada do 2º turno. Sem dúvida, serão dois jogos dificílimos e, ao mesmo tempo, de grande importância em termos de classificação. A exemplo do que aconteceu no 1º turno, onde o Rio Branco enfrenta os três times da capital em jogos seguidos. Derrota para o Atlético Mineiro A partida disputada no último sábado em Andradas contra o Atlético Mineiro teve dois tempos distintos, onde o Atlético aproveitou a apatia do Rio Branco e fez 3 X 0 no 1º tempo. Após algumas mudanças e muita conversa no intervalo, o Azulão voltou disposto a apagar a má impressão dos 45 minutos iniciais e conseguiu. Mostrar um bom futebol, fazendo dois gols, que, se não foram suficientes para empatar a partida, serviu para resgatar o bom desempenho que o RB vem apresentando nos últimos tempos. Aos 27 minutos do 1º tempo, aconteceu um fato curioso: com, a queda de energia em duas torres de iluminação, causada por um curto em um dos cabos de energia, o jogo ficou parado por quase 1 hora. Depois de muito corre-corre, tudo voltou ao normal e, pela movimentação e pelos gols, a partida agradou aos torcedores! Voltar Página Principal Direitos Reservados © Dinamica Internet
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HAREM-21B-02110
Wilma Maria de Faria. Nasceu em 17 de fevereiro de 1945 em Mossoró, Rio Grande do Norte (Brasil). Professora|Professora e política potiguar, é mãe de quatro filhos. Primeira mulher a governar o Rio Grande do Norte. Filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, onde é Professora (atualmente licenciada para exercer o cargo de Governadora) do Departamento de Educação do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas. Wilma de Faria iniciou sua vida pública em 1979, quando foi nomeada para a presidência do MEIOS - Movimento de Integração e Orientação Social - pelo Governador do Rio Grande do Norte e, à época, seu marido, Lavoisier Maia Sobrinho. Em 1983, Wilma de Faria assume a Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social (STBS) durante o governo de José Agripino Maia. Nesse mesmo ano é eleita para a Câmara dos Deputados, exercendo o mandato de Deputada Federal durante a Assembléia Constituinte. Seus votos em temas relacionados a direitos sociais e dos trabalhadores fizeram-na figurar entre os deputados nota 10, distinção concedida pelo Departamento Intersindical de Assuntos Parlamentares (DIAP). Em 1988, Wilma vence a eleição para a Prefeitura de Natal, cumprindo um mandato de quatro anos até 1992. Com a sua popularidade em alta, consegue eleger o seu sucessor, Aldo Tinôco. Em 1994, perde a eleição para Governador. Em 1996, já rompida politicamente com Aldo, volta a disputar a Prefeitura de Natal e vence novamente. No ano 2000 é reeleita. Em abril de 2002, renuncia à prefeitura para disputar o governo do estado, sendo eleita com 820.541 votos, correspondentes a 61,05% dos votos válidos.
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HAREM-33J-02267
Dias Gomes reescreverá «Irmãos Coragem» A novela que Janete Clair assinou entre junho de 70 e julho de 71 ganhará nova versão na Globo em 95 O baiano Dias Gomes, 70, está se preparando para ressuscitar um clássico da teledramaturgia brasileira. Semana que vem, começa a reescrever «Irmãos Coragem», novela de Janete Clair que a Globo exibiu com enorme sucesso entre junho de 70 e julho de 71. A emissora pretende lançar o «remake» em janeiro de 95, às 18h, no lugar de «Tropicaliente». TUDO PELO CLIENTE No centro de todos esses nossos esforços de qualidade está o nosso cliente. É tudo pelo cliente. A principal meta da melhoria da qualidade da Degussa no Brasil é a satisfação total do cliente. É o cliente quem define os requisitos que teremos de cumprir e, até mesmo, superar, praticando qualidade em sua plenitude e obtendo, assim, seus benefícios, que são competitividade, lucratividade e satisfação. Entendemos que palavras como respeito, atenção e ética, incluindo a eficiência na prestação dos serviços, devem mais do que nunca, nortear nossa conduta nas relações com nossos clientes.
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HAREM-132-02310
FUJIFILM do Brasil|FUJIFILM do Brasil EXPOSIÇÃO NA CASA DA FOTOGRAFIA FUJI RETRATA O POVO BRASILEIRO A Casa da Fotografia Fuji abre ao público, a partir do dia 22 de setembro, a exposição "Brasilidade", um retrato do povo brasileiro, a partir do olhar do fotógrafo Canário Caliari e do geógrafo Sérgio Rondelli. São 49 imagens que registram o brasileiro que vive em contato com a natureza no Cerrado, no Pampa, na Caatinga, na Mata Atlântica, no Pantanal, na Floresta Amazônica e no Litoral. Segundo Canário Caliari, o objetivo principal é retratar o cotidiano do povo brasileiro inserido no ambiente em que vive e, a partir dele, descobrir o Brasil. "Para você conhecer um país é preciso conhecer as pessoas, olhar para o povo". Nesta busca, ele flagrou o cotidiano das pessoas, a relação com o meio ambiente, o artesanato, a culinária, o folclore etc. O resultado é a cara do Brasil, que muitos brasileiros desconhecem. "Os estrangeiros sempre estiveram 'de olho' nas potencialidades do Brasil, mas o brasileiro desconhece o seu próprio país. Por isso, queremos mostrar a cara do Brasil para os brasileiros", afirma Canário. Projeto Brasil 2 mil As imagens que compõem a exposição "Brasilidade" fazem parte do projeto Brasil 2 mil: 500 anos em 500 dias|Brasil 2 mil: 500 anos em 500 dias, uma iniciativa de Canário Caliari e de Sérgio Rondelli com o objetivo de documentar o Brasil nesta virada de milênio. Durante exatos 500 dias - de 9 de dezembro de 1998 a 22 de abril de 2000 - eles percorreram todos os ecossistemas brasileiros totalizando 86 mil quilômetros de carro e 20 mil quilômetros de barco, canoa, balão, avião, helicóptero, cavalo e a pé. O vasto e rico material produzido durante a expedição - 30 mil fotos e 150 horas de vídeo - está reunido em uma exposição itinerante, que vem percorrendo diversas localidades do país. Para divulgar este trabalho, Rondelli e Caliari também realizam palestras e, em breve, vão lançar um livro para contar as histórias e aventuras que colecionam desde 93, quando realizaram a primeira expedição pelo Brasil, percorrendo a pé os 300 quilômetros de praias entre Itaúnas, litoral do Espírito Santo e Porto Seguro, na Bahia. O Projeto Brasil 2 mil contou com o patrocínio do Banco do Brasil e apoio da FUJIFILM. A aventura pode ser conferida pela internet no site: http://www.brasil2mil.com.br. Informações p/imprensa: Ateliê de Textos|Ateliê de Textos c/ Alzira Hisgail e Isabel Silvares Telefax: (11) 3675.0809 e-mail: atelie@uninet.com.br Home | Contatos Copyright © FUJIFILM
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HAREM-33K-02481
Memória Oral do Idoso Depoimento de Adolfo Giuliana São Paulo, 13 de outubro de 1992 Realização Museu da Pessoa Fita 11 Transcrito por Liamara Guimarães de Paiva P - Seu Adolfo|Seu Adolfo, eu queria que primeiro o senhor se apresentasse, falasse seu nome, onde o senhor nasceu, a data, o nome do seu pai, da sua mãe. R - Eu nasci na Itália, perto do ("Comuni de Mulacio"?), província de ___________, 13 de janeiro de 1916. E, logo, tinha talvez um ano, meus pais me levaram para o Egito onde eu fui criado e freqüentei as escolas francesas e as escolas italianas. P - Como é o nome do seu pai e da sua mãe? Do que eles trabalhavam? R - O nome do pai era Angelo Giuliana, ele nasceu no Egito e tinha uma fábrica de móveis, minha mãe era dona de casa, cuidava da casa. P - Senhor Adolfo|Senhor Adolfo, o senhor poderia contar um pouco da sua infância? Como é que foi sua infância, contar um pouco como é que foi a sua vida quando pequeno? R - Eu fui criado nas escolas francesas. Lá tinha muitas escolas, cada comunidade tinha a própria escola, unidade grega, armênia, franceses, ingleses, cada comunidade tinha sua escola. Seu hospital também. Era um ambiente mais ou menos cosmopolita, lá todo mundo falava três ou quatro idiomas. Eu não cheguei a acabar o curso colegial devido à guerra e interrompi os estudos. Então, fui trabalhar numa livraria antiquária, durante a guerra, e depois eu abri uma loja de livros antigos para mim mesmo. Agora, em 56, infelizmente, veio a questão do Canal de Suez, que foi ocupado pelo ______________. E, aquele conflito ingleses franceses. Devido a isto eu perdi todos meus fregueses ingleses, franceses, israelitas... E, fiquei até 60. Em 60 tive de ir embora porque não tinha mais nada para... P - O senhor poderia contar um pouco sobre este período da guerra, contar algumas histórias da guerra do Egito? R - No tempo da guerra no Egito, muitos "egitarianos" foram, a maioria dos "egitarianos" foram no campo de "concentramento". Eu nunca me tinha me ocupado de política, por isso só entre os povos que nunca ocuparam de política que ficaram fora. P - O senhor lembra de algum episódio, do cotidiano da guerra no Egito? Da sua vida no Egito quando adolescente? Do cotidiano, como é que era a vida? R - Olha, a vida para os europeus em geral era muito fácil. Até 1936. E, depois, os movimentos nacionalistas, o Egito, coitado, passou uma ocupação dos pérsios, dos gregos, dos romanos, dos turcos, Napoleão, os ingleses e estavam fartos de estrangeiros. Então, aquele movimento natural de cada nação. Então, daí um movimento muito forte que acabou explodindo com a ocupação do Canal de Suez pelo _____________. Agora, eu como livreiro antiquário perdi a maioria dos meus clientes, ingleses, franceses, israelitas... Então, até 60, 1960, fiquei tentando sobreviver, depois não dava mais. Então, como tinha comprado uma biblioteca, nessa biblioteca tinha um livro em francês de (Stephan ______?) que a tradução do título é "Brasil terra do futuro". Eu li esse livro e disse: "Eu vou lá". Meu irmão foi para a Argentina. Eu disse: "Não, eu vou para o Brasil." P - E como é que o senhor se tornou livreiro? Como é que o senhor aprendeu a trabalhar com livros e ter uma loja de livros? Como é que o senhor aprendeu a ser livreiro, a trabalhar com livros antigos? R - Justamente, que eu comecei a trabalhar numa livraria antiquária. P - Foi seu primeiro trabalho? R - Sim.
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HAREM-81J-02566
Todos os nomes citados derivam desta cena, que rapidamente foi superada por outras modas. Qualquer deles prosseguiu na linha da pop electrónica, todavia, só Marc Almond e os Erasure seguem hoje uma atitude «camp», embora ambos com algumas «nuances» que de algum modo tendem a atenuar-lhes a envolvência escandalosa. Almond é o único que continua a cantar teatral e amaneirado, fazendo das suas interpretações casos de incandescência incontrolável, assente no culto do personagem instantâneo, à boa maneira tradicional do «camp» de Oscar Wilde. Se isso fica uma vez mais reiterado em «Memoribilia», a compilação dos seus êxitos a solo e nos Soft Cell, que parcialmente regravou para o efeito, também é visível que nos respectivos novos vídeos colados às antigas canções qualquer coisa mudou em Almond. O exemplo paradigmático é «Say hello and Wave Goodbye», cujo primeiro «clip» consistia numa verdadeira orgia de excessos e que agora é substituído por um teledisco de um romantismo asseado repleto de modelos em câmara lenta, que mais se tende a ligar aos «dessexuados» Black ou Don Henley.
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HAREM-118-02739
Exmo(a) Sr.(a), O mês de Outubro é marcado pela passagem para o euro de alguns produtos e serviços BPI. Assim e no que diz respeito ao BPI Net, todas as operações, são agora, por defeito apresentadas em euros. Para seu auxílio, nos ecrãs de confirmação são apresentados os valores em euros e em escudos, pelo que aconselhamos que verifique sempre ambos os valores. Para mais informações, poderá utilizar a Linha BPI Internet 808 289 289 ou enviar um email para o endereço bpinet@bancobpi.pt. Com os melhores cumprimentos, BPI Net Se não desejar receber informações do BPI por este meio, envie-nos o seguinte email: mailto:bpinet@bancobpi.pt?subject=Rejeitar.E-mails
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HAREM-636-02795
O Princípio da Incerteza de Heisenberg|Princípio da Incerteza de Heisenberg O elétron é uma partícula muito pequena, difícil de detectar a sua posição e sua velocidade ao mesmo tempo. Werner Heisenberg em 1926 propôs substituirmos o conceito de órbita pelo conceito de probabilidade de posição. Quanto maior a densidade eletrônica, maior a probabilidade de encontrarmos um elétron. A Contribuição de Schrödinger Em 1927, quando este austríaco formulou, por pura intuição matemática, uma equação de ondas válida para o elétron do átomo de H, tinha início a mecânica ondulatória. Sua adequação às observações experimentais ocasionou sua aceitação imediata e um grande desenvolvimento da mecânica quântica nos anos subsequentes. Depois da equação de Schrödinger|equação de Schrödinger não se podia mais admitir uma órbita precisa para o elétron. Essa equação, passada pelo devido tratamento matemático, revela figuras tridimensionais que sugerem uma probabilidade de encontrar elétrons em determinados volumes. Isto está exatamente de acordo com o que Heisenberg propôs. Estas regiões de máxima probabilidade de encontrarmos elétrons no átomo, foram chamadas de orbitais, diferenciando-se das órbitas de Böhr. Até agora, temos as seguintes partículas constituintes do átomo: Prótons|Prótons Neutrons|Neutrons Elétrons|Elétrons Porém, nos anos 60 intensas pesquisas revelaram que estas particulas basicas são compostas de mais unidades basicas chamadas de quarks. Isto foi concluido nos anos 80, as partículas constituintes da matéria são os quarks, e são responsáveis pelas forças que mantém o núcleo unido. Quarks|Quarks são particulas maciças, que tem um spin de 1/2 a suportam uma fração de carga elétrica. Os quarks sempre se encontram combinados com outras particulas. Existem 6 tipos de quarks: up, down, top,botton, strange e charm. Apenas o up e o down, ocorrem nos protons e neutrons. Os demais só aparecem em particulas instaveis que espontaneamente decaem em frações de segundo. Agora mais algumas partículas atômicas: BARYONS - Hadrons que consistem de 3 quarks BOSONS - Partículas que suportam as forças físicas básicas FERMIONS - Todas as partículas com spin 1/2 ou 3/2. Exemplos incluem leptons e baryons. GLUONS - Bosons que suportam intensas forças entre dos quarks. GRAVITONS - Bosons que se supões suportar as forças gravitacionais. Estas partículas já vem sendo observadas. HADRONS - Todas as partículas que são compostas pelos quarks. LEPTONS - Partículas que foram encontradas fora do núcleo. Existem seis tipos de leptons: eletrons, muons, taus, e os respectivos neutrinos. MESONS - Hadrons formados por um quark e antiquarks. MUONS - Leptons que são menos pesados que os elétrons. Embora estas partículas existam desde os primeiros instantes da formação do universo, elas agora existem apenas em partículas aceleradas e raios cósmicos. NEUTRINOS - Partículas sem carga elétrica e com nenhuma ou pouca massa. PHOTONS - Bosons que carregam força eletromagnética. São as partículas que compõe a luz. QUARKS - Partículas que compõe os neutrons e os protons. TAUS - São leptons mais pesados. Hoje estas partículas podem apenas ser encontradas em partículas aceleradas e em raios cósmicos, embora fossem abundantes no início da formação do universo. VECTOR MESONS - (Também chamados de W+, W- e Z bosons). Bosons que carregam fracas forças, responsáveis por alguns tipos de decaimentos radioativos. Voltar
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HAREM-147-02919
INFOÉTICA OS DESAFIOS ETICOS, JURIDICOS E SOCIOCULTURAIS DA SOCIEDADE DA INFORMACAO NA AMERICA LATINA E CARIBE Nos dias 26 e 27 de outubro será realizado no Rio de Janeiro o workshop temático InfoÉtica 2000 Os Desafios Éticos, Jurídicos e Socioculturais da Sociedade da Informação na América Latina e Caribe. O objetivo é produzir uma proposta que retrate o pensamento latino-americano e caribenho sobre as questões legais e éticas no uso da informação em ambientes eletrônicos. Esse documento será levado ao 3 o. Congresso Internacional da UNESCO sobre Desafios Éticos, Jurídicos e Sociais do Ciberespaço|3 o. Congresso Internacional da UNESCO sobre Desafios Éticos, Jurídicos e Sociais do Ciberespaço, que ocorrerá em Paris, de 13 a 15 de novembro. Promovido pela UNESCO, Programa Sociedade da Informa-ção e Ministério da Ciência e Tecnologia. Informacao: (61) 217.6332 (61) 3211798
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HAREM-42J-03027
O impacto provocado pela jazzística trilha de «A Marca da Maldade», com temas influenciados por Stan Kenton e até por pianistas de bordel, chamou a atenção de Edwards, que em 1958 procurava um músico novo, talentoso e barato para compor o prefixo da telessérie «Peter Gunn». O jovem (34 anos), talentoso e barato Mancini entrou rachando. A fanfarra que a seguir compôs para «Dizem que É Amor» (High Time) só não ficou também gravada na memória de todo mundo porque, daquela vez, Edwards nem sequer chutou na trave. Parceria De todo modo, uma sólida e longa parceria se configurava, alternando comédias e dramas cuja qualidade cinematográfica variava infinitamente mais que as virtudes de suas trilhas sonoras. Quando os dois acertavam juntos («Bonequinha de Luxo», «Vício Maldito», «A Pantera Cor-de-Rosa»), era uma festa para todos os sentidos. E faturamento em dobro para o compositor, que não perdia uma chance de estourar no «hit parade» com uma canção. Por duas delas, «Moonriver» e «Days of Wine and Roses», ambas com letra de Johnny Mercer, ganhou o Oscar.
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HAREM-141-03120
Passatempo LEVE AS CRIANÇAS AO TEATRO! O Site da Educação e o Teatro Municipal Maria Matos oferecem-lhe 5 bilhetes duplos para, no dia 4 de Maio (Sábado), às 15 horas, assistir ao espectáculo - A Escolha de Tomé. Para ganhar responda àpergunta , preencha os campos da ficha e clique em "Enviar|Enviar". Encontrará as respostas na página do programa do Teatro Municipal Maria Matos. Para lá chegar clique aqui Pergunta: Quem ajuda o Tomé durante a sua viagem? Nome E-Mail Telefone Resposta Tomé éum rapaz que descobre que éuma simples personagem de um conto para crianças. Com a ajuda do Narrador, figura sábia e conhecedora da alma humana, Tomé faz uma longa viagem. Ao longo desta viagem, Tomé será submetido a três difíceis provas. Em cada prova, haverá uma escolha a fazer. As crianças do público, acompanharão o Tomé nesta viagem e com ele terão de tomar decisões e efectuar as escolhas acertadas. Em cada prova o público será consultado. De mão no ar, agitando uma bandeirola verde ou encarnada cada criança será chamada a opinar sobre as escolhas do Tomé. E de acordo com as escolhas feitas, o final da nossa história poderá ser diferente de espectáculo para espectáculo. Será que Tomé se tornará uma verdadeira pessoa? A escolha também vai depender do público. Se desejar obter mais informações ou fazer reservas contacte: Teatro Municipal Maria Matos Tel: 218 438 806 (reservas)
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HAREM-632-03194
Primeiro dia de matrícula é marcado por dúvidas Quinta-feira, 7 de janeiro de 1999 O Estado de São Paulo Primeiro dia de matrícula é marcado por dúvidas JULIANA JUNQUEIRA Apesar de tranqüilo, o primeiro dia de matrículas das crianças com 7 anos incompletos foi marcado por algumas dúvidas por parte dos pais. Ainda estão indefinidos, por exemplo, os horários de aulas das salas emergenciais e a distribuição dos alunos por períodos. "Só vamos ter esses dados depois de finalizadas as matrículas", afirmou ontem o secretário municipal da Educação, João Gualberto de Carvalho Meneses. Será após esse período que a secretaria saberá quantas salas emergenciais serão necessárias e onde irão funcionar. "Um balanço de primeiro dia nos indicou a necessidade de 168 salas emergenciais", disse o secretário. "Vamos colocar à disposição 680 salas", afirmou. O secretário garantiu ontem que nenhuma criança em idade escolar ficará fora das escolas. Em Capela do Socorro, bairro da região sul da capital, um grupo de pais e alunos invadiu um posto de saúde com o objetivo de transformar o local em escola. Segundo o diretor da Escola Municipal Miguel Vieira Ferreira, Carlos Alberto Giannazi, que participou do movimento intitulado Marcha dos Sem-Vaga, a região sofre pela carência de vagas nas escolas. A secretaria enviou ao local uma equipe do SOS Matrículas e um engenheiro para avaliar o caso. "Não sei dizer se há deficiência de vagas naquela região", disse Meneses. "~Mas a região sul tem alguns pontos localizados em que o problema existe", afirmou. Segundo Giannazi, as escolas na região de Capela do Socorro estão com lista de espera e não há garantia de vaga para todos. Sem filas na frente das escolas, a preocupação de alguns diretores, ontem, era quanto à duplicidade de matrículas. É que alguns pais desconheciam a rematrícula automática das escolas de educação infantil para as do ensino fundamental na rede municipal e fizeram matrícula também em escolas estaduais. A interligação entre as secretarias detectou o problema, mas as crianças ficarão matriculadas na primeira escola em que se inscreveram. Copyright 1999 - O Estado de S. Paulo - Todos os direitos reservados Carlos Giannazi
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HAREM-01B-03438
Artistas no poder Peter Turrini A coisa que o senhor Haider mais queria no mundo, segundo conta a irmã, era ser actor. Ao que ela diz, ele passava os dias a estudar papéis e a suspirar por uma oportunidade de aparecer nos palcos. O senhor Prinzhorn, destinado por Haider a um lugar de ministro, costuma recitar os seus poemas em privado. O senhor Mölzer, o ideólogo-chefe do partido de Haider, publica romances. O senhor Westenthaler, chefe do grupo parlamentar do partido de Haider, expõe as suas aguarelas numa galeria de Simmering. O senhor Sichrovsky, deputado europeu do partido de Haider, escreve peças de teatro. O senhor Morak, secretário de Estado da Cultura do novo governo, é actor de teatro e cantor pop. O senhor Schüssel, o chanceler federal, toca piano - Artistas no poder! No princípio de toda a carreira de artista, está a impotência. Os artistas são pessoas que trazem ao mundo uma proposição estética de que o mundo de modo nenhum estava à espera. À rejeição por parte deste, a maioria dos artistas reage com um reforço da sua proposição, com uma atitude megalómana. No início do século XX, a situação de Oskar Kokoschka e de Adolf Hitler era bastante parecida: um tentava vender os seus óleos em cafés vienenses, o outro, as suas aguarelas num asilo para homens. Nenhum vendia nada e ambos sonhavam vir a ser grandes artistas. Todos nós sonhamos o sonho da arte, independentemente de termos ou não termos talento. Quem quer que seja capaz de formar uma frase, de manejar um pincel, perpetua-se no papel, faz pinceladas na tela, na esperança de ter exprimido uma originalidade imorredoura. Qualquer jornalista da nossa terra embrulha o seu aranzel do dia-a-dia entre as duas capas de um livro, ansiando por que sobreviva eternidades fora. A burguesia vienense, e não apenas esta, põe os filhos a aprender piano à força e nada deseja mais ardentemente do que pequenos Mozarts e Schuberts. Todo o director de jornal com posses para tal paga a um escritor americano borracho para que o faça entrar literatura. Todo o jornalista de televisão arranja maneira de meter o nome no genérico do filme, mesmo que mais não tenha feito do que servir de moço de recados entre o canal de televisão e a produção do filme. Todo o leitor de editora malha com os seus conhecimentos de alemão, há muito ultrapassados, no manuscrito que lhe foi apresentado, ele gostaria pelo menos de rasgar algumas feridas no corpo do escritor. Não há político que não compile a soma dos seus crimes, das suas incapacidades, dos seus subornos, na forma de memórias, apontando assim a si próprio o caminho da imortalidade. Todo o dono de um jardinzinho tem esperança de que pelo menos o anão de jardim o ultrapasse em altura quando ele, o dono de um jardinzinho, estiver debaixo da terra. E está bem que assim seja. Tornamo-nos artistas, sonhamos o sonho da arte, porque não queremos espichar, porque temos medo de que a lápide funerária com o nosso nome caia e só fique à vista a face lisa e sem nome, para todo o sempre. Quando nada restar de nós, tem a arte que restar de nós, e se nada de seu produziu, o ser humano tem pelo menos que ter estado próximo da arte. Qualquer guarda de museu se acha mais importante, mais próximo da imortalidade, do que o porteiro de uma estação de tratamento de esgotos. Eu tenho uma profunda compreensão por este mecanismo, considero-o até uma necessidade. Desde que o bom Deus não pode já garantir-nos a perspectiva da imortalidade, desde que a ideia democrática dá importância a todos e não apenas às cabeças coroadas, também gozamos dos mesmos direitos quanto à exigência de eternidade. Qualquer um tem direito a fazer-se imortal, mesmo que só os amigos e a família acreditem nisso. Não há diferença nenhuma entre a estátua de Palas Atena e um anão de jardim de Grossgöpfritz, salvo quanto à qualidade. A ânsia, o sonho de arte que subjaz a ambos é o mesmo. Ai de nós todos, quando este sonho de arte estoira, quando o sonhador de arte descobre toda a sua incapacidade, quando não tem remédio senão reconhecer o seu insucesso, quando é forçado a olhar de frente a sua própria falta de talento, o seu semitalento. A sua decepção, a sua raiva, o seu medo do nada e a paranóia daí resultante, a sua vingança, são imensuráveis. Não existe vingança mais feroz do que a do semitalento, nenhum castigo mais violento do que o que o sem-talento inflige ao talentoso, e o que acordou, ao que sonha: todos os críticos agem movidos por esta humilhação. Adolf Hitler, o maior dos sonhadores de arte, reprovou no exame de admissão à Academia de Belas-Artes de Viena; em consequência, destruiu depois metade do mundo, para que nenhum sonho de arte pudesse jamais sobreviver. Quando entrou em Viena, a primeira coisa que fez foi mandar destruir os registos da Academia de Belas-Artes em que estava consignado o seu fracasso. Joseph Goebbels, ao ser obrigado a reconhecer que os seus dramas, que tinham uma certa tendência de esquerda, nenhum teatro os queria, pôs-se a congeminar teorias de conspiração e juntou-se aos nazis. Jörg Haider, ao ver que não conseguia um lugar no Teatro Estadual de Linz ou no Teatro Municipal de Klagenfurt, elegeu para palco o país inteiro, mais, o mundo inteiro. O senhor Mölzer, ao ver que não conseguia publicar a sua suada prosa varonil em nenhuma editora, mas só em edição de autor, tornou-se conselheiro cultural de Haider. É patente nele a vontade de se vingar dos seus colegas mais bem sucedidos, e a imprensa austríaca não porá limites a essa vontade. Peter Sichrovsky, que tentou insinuar-se junto de Claus Peymann como autor do Teatro Nacional e foi posto a andar, apelou na sequência ao público para que tomasse de assalto o Teatro Nacional quando da estreia da peça Heldenplatz, de Thomas Bernhard. A que autores caberá agora, com o poder de Estado por detrás, serem tomados de assalto? E Franz Morak, o mais talentoso e mais trágico de todos, que espreita com cenho carregado do peso do cargo e que não tardará, de qualquer modo, a ser um político de empréstimo em festas de Carnaval? E Schüssel, chamado do sonho à realidade? Os sem-talento, os meio-talento, os três-quartos-de-talento, ei-los agora no poder, autênticos artistas da governação. Agora, podem finalmente erguer de novo o seu ofendido ego de artistas, o seu narcisismo recalcado, a sua amesquinhada consciência de artistas, podem alçá-los a uma dimensão monumental, podem elevar-se para o céu com o pedestal do Estado sob os pés: prontos para levarem com a caca dos pombos. Viena, 8/2/2000 Tradução de António Sousa Ribeiro
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HAREM-63J-03534
Inez Teixeira expõe em S. Bento Inez Teixeira é uma jovem pintora que tem exposto regularmente desde há uns dois anos. Agora, num espaço de exposições também recente, mostra uma série de obras de pequeníssimo formato feitas a grafite sobre tela. E julgamos ainda estar longe de casos como o do banco britânico NatWest que guardava as opiniões religiosas e políticas e mesmo os hábitos alimentares de alguns dos seus 6,5 milhões de titulares de contas. Em paralelo, há sempre o perigo de estas BD irem cair nas mãos de pessoas menos escrupulosas. Em Janeiro de 1994, noticiava-se a introdução na Alemanha de um supercomputador que regista as impressões digitais dos candidatos a asilo político, para tentar detectar fraudes nos subsídios da segurança social. Na mesma altura, começou a funcionar um sistema informático que permite distribuir mais rapidamente os estrangeiros pelos campos de refugiados. Nada fez parar esta compilação de dados, nem o receio de que os endereços pudessem cair nas mãos de grupos nazis que ficariam assim a conhecer onde moram os seus «alvos».
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HAREM-44J-03572
V.C. -- Mas é quase disco de prata [ faltam seis mil, segundo a editora, a BMG ]! Comprar um CD não está ao alcance de todas as pessoas que compravam os nossos discos, mas acreditamos nos jovens, porque temos a certeza que aderem a isto. É lógico que estamos a aproveitar o facto de os portugueses aderirem outra vez à música popular. P. -- E qual é a vossa opinião sobre a música portuguesa actual? O que é que acham que mudou desde os anos de apogeu do conjunto?
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HAREM-748-03685
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HAREM-61K-03744
P - E o senhor sentiu muita diferença do modo de vida do Egito para o Brasil? R - O modo de vida é quase igual com o tempo de antes desse movimento nacionalista. Que todos os europeus, os egípcios era tudo uma coisa comum, como uma comunidade, uma irmandade unida, apesar das diferenças de opiniões mas todo mundo vivia em paz. Então, o Brasil é mais ou menos como os bons tempos do Egito. P - O que o senhor gosta mais do Brasil? R - Do Brasil? Gosto do Brasil, que eu considero um paraíso. Gosto do povo que apesar de ser sofredor ainda pode sorrir. Tem gente que sorri apesar da situação. Agora, mais do que isso? Não sei. Se gosto do país e do povo apesar de ser sofredor? Agora, é um país que infelizmente foi mal administrado. Isso não é de ontem é uma série de governos. Não sei, incapacitados ou, bom, como disse (Stephan ______?) "Terra do futuro." P - O que o senhor faz atualmente? R - Atualmente? Estou aposentado. P - O seu cotidiano como é? O que o senhor faz diariamente? R - Diariamente estou tentando dar umas aulas de italiano, de inglês, de francês. É um pouco difícil porque a situação está difícil para todo mundo. P - Seu Adolfo|Seu Adolfo, quais são as suas perspectivas de futuro? O que o senhor ainda gostaria de fazer, seus sonhos, o que o senhor sonha ainda fazer? R - Meu sonho é que a situação do Brasil melhore para os brasileiros e para todo mundo. Porque aqui tem dificuldade mas tem muito mais liberdade, tem menos ódio e menos preconceitos que outras cidades e que outros países. P - O senhor gostaria de voltar para Itália? R - Não. Não porque seria começar tudo de zero e já me acostumei aqui. Estava no Egito, estava contente. Veio aquele negócio do nacionalismo, que não tenho nada contra porque os coitados: séculos e séculos uma invasão atrás da outra. A posição deles lá, cada um queria ocupar. Agora aqui não tem outro jeito, para onde ir melhor que aqui? Aqui tem uma crise mas vai olhar em volta. P - O senhor acha importante deixar gravado em vídeo a sua história de vida? R - Também seria importante para outras pessoas fazer uma opinião. A minha, aquela de outros, que não seria a opinião de jornais ou opinião de pessoas jornalistas. Serviria para outras pessoas para ter opiniões de pessoas, italianos, grego, armênio, árabe, israelita. Porque aqui não tem os conflitos que têm fora e vamos esperar que continue assim. P - Queria que senhor desse uma mensagem para as gerações futuras, para as gerações mais jovens, as crianças, os adolescentes que estão por aí. O que o senhor diria para eles? Desejaria para eles? R - Eu desejaria que o povo tivesse mais instrução e mais oportunidades de Ter boa saúde e não depender de promessa de políticos. Que tivesse verdadeiramente uma boa situação para todo mundo. Então seria o paraíso terrestre de verdade. P - O senhor estava contando a viagem para os Estados Unidos, gostaria que o senhor contasse um pouco dessa coisa que o senhor disse, que agora quer continuar viajando. Como é essa história? R - Eu tive a oportunidade de ganhar essa viagem. Eu vi o interior dos Estados Unidos, é muito bom. Fui em ___________, fui no Canadá, em (Windsor?), são cidades maravilhosas, têm um modo de vida muito mais elevado. Desejaria que esse modo, esse estado de vida fosse também o estado de vida do povo brasileiro, que sofreu muito e está sofrendo muito. O povo mesmo, não aqueles que estão lá em cima. Tem alguns que se salvam mas tem outros que não colaboram. É um egoísmo, um egocentrismo, tudo deve convergir para mim e tudo deve partir de mim para os outros como eu quero, como quero. Seria um pouco mais de justiça social. P - O senhor gostaria de contar alguma coisa sobre a sua vida que o senhor não contou ainda? R - Aqui? Graças à Deus eu não tenho do que me queixar. Depois de um mês que eu cheguei aqui, cheguei em abril, em maio já estava na (ITT?) e fiquei até 84. Tive oportunidade de ir para o Paraguai, ganhei uma viagem prêmio para os Estados Unidos e São Domingos, fui para Brasília quando o chegou o General _______, fui para o Paraguai também. Não tenho do que me queixar, trabalhei, fui útil para alguém e aproveitei das oportunidades da vida, não é só do trabalho. P - Obrigada seu Adolfo|seu Adolfo. (fim da fita) ("Comuni de Mulacio"?) (Stephan ______?) (ITT?) (Windsor?)
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HAREM-51J-03849
Infante -- E pagaram as passagens. Me deram uma licença de dois anos, acreditavam que o exílio ia me neutralizar. Tinha uma família para sustentar, e pensavam que isso me impediria de fazer qualquer coisa. Pensavam que meu livro «Três Tristes Tigres» seria recebido sem grande estardalhaço. Outro lado de Lara: ela estudou canto lírico, adora música e costuma cantar em shows e jam sessions com amigos. Como fazia em Madri. A idéia para o livro surgiu após uma entrevista que Andréa fez em meados de 93 para o «Tokyo Journal» com o jogador Zico, à época atuando no Kashima. «O editor da revista me telefonou e deu a idéia. Fizemos um projeto e comecei a elaborar a estrutura do livro», diz Andréa. Nos fundos de commodities há liquidez diária após 30 dias. Na transição para o real, são mais recomendados os fundos de renda fixa DI (Depósito Interfinanceiro).
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HAREM-12B-03899
Forte de Tiracol O forte de Tiracol está situado num enclave, no ponto mais nortenho do estado de Goa, separada do resto do território pelo Rio Tiracol. Acessível via terrestre por norte, pelo estado de Maharastra, o ferry é uma alternativa para quem vem de sul, de Querim. O forte fica numa pequena colina e ao sopé desta situa-se a pequena aldeia piscatória de Tiracol com a sua população totalmente cristã. O forte foi recentemente renovado e aloja o Hotel Tiracol Fort Heritage com 10 quartos e um restaurante. De tamanho muito reduzido, este forte é contudo de longe o mais bem conservado de Goa, e dali se tem magníficas vistas sobre o Mar Árabe, o rio e a praia de Querim. História|História Construída originalmente pelos Bhounsolos, foi conquistada pelos portugueses em 23 de Novembro de 1746, pelo vice-rei D. Pedro Miguel de Almeida e Portugal, marquez de Castello Novo. Este mandou construir no seu interior uma capela que no século XIX foi elevada a igreja e dedicada a St.º António. Em 1835, pouco depois da revolução liberal em Portugal foi nomeado o primeiro governador goês na história da Índia Portuguesa. Bernardo Peres da Silva no entanto nem chegou a ocupar o seu posto, devido a um contra-golpe que o derrubou. Os seus apoiantes, reunidos no Forte de Tiracol foram atacados pelo governador militar Fortunato de Mello e assassinados. Em 17 de Fevereiro de 1819 o tratado assinado pelo Rajá Bhounsoló reconhecia a autoridade britânica nos seus domínios, e assim retirou a importância estratégico-militar do forte. Já nos finais dos anos 50 o forte voltou a ganhar importância pelas constantes incursões de "combatentes da liberdade" indianos que por poucas horas o ocupavam e lá içavam a bandeira indiana.
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HAREM-44J-03902
Árbitros: Miguel Castro (Argentina) e Alfonso Bove (Itália). Portugal -- Guilherme Silva, Paulo Almeida, Vítor Fortunato, Pedro Alves, Tó Neves; Rui Lopes (2), Paulo Alves e António Ramalho (2).
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HAREM-51J-03923
No entanto, alguns dos analistas contactados pelo PÚBLICO, consideram que a Sumolis tem sido «esquecida» pelo mercado e que existem boas perspectivas quanto aos resultados de 1997. Para além destes dois aspectos, surgem os habituais rumores sobre um eventual interesse comprador por parte de outros grupos empresariais do sector das bebidas, como, por exemplo, a Jerónimo Martins. Uma possibilidade entretanto desmentida pelo grupo presidido por Soares dos Santos . «É totalmente falso que a Jerónimo Martins esteja interessada na compra da Sumolis », garantiu ao PÚBLICO um porta-voz da empresa. No lado das subidas, destaca-se ainda o comportamento do Banco Totta & Açores que, ao contrário dos restantes títulos do sector bancário, encerrou a ganhar 3,41 por cento. Movimentaram-se cerca de 285 mil títulos, com a cotação de fecho a situar-se nos 4359 escudos. «Alguma coisa se passa à volta deste papel. Existe um forte interesse dos internacionais», salientou outro responsável.
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HAREM-411-03995
Untitled Document Editorial Repressão, Solidariedade e Determinação Foram as alterações havidas na alta hierarquia do Exército em comissão de serviço na Guarda, e a nova equipa que comanda os destinos desta Força de Segurança, que são responsáveis pelo desenvolvimento de uma linha fortemente repressiva contra o jovem e representativo movimento associativo. No cerne desta brutal ofensiva contra o elemento mais consciente e que encabeça o movimento de autonomização, modernização e dignificação desta Instituição secular de Segurança|Instituição secular de Segurança, estão todos aqueles que querem manter privilégios e atitudes de comando passadistas e prepotentes e os que sempre viveram de espinha curvada, na tentativa sempre frustrada de parar a roda da história e de silenciar a voz irreverente, responsável e autorizada da maior e mais representativa Associação da Guarda. A utilização da repressão como método, éo argumento dos incompetentes e nunca, mas nunca, foi suficiente para anular ou aniquilar a força da razão, do pensamento e da Justiça. A vigília do passado dia 22 de Junho, frente ao Comando - Geral e convocada pela Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC / PJ), em representação da Comissão Coordenadora Permanente, que engloba Associações e Sindicatos da Administração Interna|Sindicatos da Administração Interna, Defesa e Justiça, além da inequívoca demonstração de solidariedade das duas centrais sindicais (UGT e CGTP), de partidos políticos, de magistrados, de juristas, de cidadãos anónimos, de muitos profissionais e de uma cobertura mediática sem precedentes, confirmou o forte prestígio da nossa jovem Associação e os apoios àcausa que abraçámos e a condenação vigorosa dos actos que atentam contra a dignidade humana e o processo de modernização da GNR e de direitos de cidadania para os seus profissionais. O homem da Guarda nunca voltou as costas ao perigo , àvilania e àinfâmia, e com coragem e determinação saberá mais uma vez defender os valores e causas em que acredita. O Associativismo, a razão e a Justiça, VENCERÃO!
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HAREM-70C-04005
Estou convicta de que precisamos de uma política europeia dinâmica a favor da infância, de que precisamos de um defensor das crianças, que as proteja de forma eficaz e exclusiva. Tendo em vista a assembleia da ONU do próximo mês de Maio que vai proceder à revisão da Convenção dos Direitos da Criança e na qual o Parlamento Europeu deveria ter uma participação, conforme pedido por nós formulado, creio que seria muito positivo se a senhora Comissária tomasse uma iniciativa para nos dotarmos de uma política nova, abrangente e comum a favor das crianças e dos jovens a nível europeu. Senhor Presidente, saúdo calorosamente o relatório da senhora deputada Gröner. Apesar de um início tardio, o programa JUVENTUDE provou ser um programa de valor inestimável. Por que razão este programa se reveste de tanta importância? Porque um dos seus principais objectivos é abarcar uma proporção mais elevada de jovens desfavorecidos: indivíduos, grupos ou organizações, que de outra forma não teriam qualquer acesso a qualquer tipo de financiamento europeu. Claro que surgem as críticas sobre os elevados custos administrativos, visto que o programa compreende vários microprojectos que, pela sua dimensão, são naturalmente mais difíceis de administrar. Tive a sorte de ter trabalhado de perto com um grupo de jovens desfavorecidos do País de Gales, o meu próprio país, que receberam financiamento ao abrigo deste programa. Os jovens participantes beneficiaram tanto desta acção que, vê-los falar aqui em Bruxelas - alguns deles eram anteriormente jovens delinquentes -, mostrou-me claramente a importância deste programa. A inclusão de projectos válidos que visem jovens desfavorecidos, garanto-lhes, vale cada centavo do que custa. Temos de salvaguardar o programa e proteger os seus principais objectivos, isto é, chegar até aos jovens desfavorecidos. Senhora Presidente, talvez seja útil recordar aqui que a cultura europeia não esteve à espera da Comissão para que as artes e as línguas dos vários países europeus dessem ao mundo as provas mais tangíveis do génio humano. Encorajar tal riqueza é, decerto, uma das missões menos contestáveis da Comissão, e o relatório Gröner vai no bom sentido. Contudo, os programas que hoje estamos a discutir podem ser objecto de dois tipos de observações. A primeira, de ordem técnica, e que é largamente referida nos diversos relatórios hoje debatidos, tem a ver com o seu peso e opacidade. Quem os solicitou pôde verificar o verdadeiro quebra-cabeças que são os dossiês dos pedidos. Talvez a Comissão veja, aqui, uma verdadeira forma de arte. Tornar os procedimentos mais leves permitiria porém, nomeadamente, suprimir as subvenções às associações intermediárias cujo objecto é, muito simplesmente, ajudar os artistas e os estudantes a conseguirem os famosos fundos europeus. Algumas destas associações são, aliás, presididas por membros desta assembleia. Sem querer fazer aqui processos de intenções, esta mistura não é, com certeza, desejável. A segunda observação, de ordem política, tem a ver com a intenção mal escondida de desenvolver, a partir destes programas, uma propaganda tendente a converter os jovens cidadãos dos nossos Estados-Membros em "homo-europeus" anacionais. Senhora Presidente, em primeiro lugar, gostaria de felicitar a senhora deputada Gröner pelo excelente trabalho que realizou, bem como a Comissão, e em particular a senhora Comissária, pela iniciativa da elaboração deste Livro Branco, que já de si considero um grande êxito. Devemos ter presente, porém, que é agora que somos chamados a fazer um verdadeiro esforço para assegurar a respectiva aplicação nos Estados-Membros, pois, se o não fizermos, não tiraremos partido de todo o dinheiro que investimos na elaboração deste Livro Branco, o que seria profundamente lamentável. Não podemos esquecer que os jovens são o nosso futuro, o futuro da Europa e de grande parte do mundo, e que, neste processo, estamos a procurar aproximar jovens provenientes de mais de trinta países. Por conseguinte, não podemos permitir que o êxito deste programa se veja comprometido por prazos demasiado longos de análise dos projectos ou por atrasos nos pagamentos, se bem que, no tocante a este último ponto, me tenha congratulado ao ouvir a relatora dizer que o problema foi diminuindo à medida que o programa foi sendo executado. Temos de procurar que os relatórios da Comissão sejam claros e coerentes e, sobretudo, que todos os anos seja apresentado um relatório anual que abranja todas as agências nacionais de Juventude. Devemos igualmente procurar que os custos administrativos não sejam demasiado elevados e, por último, gostaria de pedir o apoio dos governos na obtenção de vistos por parte de jovens oriundos de países fora da União que pretendam participar nestes programas. Senhora Presidente, permita-me em primeiro lugar que agradeça a Lissy Gröner. Ela sempre foi, no Parlamento, a chave-mestra para nos lançarmos numa verdadeira política para os jovens. E, quando falamos de política para os jovens, estamos muito longe de uma política de propaganda. Estamos, mesmo, no pólo oposto, porque o programa JUVENTUDE contribui para desenvolver o conhecimento do outro, a aprendizagem de outras línguas, outras culturas, a liberdade de expressão e, consequentemente, para promover valores fundamentais como a tolerância, a diversidade, a solidariedade. São estas as bases sobre as quais deve construir-se uma Europa da cidadania. Se oferecermos a centenas de milhar de jovens, todos os anos, a possibilidade de trabalharem em conjunto, de escutarem outros jovens e outras culturas, de se empenharem para ajudar socialmente aqueles que mais necessitam, estaremos a fazer uma obra de civilização, não uma obra de propaganda. Foram apresentadas pelos deputados várias observações a que gostaria de responder. Tentámos melhorar a gestão do programa e simplificar o acesso a ele. Vários deputados, aliás, frisaram o esforço desenvolvido nos últimos anos, nos últimos meses. Já conseguimos abreviar os prazos do processo de decisão. Não sendo perfeita, a situação é neste momento bastante melhor do que no início, e posso garantir que vamos continuar, a fim de tornar a simplificação dos procedimentos administrativos e a redução dos prazos do processo de decisão ainda mais eficientes. Vários oradores salientaram a importância da abertura deste programa aos jovens desfavorecidos. Congratulo-me com os exemplos concretos apresentados pelos deputados para mostrar como os jovens desfavorecidos puderam aproveitar destes programas de uma forma positiva para o seu desenvolvimento ulterior e a sua inserção na sociedade. Vamos, é claro, manter-nos nesta via. Como sabem, 50% dos projectos centralizados são-lhes abertos. Do mesmo modo, tentaremos que os outros projectos lhes sejam mais abertos do que acontece neste momento.
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HAREM-612-04097
Paris Lumière | Hospedagem | 4 estrelas | Terrass Hotel 26ºC Météo France Brasília Paris - 4 estrelas - 3 estrelas - 2 estrelas - 1 estrela - Apart hotel - Castelos Terrass Hotel 12, rue Joseph de Maistre - 75018 PARIS Telefone: 00 331 46 06 72 85 Fax: 00 331 42 52 29 11 Direção: Jean-Luc Binet E-mail:terrass@FranceNet.fr O Hotel Salão Ver Paris e sonhar... um clichê turístico, mas realista desde que você abrace Paris do restaurante instalado no terraço-jardim da cobertura. O serviço é completo, a cozinha é natural e sofisticada, e a vista é tão deslumbrante que os lugares são contados. Aliás, cada parisiense (existem muitos, talvez ? ) deveria levar ali pelo menos uma vez um amigo em viagem (seria demais ? ). Seja ele de Tóquio, do Rio, Chicago ou Sochaux, certamente ele voltará, fiel a tanta magia e firmemente decidido a "crer na França". 88 quartos com banheiro privativo 13 suítes 7 andares com elevador Sala de estar Piano Bar com música ao vivo. 8 salas equipadas para seminários ou banquetes. Dois restaurantes, no térreo e no terraço, oferecendo uma vista espetacular de Paris. Salão do restaurante Restaurante no terraço panorâmico Localização Situado na colina de Montmartre, próximo à igreja do Sacré Coeur, o Terrass Hotel lhe oferece uma localização especial com vista dominante sobre Paris, aliado à tranquilidade de um bairro. Metrô Linha 2 Estação Place Clichy ou Blanche Linha 12 Estação Abesses Ônibus Linhas 30 - 54 - 60 - 68 - 74 - 81. Estacionamento Garage fechada no sub-solo. Quartos Os quartos e suítes são perfeitamente equipados, a preços corretos. Com belo mobiliário de época, oferecem TV com satélite, telefone direto, controle de ar e aquecimento individual, banheiro completo, secador de cabelos, jornal grátis, mini-bar, vidros duplos, alarme de fumaça, desligamento automático, radio-relógio, chamada despertador e ligações internacionais diretas. Preços QUARTOS Simples 1 pessoa 1110 FF Simples 2 pessoas 1320 FF Superior 1 pessoa 1320 FF Superior 2 pessoas 1540 FF Triplo - Suíte Júnior 1860 FF Café da manhã - 75 FF QUARTOS - Promoção Internautas Simples 1 ou 2 pessoas 880 FF Superior 1 ou 2 pessoas 1040 FF Triplo - Suíte Júnior 1400 FF Café da manhã - Cortesia Aceitamos todos cartões de crédito, cheque de viagem e Euros Todos os impostos incluídos Câmbio - Valores atuais Franco Francês 1 Real= 3.8466 Francos 1 Franco = 0.2600 Reais Euro - CEE 1 Real = 0.5864 Euros 1 Euro = 1,7053 Reais Serviços Elevador Estacionamento Baby -sitting Lavanderia Serviços de quarto Mini bar Secador de cabelos Climatização individual Telefone direto TV satélite
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HAREM-541-04288
SOGIPE - Aluger e Comércio de Equipamentos, Lda. A SOGIPE éuma empresa vocacionada exclusivamente em Aluguer de Longa e Curta Duração. Éa resposta a uma necessidade crescente de um serviço de aluguer especializado no sector de logística. A SOGIPE disponibiliza-lhe a gama mais completa de empilhadores com mais de 70 modelos, de forma a prestar um serviço adequado às suas necessidades. A SOGIPE éespecializada em aluguer de material LINDE , sendo a LINDE o maior fabricante de material de movimentação de cargas a nível mundial, com mais de 27 milhões de contos aplicados, por ano, na área de I&D. Mais de 120 pessoas, das quais mais de 70 técnicos, dedicadas a garantir o serviço do cliente. Uma frota de mais de 30 "carros oficina" equipados para todo o tipo de intervenções, a todo o momento, nas suas instalações. Centros logísticos em Loures e Benavente com salas de formação, centros de demonstração e centros de preparação para as cerca de 400 máquinas vendidas por ano. 8500 m2 de área coberta. Delegações em Lisboa, Matosinhos, Loures e Benavente. Mais de 30 concessionários em todo o pais, assegurando total cobertura nacional. 36.000 referências geradas de peças. Mais de 8000 máquinas vendidas e mais de 2000 clientes activos. | Empresa | Condições | Frota | Consulta | Usados | A EMPRESA - APRESENTAÇÃO CONDIÇÕES PARA ALUGUER A FROTA LINDE CONSULTA PARA ALUGUER CONSULTA PARA ALUGUER USADOS PARA VENDA Realizado por PROMEC Serviços Resolução mínima 800x600 Última actualização 25/02/2000
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HAREM-22J-04380
Em síntese, aquele dinheiro seria a última prestação do pagamento do terreno. Em troca, assinava-se o contrato-promessa de compra e venda. Deolinda, com o seu advogado ao lado, deu-lhe a procuração e Manuel foi ter com Constantino para ele lhe dar também os papéis assinados. E Constantino perguntou-lhe se ele estava a brincar, pois não lhe ia dar procuração nenhuma enquanto não recebesse a sua parte, ao que Manuel, (se ninguém no tribunal mentiu neste aspecto), lhe replicou que já tinha dado os 1095 contos a Deolinda e eles que dividissem a soma entre os dois. E viu então pela cara de Constantino que tinha feito mal, mas muito mal, pois marido e mulher agora só partilhavam uma filha, um barracão e um ódio horrível, azedo e mútuo. De facto, dava a impressão que marido e mulher, nesta última fase do casamento, só já comunicavam através dos respectivos advogados, um luxo estranho para pessoas quase sem dinheiro. -- E ela disse para passar um cheque ...
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HAREM-301-04429
Polícia Judiciária APREENSÃO DE 50 MIL COMPRIMIDOS DE DROGAS SINTÉTICAS 2002/06/21 A Polícia Judiciária, através da Direcção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (DCITE) , realizou recentemente uma operação de combate à droga, na zona de Leiria, tendo procedido à captura de dois indivíduos e à apreensão de um produto suspeito de ser "ecstasy". Esta acção policial resulta de uma investigação, a decorrer desde meados do ano de 2001, visando uma organização criminosa vocacionada para o tráfico de estupefacientes sintéticos provenientes do centro da Europa, destinados ao mercado ilícito nacional e que, para o efeito, utilizava a rede de transportes públicos pan-europeia. A droga era constituída por cerca de 50.000 comprimidos, contendo na sua composição "metanfetamina". Esta substância de tipo estimulante, proibida pela legislação portuguesa e na generalidade dos países civilizados, é considerada uma poderosa droga sintética e é detectada pela primeira vez em Portugal, tratando-se de uma das maiores apreensões deste tipo de droga em toda a Europa. Com a droga foram apreendidos vários telemóveis, uma viatura e documentação diversa Os dois indivíduos ora detidos são cidadãos portugueses, um do sexo masculino e um outro do sexo feminino, sem profissão, com idades de 24 e 25 anos e um deles com antecedentes policiais por furto e posse de droga. Ambos se encontram presos à ordem do Juiz de Instrução Criminal a aguardar o desenvolvimento do inquérito que contra si está pendente. 21 de Junho de 2002
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HAREM-809-04476
CAPÍTULO VI / TIO COSME Tio Cosme vivia com minha mãe, desde que ela enviuvou. Já então era viúvo, como prima Justina; era a casa dos três viúvos. A fortuna troca muita vez as mãos à natureza. Formado para as serenas funções do capitalismo, tio Cosme não enriquecia no foro: ia comendo. Tinha o escritório na antiga Rua das Violas, perto do júri, que era no extinto Aljube. Trabalhava no crime. José Dias não perdia as defesas orais de tio Cosme. Era quem lhe vestia e despia a toga, com muitos cumprimentos no fim. Em casa, referia os debates. Tio Cosme, por mais modesto que quisesse ser. sorria de persuasão. Era gordo e pesado, tinha a respiração curta e os olhos dorminhocos. Uma das minhas recordações mais antigas era vê-lo montar todas as manhãs a besta que minha mãe lhe deu e que o levava ao escritório. O preto que a tinha ido buscar à cocheira segurava o freio, enquanto ele erguia o pé e pousava no estribo - a isto seguia-se um minuto de descanso ou reflexão. Depois, dava um impulso, o primeiro, o corpo ameaçava subir, mas não subia; segundo impulso, igual efeito. Enfim, após alguns instantes largos, tio Cosme enfeixava todas as forças físicas e morais, dava o último surto da terra, e desta vez caía em cima do selim. Raramente a besta deixava de mostrar por um gesto que acabava de receber o mundo. Tio Cosme acomodava as carnes, e a besta partia a trote. Também não me esqueceu o que ele me fez uma tarde. Posto que nascido na roça (donde vim com dous anos) e apesar dos costumes do tempo, eu não sabia montar, e tinha medo ao cavalo. Tio Cosme pegou em mim e escanchou-me em cima da besta. Quando me vi no alto (tinha nove anos), sozinho e desamparado, o chão lá embaixo, entrei a gritar desesperadamente: "Mamãe! mamãe!" Ela acudiu pálida e trêmula, cuidou que me estivessem matando, pegou-me, afagou-me, enquanto o irmão perguntava: --Mana Glória, pois um tamanhão destes tem medo de besta mansa? --Não está acostumado. --Deve acostumar-se. Padre que seja, se for vigário na roça, é preciso que monte a cavalo; e, aqui mesmo, ainda não sendo padre, se quiser florear como os outros rapazes, e não souber, há de queixar-se de você, mana Glória. --Pois que se queixe; tenho medo. --Medo! Ora, medo! A verdade é que eu só vim a aprender equitação mais tarde, menos por gosto que por vergonha de dizer que não sabia montar. "Agora é que ele vai namorar deveras", disseram quando eu comecei as lições. Não se diria o mesmo de tio Cosme. Nele era velho costume e necessidade. Já não dava para namoros. Contam que, em rapaz, foi aceito de muitas damas, além de partidário exaltado; mas os anos levaram-lhe o mais do ardor político e sexual, e a gordura acabou com o resto de idéias públicas e específicas. Agora só cumpria as obrigações do ofício e sem amor. Nas horas de lazer vivia olhando ou jogava. Uma ou outra vez dizia pilhérias.
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(todos) Ação/Aventura Cinema Brasileiro Comédia Desenho Documentário Drama Ficção Científica Filme de Arte Guerra Infantil Musical Romance Show/Espetáculo Suspense Terror Western título diretor ator/atriz ano País Distribuidora DVD Pânico 2 PRÉ-VENDA R$35,90 MIB Homens de Preto - Grátis Camiseta R$37,90 DVD O Exterminador do Futuro R$29,90 DVD News Jimi Hendrix em dose dupla por Marina Person Os títulos musicais sempre são os prediletos na maioria das DVDtecas. Já existem aqui no Brasil dois títulos particularmente saborosos pra quem curte um bom rock & roll. "Jimi Hendrix: Live at Woodstock" e "Band of Gypsys: Live at The Fillmore East" . O primeiro dispensa apresentações, afinal se trata do maior, mais famoso e mais cultuado festival de rock de todos os tempos. Jimi Hendrix encerrou Woodstock com performances mais do que inspiradas de clássicos como Purple Haze, Fire, Voodoo Child, e a sua histórica versão do hino americano: The Star Spangled Banner. O segundo título, Band of Gypsys, é um documentário que procura ir além do mito Jimi Hendrix. Trinta anos depois da sua morte, ele ainda é considerado o pai de todos os guitarristas. O documentário inclui entrevistas com músicos de hoje, que foram influenciados pelo seu estilo e originalidade. Os depoimentos de Lenny Kravitz, Vernon Reid do Living Colour e Slash do Guns 'n Roses dão a dimensão do fenômeno Hendrix, o porquê dele ser único, incomparável. Algumas boas histórias também são contadas pelo engenheiro de som Eddie Kramer, e, claro, pelos seus companheiros de banda: Buddy Miles e Billy Cox, respectivamente o baterista e baixista da Band of Gypsys, e mais os parceiros na outra banda, Experience, Mitch Mitchell e Noel Redding. O DVD|DVD também inclui imagens raras e inéditas em vídeo ou TV e fotos do histórico show em Fillmore East. Imperdível! Leia também outras matérias assinadas por Marina Person: Capital Inicial O melhor do DVD para suas férias Tubarão em DVD Marina Person comenta o MTV Movie Awards DVD Castelo Rá-Tim-Bum: repleto de extras Boas surpresas DVDs para o Dia das Mães Marina Person é colunista do site Guia DVD e VJ da MTV. Atualmente, ela apresenta o programa Contato MTV, produz uma coluna na revista Isto É Gente e outra - sobre cinema - para o site da MTV. Marina dirigiu, ao lado de Jorge Espírito-Santo o curta-metragem "Almoço Executivo", que recebeu os prêmios de melhor direção nos Festivais de Gramado e Riocine. topo [redação] [fale com]
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A primeira fase, estendendo-se, em Angola, até 1881, antecedendo, portanto, a saída da noveleta Nga mutúri (1882), de Alfredo Troni, caracteriza-se pelo Baixo-romantismo (aplicamos aqui, para uso generalizado, a expressão de Fátima Mendonça relativa a Moçambique), de clara adopção portuguesa, embora também com contributos franceses e ingleses. O seu populismo cultural pode chamar-se exógeno, na medida em que as apetências populares, em formas e temas, dizem respeito à herança cultural lusíada, apresentada como paradigma a seguir com inequívoco deslumbramento, cedendo o passo às coisas angolanas somente em termos de encomiástica referencialidade espacial ou onomástica, não propriamente social, histórica ou política, o que apenas aconteceria mais tarde, por exemplo, com a Mensagem. De algum modo, é como se uma ideologia de apreço pela aristocracia (visível no agrado com que se dedicam poemas ao grupo possidente, com deferências para os monárquicos) convivesse descomplexadamente com, por exemplo, formas poéticas hauridas nas barcarolas venezianas, nos lieds germânicos ou nas modinhas brasileiras, ao mesmo tempo que se usa a medida popular portuguesa da redondilha maior. Já na segunda fase, que se espraia pelas décadas de 80 e 90 do século XIX, tanto em Angola como em Cabo Verde, o Realismo, igualmente de inspiração portuguesa, deixa as suas marcas, no caso daquele território, através da notória atitude queirosiana de Alfredo Troni. Tendo em atenção que o negro surge tratado nos textos, se bem que do ponto de vista de um complexo de inferioridade, enquanto indivíduo com possibilidades de ascensão social, com frequência como figura central (em poemas ou na noveleta Nga mutúri), chamamos a esta fase a do Negro-realismo (termo criado para indicar uma realidade literária específica de África, bastante aproximada dos Negrismos americanos). Sob o signo da Conferência de Berlim, estigma colonial que marcará, a ferro e fogo, o continente africano até depois da Primeira Guerra Mundial, esta fase, que vai sensivelmente até 1900, é co-natural à "imprensa livre" e assume o negro (mais particularmente, a negra) como personagem ou figura que aspira à integração na sociedade (não o conseguindo integralmente, por preconceito ou inacabamento do processo). Alfredo Troni e Cordeiro da Matta, em Angola, Costa Alegre, em São Tomé e Príncipe, ou Campos Oliveira, em Moçambique, representam essa faceta de referir a cor da pele com preconceito, ou, então, sem a assumir descomplexadamente, mesmo que se verifique uma aculturação que, em princípio, conduziria a uma hipotética integração plena. Numa concepção irrestrita, mas não ecléctica, de Realismo oitocentista aplicado às colónias, o Negro-realismo abrange efeitos estilísticos e imagéticos pertencentes ao território do parnasianismo, do simbolismo e do decadentismo, entendidos estes como meros epifenómenos na continuação do predomínio daquele. Segue-se a terceira fase, do Regionalismo Africano. No início do século XX, em 1901, em Angola, a intervenção colectiva de um grupo de intelectuais que se manifestou contra um artigo colonialista de jornal, reunindo colaborações sob o título de Voz d’Angola - clamando no deserto (1901), abriu uma frente de reivindicação da igualdade e fraternidade, precursora dos direitos humanos, definível como nativismo (início do Regionalismo), quer dizer, de uma postura decisivamente consciente de anseios autonomistas, reagindo às guerras de ocupação movidas pela potência colonizadora. Qualquer modo de Regionalismo Africano (1901-194l), seja o nativismo ou o tipicismo, é também um modo de africanidade dos primeiros momentos (por localista que seja), antecedendo a decisiva assunção da africanidade negritudinista, esta muito mais radical segundo a prática pan-africanista de Césaire, Du Bois e Padmore. O primeiro Regionalismo Africano, o do nativismo, visível na "Ode a África" e na actividade jornalística do Manduco de Pedro Cardoso (Cabo Verde), em "Surge et ambula" e outros poemas de Rui de Noronha (Moçambique), em poemas vários de Marcelo da Veiga (São Tomé e Príncipe), ou em António de Assis Júnior (Angola), transforma-se numa subtil, mas decidida, primeira "insurgência" anti-metropolitana. Caracteriza-se ideologicamente por um autonomismo supraclassista, com origem nos ideais republicanos, maçónicos, logo se associando a um pan-africanismo moderado, permitindo aceder, por essa mistura subversiva, à modernidade possível, vazada num conservadorismo formal e retórico.
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HAREM-638-04724
(Lei Complementar nº 116/2003) Programa: I - Introdução a) Natureza da norma b) Características fundamentais c) Eficácia d) Leis municipais compatíveis II - Pontos Relevantes a) Fato Gerador: habitualidade irrelevante b) Serviços provenientes do exterior - incidência c) Serviços públicos autorizados - cobrança do imposto d) Denominação do serviço - irrelevância para fins de incidência e) Situações não sujeitas ao imposto: hipóteses descritas em lei f) Tomador residente no exterior - exigência do imposto g) Local da prestação para fins de cobrança - regra geral h) Atividades sujeitas ao pagamento no local da prestação - exceções i) Serviços contínuos (ferrovia, rodovia, dutos, etc.) - cobrança por território j) Exploração de rodovias - base de cálculo proporcional k) Conceito de estabelecimento para cobrança do imposto l) Retenção na fonte - prestador situado fora do município do tomador m) CONSTRUÇÃO CIVIL - dedução da base de cálculo só de materiais fornecidos n) Alíquotas mínima e máxima o) Nova Lista de Serviços - ampliação p) ATOS REVOGADOS «Nota: a abordagem levará em conta a análise comparativa entre o DL-406/69 e a LC 116/03» Palestrante: Sidney D' Agázio - bacharel em direito, contabilista, consultor tributário, pós-graduando em direito tributário-IBET/USP e sócio da Oliveira Neves e Associados Informações Gerais Data: 01 de setembro de 2003 Horário: das 13h30 às 17h30 Local: Auditório Pontes de Miranda Al. Santos, 2.400 - térreo - Santos São Paulo - SP Incluso: material didático, coffee-break, certificado e estacionamento Inscrições e Investimento Toll Free: 0800 14 30 40 - ou se preferir (11) 3067.6700 email: telemarketing@mission.com.br Para mais informações sobre esse e outros temas acesse nosso site: www.mission.com.br «A Mission reserva-se o direito de alterar o programa sem aviso prévio e de não entregar parte da documentação por motivos alheios a sua vontade.» Caso não queira receber mais e-mails, clique em Clique para excluir e seu endereço será removido automaticamente.
[ { "label": "OBRA", "type": "PLANO", "start": 2, "end": 30 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 937, "end": 953 }, { "label": "OBRA", "type": "PLANO", "start": 1168, "end": 1177 }, { "label": "OBRA", "type": "PLANO", "start": 1182, "end": 1191 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1208, "end": 1224 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "INSTITUICAO", "start": 1320, "end": 1324 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "INSTITUICAO", "start": 1325, "end": 1328 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "EMPRESA", "start": 1340, "end": 1367 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 1397, "end": 1419 }, { "label": "TEMPO", "type": "HORA", "start": 1435, "end": 1440 }, { "label": "TEMPO", "type": "HORA", "start": 1444, "end": 1449 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1459, "end": 1486 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1487, "end": 1489 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1493, "end": 1499 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1518, "end": 1524 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1525, "end": 1539 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "INSTITUICAO|EMPRESA", "start": 1828, "end": 1835 } ]
HAREM-00J-04761
PT, PDT, PC do B e os outros «contras» (partidos contrários à revisão) exigiram que as votações do Congresso revisor começassem pela questão tributária. A nova reivindicação irritou os partidos favoráveis à revisão, que criticaram a proposta. No dia 1º de março, a fundação inaugurou mais uma escola. Ela foi construída em Marília (cidade onde foi fundada o banco) com capacidade para mil alunos. Como nas outras escolas, ali os alunos recebem gratuitamente o ensino, o material didático, o uniforme, a alimentação e tratamento médico e odontológico. A exclusão de Maradona, por ter jogado dopado contra a Nigéria, abalou os jogadores. O time, antes bastante aguerrido e solidário, passou a discutir em campo. A Argentina fez uma opção bastante ofensiva. Variava entre um 4-3-3 e um 4-2-4. O técnico Alfio Basile tentou aproveitar seus melhores jogadores. Ainda há muito o que fazer para desgravar completamente as exportações de impostos indiretos, conforme permitem as regras do Gatt e impõe a realidade de um ambiente internacional competitivo. Mas a União foi ao limite em termos de desgravação das exportações. Antes da urgente reforma constitucional, a extensão da desoneração tributária das exportações para todas as etapas da cadeia produtiva enfrenta dificuldades operacionais insuperáveis no âmbito federal. Seria inviável estimar, por exemplo, com a acuidade necessária para a concessão de crédito fiscal, qual a incidência efetiva de PIS e Cofins em cada etapa do processo produtivo anterior à produção dos insumos usados diretamente na produção para exportações.
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HAREM-339-04891
Seis Norte-africanos estavam a jogar boule sob a estátua de Flaubert. As pancadas secas ouviam-se sobre o ruído do trânsito congestionado. Com uma última carícia irónica, uma mão escura lançou uma bola cor de prata. Esta tocou o chão, saltou pesadamente e curvou devagar espalhando a poeira endurecida. O jogador ficou como uma estilizada estátua temporária: os joelhos um pouco dobrados e a mão direita erguida e estática. Reparei na camisa branca arregaçada, no antebraço nu e em algo redondo na parte de trás do pulso. Não um relógio, como primeiro pensei, nem uma tatuagem, mas uma decalcomania colorida: o rosto de um chefe político muito admirado no deserto. Vou começar pela estátua: a de cima, a permanente, a sem estilo, a que chora lágrimas de cobre, a que lega à posteridade a imagem circunspecta de um homem com um laço desajeitado, colete quadrado, calças largas como sacos, bigode em desalinho. Flaubert não corresponde ao olhar. Olha fixamente para o Sul, da place des Carmes em direcção à Catedral, por sobre a cidade que desprezou, e que, por sua vez, o ignorou largamente. A cabeça está a uma altura proibitiva: só os pombos podem ver a extensão total da calvície do escritor. Esta estátua não é a original. Os Alemães levaram o primeiro Flaubert em 1941, juntamente com os corrimãos e os puxadores das portas. Possivelmente foi transformado em insígnias de bonés. Durante mais ou menos dez anos o pedestal ficou vazio. Depois, um presidente da câmara de Rouen, que gostava muito de estátuas, descobriu o molde original de gesso - feito por um russo chamado Leopold Bernstamm. - e a assembleia municipal aprovou o projecto de uma nova estátua. Rouen ofereceu-se uma estátua de metal em condições, com 93 por cento de cobre e 7 por cento de estanho: os fundidores, Rudier de Châtillon-sous-Bagneux, asseguraram que essa liga é garantida contra a corrosão. Duas outras cidades, Trouville e Barentin, contribuíram para o projecto e receberam estátuas de pedra. Essas não resultaram tão bem. Em Trouville, a parte superior da coxa de Flaubert teve de ser remendada e caíram farripas do bigode. No lábio superior os ferros da estrutura saem como ramos de um toro de cimento. Talvez se possa acreditar na garantia do fundidor; talvez esta segunda versão da estátua dure. Mas não vejo razões para confiar. Em relação a Flaubert nunca nada durou muito tempo. Morreu há pouco mais de um século e tudo o que deixou foi papel. Papel, ideias, frases, metáforas, prosa estruturada que se transforma em som. Isto é precisamente o que ele teria querido; só os seus admiradores é que sentimentalmente se queixam. A casa do escritor em Croisset foi destruída pouco tempo depois da sua morte e substituída por uma fábrica que produz álcool a partir de trigo estragado. Também pode não levar muito tempo a livrarem-se da sua efígie: se um presidente que gosta de estátuas a pôs ali, outro - talvez um que tenha lido uma parte do que Sartre escreveu sobre Flaubert - pode, cheio de zelo, tirá-la! Começo pela estátua porque foi aí que comecei todo o projecto. Por que é que a escrita nos faz procurar o escritor? Por que é que não o deixamos em paz? Por que é que os livros não bastam? Flaubert queria que fosse assim: poucos escritores acreditaram mais na objectividade do texto escrito e na insignificância da personalidade do escritor; mas mesmo assim desobedecemos e continuamos. A imagem, o rosto, a assinatura: a estátua com 93 por cento de cobre e a fotografia de Nadar; o bocado de tecido e a mecha de cabelo. O que é que nos torna ávidos de relíquias? Não acreditamos suficientemente nas palavras? Pensamos que os despojos de uma vida têm uma verdade ancilar? Quando Robert Louis Stevenson morreu, a sua ama, com um espírito de negócio de boa escocesa, começou calmamente a vender cabelo que afirmava ter cortado da cabeça do escritor quarenta anos antes. Os crentes, os investigadores, os exploradores, compraram cabelo que chegava para estofar um sofá. Decidi guardar Croisset para mais tarde. Tinha cinco dias para passar em Rouen e um instinto infantil ainda me leva a guardar o melhor para o fim. Será que o mesmo impulso funciona às vezes com os escritores? Adia, adia, o melhor ainda está para vir? Se assim é, então que excitantes são os livros inacabados. Lembro-me logo de dois: Bouvard et Pécuchet, onde Flaubert tentou meter e dominar o mundo todo, toda a luta humana e todo o falhanço humano; e L'Idiot de la famille, onde Sartre tentou meter todo o Flaubert. Uma apoplexia pôs fim ao primeiro projecto; a cegueira abreviou o segundo. Almocei no Hôtel de la Marine, sobre a baía. Ali perto amigos meus tinham morrido - os amigos inesperados que esses anos nos dão - mas não me sentia comovido. 50th Armoured Division, Second British Army. Surgiam as recordações, mas não as emoções; nem sequer recordações de emoções. Depois do almoço fui ao museu e vi um filme sobre os desembarques, depois fui dez quilómetros a guiar até Bayeux para ver a outra invasão através do Canal, nove séculos antes. A tapeçaria da rainha Matilda é como um filme na horizontal, com as imagens ligadas umas às outras. Ambos os acontecimentos são igualmente estranhos: um é demasiado longínquo para ser real, o outro é demasiado familiar para ser verdadeiro. Como é que nós agarramos o passado? Será que o podemos fazer? Quando eu era estudante de medicina uns brincalhões no baile de fim de ano soltaram na sala um leitão que tinha sido coberto de gordura. O bicho corria por entre as pernas, escapava-se quando o tentavam agarrar, grunhia imenso. Alguns caíram ao tentar segurá-lo, e fizeram uma figura ridícula. Muitas vezes o passado comporta-se como o leitão. No meu terceiro dia em Rouen fui ao Hôtel-Dieu, o hospital onde o pai de Gustave tinha sido cirurgião-chefe, e onde o escritor tinha passado a sua infância. Ao longo da avenue Gustave Flaubert, passa-se pela Imprimerie Flaubert e por um snack-bar chamado Le Flaubert: sentimos que vamos na direcção certa. Estacionada junto ao hospital estava uma grande carrinha branca Peugeot: tinha estrelas azuis pintadas, um número de telefone e as palavras AMBULANCE FLAUBERT. O escritor como médico? Pouco provável. Recordo a observação paternalista de George Sand ao seu colega mais novo. «Tu crias desolação», escreveu ela, «e eu crio consolação». A Peugeot devia ter escrito AMBULANCE GEORGE SAND. Não se sabe o que aconteceu à verdade.
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HAREM-821-04951
New Page 3 Conferências da Associação 1ª Conferência A realização da primeira conferência a promover pela Associação encontra-se já agendada para Maio de 2002 e em fase de organização. Uma conferência que decorrerá sobre a temática do Censo de 2001 e no qual intervirão alguns associados, outros investigadores convidados e representantes do INE. Em breve será divulgado nesta página o programa da conferência, o local e a data da sua realização. 2ª Conferência A próxima conferência da APD, cujo programa se encontra no 3.º boletim, disponível neste site, decorrerá no ISEG no próximo dia 9 de Dezembro, às 14 horas, no Auditório 2. Esta 2ª Conferência da Associação, que incide sobre as questões da "Imigração em Portugal", tem como objectivo discutir os aspectos contemporâneos da imigração no nosso país. Serão abordadas questões demográficas, incluindo a caracterização dos imigrantes a partir dos Censos 2001, o impacto demográfico da imigração e a sua distribuição regional, e algumas modalidades sociais e económicas da imigração, incluindo a inserção social dos migrantes e as estratégias de migração. As referências empíricas incluem tanto a sedimentação da imigração "tradicional" como a nova vertente das migrações de Leste.
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HAREM-00B-05108
Geografia da Croácia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Croácia situa-se entre a Europa central, meridional e oriental, porque o país tem uma forma bastante peculiar, que lembra um crescente ou uma ferradura. É esse o motivo de ter tantos vizinhos: a Eslovénia, a Hungria, a parte sérvia da Sérvia e Montenegro, a Bósnia-Herzegovina, a parte montenegrina da Sérvia e Montenegro e a Itália, do outro lado do Adriático. O terreno é variado, contendo: planícies, lagos e colinas no norte e no nordeste (Croácia Central e Eslavónia, parte da planície da Panónia); montanhas densamente florestadas em Lika e Gorski Kotar, parte dos Alpes Dináricos; as costas rochosas do mar Adriático (Ístria, costa norte e Dalmácia). A Croácia tem uma mistura de climas. No norte e leste é continental, é mediterânico ao longo da costa e na região sul-central é de terras altas.
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HAREM-84B-05216
Ronald Wilson Reagan (6 de Fevereiro, 1911 - 5 de Junho, 2004) foi o 40.º (1981-1989) Presidente dos Estados Unidos da América e o 33.º Governador da Califórnia. Era canhoto. Reagan foi também actor de cinema e locutor de rádio antes de começar a sua carreira política. De todos os presidentes dos Estados Unidos, foi o que teve maior longevidade (93 anos, 119 dias) e o que foi eleito com idade mais avançada (69 anos, 349 dias). Primeiros Anos Reagan nasceu em Tampico, Illinois, o segundo de dois filhos de John (Jack) Reagan and Nelle Wilson. Em 1920, depois de anos se mudando de cidade em cidade, a família se estabeleceu na cidade de Dixon em Illinois. Em 1921, com 11 anos de idade, Reagan foi batizado na igreja de sua mãe, a Discípulos de Cristo, em Dixon, e em 1924 ele começou a frequentar a Dixon's Northside High School. Em 1926, com 15 anos de idade, Reagan começou um trabalho de verão como salva-vidas em Lowell Park, a 3 Km de Dixon na vizinha Rock River. Ele continuou a trabalhar como um salva-vidas em Rock River pelos 7 anos seguintes, tendo salvo 77 pessoas de afogamento.
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HAREM-732-05291
Jornal O Povo Online|O Povo Online - Especiais 27-09-2000 Edição de 15/09/2000 Olimpíadas Uma disputa eletrônica nas páginas velozes da Internet A Internet é uma fonte de consulta nesse período de Olimpíada. Com a velocidade da informação nos diversos sites, o internauta entra em Sydney sem precisar de passaporte. Nos bastidores da diputa pelo ouro em Sydney existe outra grande competição em busca da atenção de milhares de torcedores ao redor do planeta. São os veículos de comunicação redobram o trabalho para a cobertura das olímpiadas e nesta batalha existe a participação de um novo e grande integrante: a internet. Pela primeira vez na história, os Jogos Olímpicos poderão ser acompanhados pelos computadores e entre os sites nacionais existem mais de 50 opções de páginas que os internautas podem acessar para a sua pesquisa diária. Algumas são específicas, trazendo históricos e curiosidades, como a http://www.tudodeolimpiada.com.br. Nesta mesma rede, veículos de informação, como a revista semanal Veja (http://www.vejaolimpiadas.com.br), e páginas sobre esportes, a exemplo da http://gynsports.com.br e da http://sportworldhp.cjb.net/, também podem ser acessados. O Jornal O POVO está em Sydney e mantém em sua página, http://www.opovo.com.br, um link com informções sobre as Olimpíadas desde o dia 9 de setembro até a data da sua pesquisa. Todas as informações divulgadas pelo jornal estarão à disposição. O internauta que desejar informações mais específicas sobre determinados esportes encontra uma série de opções, entre modalidades que vão do Taekwondo -primeira participação em olimpíadas- ao Badminton. Na natação, a http://www.natacaobrasil.cjb.net/ informa resultados, recordes e calendários de disputas. Alguns atletas também possuem páginas, como o judoca Aurélio Miguel, o tenista Gustavo Kuerten e o medalhista olímpico Joaquim da Cruz. Existem, ainda, algumas páginas que são apresentam uma olimpíada determinada, como a de Berlim, em 1936. O site traz curiosidades sobre evento ocorido em pleno período nazista de Hitler, sem esquecer da vitória, no atletismo, do americano Jesse Owens, neto de escravos, sobre a supremacia ariana. As opções ainda são maiores para quem domina outros idiomas. Para estes, entre outras, o canal internacional de esporte ESPN tem sua página em inglês, a www.espn.com, que além de informar sobre regras, atletas e agendas também traz notícias atualizadas diarimente. SITES QUE PODEM SER VISITADOS http://www.tudodeolimpiada.com.br http://www.opovo.com.br http://www.vejaolimpiadas.com.br http://www.natacaobrasil.cjb.net/ http://www.badbrasil.hpg.com.br/ http://sportworldhp.cjb.net/ http://gynsports.com.br http://www.uol.com.br/aureliomiguel/ http://www.espn.com www.cnnsi.com/ Participe. Envie sua opinião sobre este texto. Conteúdo © Jornal O POVO S/A Geração automática de páginas por INOVA TECNOLOGIAS® Última atualização em 27-09-2000 0.40.22
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HAREM-73J-05315
«Play-off» da NBA Bulls mais longe do título Os New York Knicks venceram terça-feira no seu reduto os Chicago Bulls, por 96-91, passando a liderar, por 2-0, a final da Conferência Leste da Liga Norte-Americana de Basquetebol Profissional (NBA, que se disputa à melhor de sete encontros.
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HAREM-74J-05335
Silêncios e acusações Alice não sabia o que era um fato-macaco, mas não teve coragem de perguntar. «Não podíamos. Afinal, os direitos dos trabalhadores estão garantidos na Constituição. Tal como explica Luís Soares, da Iniciativa Mosaico do Ministério da Cultura, este é um seminário de exploração criativa em torno do tema de Sagres: «Queremos que especialistas internacionais e nacionais pensem nas possibilidades que existem de abordagem do tema no contexto da sociedade da informação: que jogos, que programas, que enciclopédias, que ` sites ' na Internet se podem fazer que traduzam o título do ` workshop '?» Os temas escolhidos são cinco: «Património Virtual» (exploração dos monumentos portugueses usando as tecnologias da realidade virtual); «Portugal Global» (Sagres como antena de expansão e comunicação da expansão global e local dos portugueses); «Sacra Saturni» (Sagres como lugar de mistério e simbologia, tema ideal para um jogo de aventura gráfica); «Um Milhão de Navegadores» (Sagres como centro privilegiado de turismo cultural, com um milhão de visitantes por ano) e «Terràvista» (Sagres como ponto de partida para uma abordagem pedagógica, pondo os alunos no papel de produtores de informação). Paulo Pereira, vice-presidente do Ippar, acrescenta: «Numa primeira fase o trabalho será concretizado num ` site ' na Internet, com acesso universal e que terá sede em Sagres. Essas páginas na Internet terão uma componente de referência a Sagres e à região costeira do Algarve, num regime de divulgação e promoção do património, com um registo diferente do clássico. Depois, poderá haver explorações em etapas sucessivas para outras linguagens. Poder-se-á tocar na realidade virtual, embora seja um objectivo a longo prazo. Mas é essa a ideia: para já promover esse encontro, reunir ideias, depois se resultar material começar a incorporá-lo e dar forma a um 'site' que tem sede simbólica em Sagres.»
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HAREM-82K-05336
Projeto BNDES 50 anos Depoimento de Antonio Carlos Dias Pastori Entrevista número 36 INDEXAÇÃO IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Antonio Pastori, eu trabalho no BNDES desde 1986, na que era a área de análise de projetos [Área de Operações Industrias]. Eu sou natural de Petrópolis, nasci em 1953, portanto estou com 49 anos, sendo que eu tenho 16 anos de Banco. INGRESSO NO BNDES Eu entrei no BNDES, através de concurso público. Eu já tinha uma noção, já sabia o que o BNDES fazia. Eu tinha interesse de vir trabalhar no Banco, em função da atividade dinâmica de visitar empresas, de apoiar novos empreendimentos, de conhecer o Brasil. Então, eu me interessei muito em fazer o concurso do Banco. Fiz concurso público em 1984, fui admitido em 1986. TRAJETORIA NO BNDES Eu sempre trabalhei, desde que eu entrei no BNDES, na área de análise de projetos e, especificamente, na Mineração, Metalurgia e Siderurgia. O nosso trabalho consiste em analisar o pleito de uma empresa. Esse pleito normalmente refere-se a um pedido de financiamento para expansão de uma planta industrial, para instalação de uma nova planta, para modernização. Então, o nosso trabalho sempre foi de analisar o projeto, que chamamos de "estudo de viabilidade econômica e financeira". Vemos se a empresa tem capacidade de pagamento, analisamos se o projeto é meritório dentro da política de desenvolvimento do Banco e, no final, nós montamos um relatório. Esse relatório é encaminhado à diretoria do Banco para aprovação e concessão do financiamento posteriormente. AVALIAÇÃO DE PROJETOS/ Mina do Pico, Mina de Águas Claras, Mina da Mutuca, Alunorte, Albrás, Latasa. Eu poderia citar vários projetos que eu participei, como a expansão da MBR, uma empresa de mineração, instalada em Minas Gerais. Nós financiamos a expansão da Mina do Pico, a Mina de Águas Claras e a Mina da Mutuca também. Eles têm um terminal aqui, próximo a Sepetiba, e nós financiamos toda essa expansão. Tem um projeto da Albrás, uma das maiores produtoras de alumínio do Brasil, nós financiamos a expansão dela. Tem a fábrica de alumina, a Alunorte, também no Pará, que é um insumo muito importante para o Brasil e o Brasil importava esse insumo. E, graças ao financiamento dessa empresa, nós deixamos de importar alumina. Alumina é um insumo fundamental na cadeia de fabricação do alumínio. E outros projetos menores, como a primeira fábrica de lata de alumínio do Brasil, que foi a Latasa. Nós financiamos, desde a primeira expansão da empresa em Pouso Alegre, financiamos a fábrica de São Paulo, a fábrica do Rio de Janeiro, a fábrica de Recife e acabamos de financiar recentemente a nova unidade deles, no Rio Grande do Sul. E uma coisa que é fundamental no nosso processo de análise é conhecer, in loco, o processo operacional, o que a empresa faz, como ela está organizada, como é o ambiente organizacional dessa empresa e o processo produtivo. Então, nós sempre visitamos as empresas. VIVENCIAS NO BNDES Viagens Eu tenho uma história bastante interessante, principalmente para aqueles que imaginam que a vida de um técnico do BNDES consiste em pegar avião, na ponte Rio-São Paulo, ficar em escritórios com ar condicionado das empresas. Não é assim. A área que eu trabalhei durante 16 anos, que foi a área de Mineração e Metalurgia e Siderurgia, nós tínhamos freqüentemente viagens ao interior do Brasil, interior da Selva Amazônica, interior do Pará, do Amapá. Em uma dessas viagens, nós estávamos visitando um projeto de uma empresa de mineração, que queria desenvolver uma lavra de ouro, em processo industrial. E o que aconteceu de interessante nesse processo é que eu, o nosso chefe na época, o Wagner Bittencourt e mais dois técnicos, Mário Miceli, Eduardo Cestari, fizemos a viagem do Rio até Itaituba, no Pará. Essa viagem foi feita num Lear Jet da empresa, no maior conforto, digamos, na maior mordomia. Quando chegamos em Itaituba, o deslocamento de Itaituba até onde tinha essa ocorrência mineral, que se encontrava no Rio Tapajós, só podia ser feita de barco. E nós entramos no barco da empresa, não era um grande barco, o que eles chamam de "voadeira". "Voadeira |Voadeira" é uma lancha de metal, é um barco de metal de 10 metros de comprimento, mais ou menos. Além de nós quatro do BNDES, havia dois diretores da empresa e o barqueiro. E esse barco estava carregando muito material para a empresa. Por problemas de navegação naquele trecho, não havia uma navegação regular, então procurava-se maximizar qualquer viagem que fizesse para aquela região, levar o máximo possível de material. E a empresa, além de nós, estava levando combustível, bombas, equipamentos. O barco estava muito pesado. Naquela época, o rio Tapajós estava num período de pouca chuva, então as pedras estavam muito aflorando na superfície. Nós ficamos um pouco preocupados porque da margem, do ponto que nós estávamos sentados no barco, da quilha até o nível de água, dava um palmo de diferença. Então, qualquer oscilação faria com que entrasse água. E realmente isso aconteceu. À medida que nós fomos nos deslocando pelo rio Tapajós, no sentido montante, começou entrar água dentro do barco. Como se não bastasse, o motor falhou. O motor falhou, nós ficamos à deriva e foi entrando água, foi entrando água. De repente, todo mundo se apavorou e, no momento que levantou todo mundo, o barco perdeu o equilíbrio, ele virou, literalmente virou. Todos nós caímos dentro do rio, o equipamento foi todo perdido e nós ficamos cerca de uma hora à deriva. Para se ter uma idéia do rioTapajós, ele tem, mais ou menos, uns 900 metros de largura. Nós ficamos exatamente no meio e a correnteza puxava muito, então nós ficamos à deriva, nos dispersamos, mas, graças a Deus, conseguimos parar num banco de areia no meio do rio. E mais tarde, umas duas horas depois, uma outra "voadeira" que passava no local, nos socorreu. Aí, pode ser perguntado: "Bom, a viagem de vocês terminou aí. Vocês voltaram para Itaituba para o Rio de Janeiro?" Não. Aproveitamos que nós estávamos, mais ou menos perto, umas três horas do ponto que a gente ia visitar, continuamos a viagem, visitamos o projeto, fizemos todo contato necessário. Apesar desse imprevisto, desse incidente, graças a Deus ninguém morreu, mas nós fomos lá no local, cumprimos a nossa missão. Conseguimos coletar material para fazer análise do projeto, que infelizmente, não foi aprovado, porque a questão da segurança foi um aspecto que pesou muito na análise da empresa, e por essa falha, na segurança, no deslocamento, nós olhamos com mais atenção à segurança do empreendimento, que era muito falha. A mina que estavam perfurando, parecia uma mina daquela época do Velho Oeste, aquelas galerias muito mal estruturadas. Então, o Banco realmente não concedeu financiamento para essa empresa. Isso foi em julho de 1988.
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HAREM-531-05662
Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros Press Release O ESTADO CONTINUA A AUTO-COMPENSAR A SUA INEFICIÊNCIA NO SECTOR DOS TRANSPORTES QUE DETÉM, RECORRENDO AO ERÁRIO PÚBLICO, USANDO ARGUMENTOS EM TUDO APLICÁVEIS ÀS EMPRESAS PRIVADAS|EMPRESAS PRIVADAS, QUE NADA OBTÊM. Com o argumento de que as empresas de capitais públicos de transporte rodoviário de passageiros são obrigadas a explorar a rede concessionada sob tarifas impostas pela Administração Central, o Estado compensa essas empresas anualmente com milhões de contos. Mais uma vez o Conselho de Ministros, pela sua Resolução nº. 160-A/99 publicada na 2ª. Série do Diário da República nº. 302 de 30-12-99|2ª. Série do Diário da República nº. 302 de 30-12-99, aprovou a distribuição das indemnizações compensatórias que o quadro seguinte elucida. Empresa Unidade: Milhares de Contos R.T.P. - Radiotelevisão Portuguesa 20.800 CARRIS 2.416 STCP 1.000 CP 1.750 Metropolitano de Lisboa 1.000 REFER - Rede Ferroviária 1.750 ATA - Aerocondor Transportes Aéreos 170 SATA 450 SOFLUSA 250 TRANSTEJO 350 TOTAL 29.936 O leitor menos atento pode depreender que a especificidade das empresas de capitais públicos justificaria tal medida, havendo um beneficio no custo do transporte para os utentes quando exercido por estes operadores. Mas se o leitor assim concluir, conclui mal! As regras tarifárias que o Estado impõe são exactamente as mesmas que se aplicam às empresas privadas que estão sujeitas ao mesmo tarifário, porém... sem indemnizações compensatórias. O Estado, como entidade de bem ou se liberta rapidamente deste sorvedouro de recursos obtidos pelos impostos que pagamos ou indemniza todas as empresas, privadas ou públicas que exercem o transporte rodoviário de natureza social.
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HAREM-328-05696
Envie email marketing com IP anônimo SuperEmail Marketing v3.01 Envie mensagens com IP anônimo! Com o programa SuperEmail Marketing v3.01 você poderá realizar suas campanhas de email marketing mantendo seu IP 100% anônimo. O programa também possibilita que você utilize vários servidores de SMTP públicos, simultaneamente, para acelerar o processo de envio das mensagens sem perder o anônimato. E para aumentar mais um pouquinho a velocidade de envio, você poderá selecionar a opção «Envio rápido (Turbo)» que otimiza as conexões com os servidores de emails. -Extrai endereços de emails de NewsGroups segmentados por grupos de interesse -Extrai endereços de emails da Web -Extrai endereços de emails de discos rígidos e CD-ROMS -Gera emails inteligentes baseado no dicionário dos 400.000 usernames mais usados no Brasil -Valida listas de emails -Tem opção de enviar emails usando SMTP Interno -Tem opção de enviar emails usando Múltiplos SMTP Públicos (open relays) -Procura e testa servidores de SMTP públicos na Internet -Procura e testa servidores proxy SOCKS e HTTP na Internet -Salva logs de envios -Salva os emails enviados -Salva os emails não enviados SUPER EMAIL MARKETING FURA BLOQUEIO DE PROVEDORES PORQUE: -Envia mensagens com Nomes de Origem|Nomes de Origem aleatórios -Envia mensagens com Emails de Origem aleatórios -Envia mensagens alternando o assunto -Adiciona string aleatória no fim do assunto -Adiciona string aleatória no fim da mensagem -Se conecta com os servidores fornecendo HELO aleatório -Oculta seu IP Obtenha uma versão demonstrativa em: http://superemailmarketing.kit.net/. (0xx16) 6 3 2 - 3 1 4 0
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HAREM-201-05802
A Fonte de Partes para Tractores Ford NewHolland Usados Partes para tractor, partes para tractor refabricadas, fords newholland usados, transmissões refabricadas, eixos de manivela da ford, inventário de usados da ford, partes de tractor usadas, montagens em bloco refabricadas WELCOME! Partes para tractor, partes para tractor refabricadas, fords newholland usados, transmissões refabricadas, eixos de manivela da ford, inventário de usados da ford, partes de tractor usadas, montagens em bloco refabricadas Alexander Logo A Alexander's Tractor Parts ( Partes de Tractor do Alexandre ) éum negócio de Família, envolvido no desmantelamento, refabrico, limpeza, inspecção, e envio de partes para tractores Ford. Nós também somos a fonte de partes de tractor refabricadas para Fords NewHolland usados. A Alexander's éverdadeiramente única. Nós somos a única firma de partes refabricadas e usadas dedicada exclusivamente aos proprietários de tractores Ford. Nós também somos uma das maiores companhias dedicadas ao fornecimento de partes para a sua máquina Ford NewHolland. Ford éo único tractor e partes que nós temos. Esta exclusividade éo que nos distingue dos outros. A nossa companhia éverdadeiramente dedicada a servir os nossos clientes. Nós conhecemos o sentimento de se estar "avariado" e como éimportante voltar ao trabalho. Esta dedicação, em conjunto com a dos nossos clientes, tem contribuído bastante para o crescimento tremendo da nossa companhia. Os nossos altos critérios de qualidade, serviço rápido, e preços competitivos vêem-nos trazendo reconhecimento nacional. Seja a sua necessidade refabrico, usado, ou novo, seja bem-vindo a experimentar os nossos produtos. Por favor compreenda que ao entrar no nosso site, todo o conteúdo éem Inglês. Igualmente, toda a correspondência deverá ser efectuada em Inglês. Clique aqui para entrar
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HAREM-20J-06060
Começa a dar resultados a política da União Europeia de bloquear todas as tentativas suíças de gozar as vantagens da UE, sem as responsabilidades de um país membro. Os seus governantes já perceberam que o isolamento já não dá lucro e pode levar à rejeição. Quando o povo suíço recusou, em 92, a adesão ao Espaço Económico Europeu, como já fizera com a ONU, cometeu um grave engano. Foi essa voluntária e pretensiosa rejeição dos vizinhos, que deixou a Suíça sem a cobertura europeia, na crise que destruiu a sua imagem. O fim da guerra fria, com a implosão da URSS acabou com a importância helvética no tabuleiro europeu, enquanto os recentes escândalos de cumplicidade com os nazis, mais o roubo das economias dos judeus pelos seus bancos lhe tiraram a simpatia americana.
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HAREM-83K-06176
Projeto Memórias do Comércio II - Araraquara, São Carlos e Adjacências|Adjacências Depoimento de Amália Acetozi Massafera Entrevistado por Rosali Henriques e Flávia Barbosa Araraquara, 16 de setembro de 1999 Realização: Museu da Pessoa Número da entrevista: 007 Transcrito por: Sonia Regina P - Dona Amália, nós vamos começar finalmente nossa entrevista e a gente queria começar perguntando novamente o nome completo da senhora, o local e a data do seu nascimento. R - (Riso) Eu nasci dia 25 de junho de 1917, em Araraquara. P - E fala pra gente só novamente o nome completo da senhora. R - Amália Acetozi Massafera. P - E dona Amália, seus pais quais são os nomes deles? R - Meus pais são Secundino Acetozi e Maria Prozilo Avanci depois Acetozi, né, também. P - E eles são de que origem, a senhora sabe? R - Italianos|Italianos, de origem quer dizer, eles são descendentes, né, porque os meus avós vieram da Itália, tanto materno como paterno e fixaram aqui, adoraram Araraquara, mais engraçado é ela contar, né, a minha avó sabe contava que no navio quando eles distribuíam banana, ela achou tão gostosa a banana, ela comia com casca e tudo (riso) depois que ela aprendeu que não era com casca que se comia, a banana ela comia com casca. P - A senhora sabe porque que eles vieram aqui pra Araraquara? R - Ah porque eles escolheram aqui, acho que foi distribuído, né, os lugares que, como é que fala, quando vem de lá pra cá. P - Imigrantes|Imigrantes. R - Imigrantes|Imigrantes, vieram como imigrantes, olha trabalharam viu, os italianos, os alemães, os japoneses, sírios, colônias italianas ela ficou aqui e veio já casada de lá com dois filhos, depois teve os outros aqui, minha tia Rosinha, meu tio Pedro, olha depois tiveram mais filhos, tiveram a tia Elvira, outra tia mais o meu pai, que o meu pai era o caçula e foram criados aqui, adoravam Araraquara. P - Mas eles trabalhavam com que? R - Ele trabalhou na Estrada de Ferro, sabe, quer dizer antes ele trabalhou na Prefeitura, quando teve a febre amarela aqui, ele foi colocado pra carregar os corpos das pessoas que morriam lá no cemitério, sabe, naquela época era convocado porque assim foi uma peste que matou minha vó materna, não paterna, minha vó materna não, ele era convocado tinha que pegar carroça e levar os corpos pra lá, depois ele trabalhou na estrada de ferro, depois aposentou morreu antes, né, mais cedo. P - Essa família do seu pai, a senhora sabe de que região da Itália que eles são? R - Eu tenho lá em casa agora não lembro viu, o meu avô paterno era de... naquele lugar bonito, era família religiosa, eram todos padres e a irmã era freira, aí ele fugiu veio pro Brasil, ficou na Argentina e o que aprendeu em casa, coisa construir, construções, meu avô era um italiano bonito, napolitano ele era de Napoli esse eu lembro o outro, um era da baixa Itália o outro era do norte, toda família tanto a parte do meu marido como a minha todos italianos, nós somos de origem total de italiano não tem nada de... P - E a senhora chegou a conhecer algum desses avós, conviveu com eles? R - Conheci o avô materno, conheci ele se chamava Luciano, era um homem muito bonito, muito bom tinha uma chácara lá em cima na vila, que ele plantava, tinha o tipo italiano, costume dele usava tamanco, meias vermelhas, aquelas coisas, plantava uva no quintal inteirinho plantada era lindo, mas quando minha avó morreu deixou os dois filhos pequenos então ele pôs uma empregada em casa. História de italiano é assim mesmo, arranjou uma empregada botou na casa, no fim acabou tomando conta das crianças mas tendo um filho com ela, minha _______ considerava minha tia Lúcia, mas não casava não, ficava deixava os filhos e cuidava, ajudava. Meu avô foi pra Santos e arrumou outra mulher em Santos, teve outra filha pois trouxe pra cá, depois houve aquela confusão de italiano, é mesmo viu.
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HAREM-542-06232
Insituto de desenho industrial (IDI) Instituto de Desenho Industrial (IDI) 1968 :: 1986(? ) Nacionalidade Brasil O IDI foi uma divisão do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, criada por Bergmiller, Goebel Weyne e Maurício Roberto. O objetivo do IDI era se tornar um centro de informação e divulgação do design, mostrando ao grande público o que era o desenho industrial. O Instituto organizou um evento que se chamou "Desenho Industrial - Bienal Internacional do Rio de Janeiro" em 1968, 1970 e 1972. A Bienal do Rio mostrava o que estava acontecendo na área no Brasil e no mundo. Ele também em organizou exposições temáticas (como "O talher contemporâneo" e "A imagem corporativa"). Mais tarde, o IDI se tornaria uma espécie de seção de pesquisa da ESDI, sendo que vários de seus membros lecionavam na escola que não conseguiu incorporar essa atividade. Um dos trabalhos mais conhecidos do IDI foi o "Manual para planejamento de embalagens", que esgotou rapidamente após seu lançamento. O Insituto também desenvolveu um projeto para a normatização da produção de mobiliário escolar no Brasil, em todos os níveis (do primeiro grau ao curso superior). Esse projeto teve a participação de ortopedistas, educadores e dos principais produtores de mobiliário escolar do Brasil. Também foram desenvolvidos manuais para possibilitar a produção das peças em pequenas e médias indústrias, como acontece na área rural do país. Os participantes do IDI também tinham a preocupação de não deixar nunca que o instituto estabelecesse alguma concorrência com outros escritórios. O IDI foi desativado no fim dos anos 80, quando o MAM suspendeu seu funcionamento. Bibliografia - DE SOUZA, Pedro Luiz Pereira - D&I No. 20 - OUT 1990 Links Autor|Autor Tiago Teixeira Data agosto de 1999 Se você possui alguma informação que possa complementar ou retificar esse texto, por favor contribua. Página Inicial fatias livros em fatias web em fatias utilidades quem somos contribua opinião busca avançada updates receba os updates do site procura no site apoio:
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HAREM-40J-06242
Há muito tempo que tenho uma estranha relação afectuosa com esta ilha. No quiosque vendem-se dessas revistas de viagens que agora proliferam e que perpetuam as fantasias sobre ilhas exóticas. Sempre me pareceu estranho nunca ter lido um artigo sobre a «ilha de Santos». Estava convencido que só eu a via, só eu a imaginava vista de cima naufragando no meio dos horríveis autocarros lisboetas. Protegida pelas correntes anti-estacionamento selvagem, todos os dias suspirava de alívio por ainda ver a ilha no seu sítio, com as fronteiras bem definidas -- o que em si é uma das razões que faz das ilhas um dos nossos arquétipos mais resistentes. Outro dia reparei numa bandeira hasteada no passeio em frente. Era a bandeira duma organização que eu desconhecia: «Amigos da Ilha de Santos». Como alguém que descobre não estar só no mundo, aquela bandeira foi alimento espiritual. Eis que a minha ilha tinha bandeira e tudo. Eis que, afinal, existem mais habitantes virtuais daquele país que me dá gosto imaginar como um principado independente. Sobretudo foi bom descobrir que há mais gente a fazer parte do equipamento «imaginário» da ilha. Isolada dos passeios que bordejam os quarteirões, frequentada por uma «população» móvel, provisória e em constante renovação, a ilha serve de plataforma de comunicações: apanhar um transporte, comprar um jornal com notícias, enviar uma carta, fazer um telefonema. Os seus habitantes são do mais cosmopolita que há.
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HAREM-117-06259
Noticiado no - O Estado de Sao Paulo e no Boletim Eletronico da SBPC; deve ser refletido por todos os que trabalham com a imformacao e com a Sociedade da Informacao no Brasil. BRASIL É EFICIENTE NO USO DA INFORMACAO Pais está entre as 55 nacoes que tem boas possibilidades de usar a tecnologia e o conhecimento para acelerar o desenvolvimento economico O Brasil está entre os 55 paises do mundo que tem boas chances de usar as tecnologias da informacao para acelerar seu desenvolvimento. Essa é a boa noticia do relatorio Information Society Index (ISS) de 99, produzido há tres anos pela World Times e pela International Data Corporation (IDC), para reunir dados de todos os paises do mundo sobre suas habilidades para eficientemente acessar, absorver e usar a informacao e as tecnologias da informacao. Paises como o Vietna ou Myanmar, por exemplo, foram excluidos porque seus dados nao sao considerados confiaveis. O estudo deste ano, que, como o dos anos anteriores, tambem classifica os 55 paises com melhores resultados, foi anunciado na quinta-feira em Mountain View, na area da baia de Sao Francisco, na California, na sede da Netscape Communications, que patrocinou a pesquisa. A má noticia é que, no ranking do ISS, onde os EUA aparecem em primeiro lugar, o Brasil está na posicao numero 41, muito depois da Polonia, da Bulgaria e da Russia. Pior: mesmo no ranking latino-americano, o Brasil aparece em sexto lugar, depois de Argentina, Chile, Costa Rica, Venezuela e Panamá, nessa ordem. O Brasil está na frente apenas de Equador, Mexico, Colombia e Peru, tambem incluidos na lista dos 55. Embora tenha, de longe, a economia mais solida e prospera da America Latina, a pontuacao brasileira foi empurrada para baixo por seus pessimos indicadores sociais. Sinal de que a presenca da tecnologia por si só nao basta para promover o desenvolvimento. "A melhor infra-estrutura de informatica e telecomunicacoes é inutil se nao há pessoas educadas para usa-la", explicou ao Estado Wilford Welch, diretor da World Times. A vasta pesquisa é baseada em quatro conjuntos de criterios: infra-estrutura de computadores (numero de PCs instalados per capita, numero de PCs instalados nas residencias, numero de PCs vendidos à industria, comercio e governo, numero de PCs instalados em escolas e Universidades, porcentual de PCs em rede, gastos em software e hardware); infra-estrutura de informacao (numero de linhas telefonicas por residencia, numero de troncos telefonicos, numero de televisores per capita, numero de aparelhos de radio per capita, numero de aparelhos de fax per capita, numero de telefones celulares per capita, cobertura de TV por cabo e ou satelite); infra-estrutura de Internet, um conjunto de criterios isolado pela primeira vez este ano (volume de faturamento do comercio eletronico, numero de usuarios domesticos de Internet, numero de usuarios corporativos de Internet, numero de usuarios de Internet no setor de educacao); e, finalmente, a infra-estrutura social (porcentual da populacao entre 10 e 16 anos que está efetivamente matriculada na escola secundaria, mesmo tipo de porcentual para a escola superior, numero de leitores de jornais diarios, liberdade de imprensa e liberdades civis). A decisao de separar do resto dos dados aqueles referentes à infra-estrutura de Internet adveio dos resultados encontrados nos ultimos tres anos. "Os resultados do ano passado mostraram um crescimento de 166% da infra-estrutura de Internet, diante de apenas 4% dos outros conjuntos de criterios", explicou Welch. A maioria dos dados, que se referem a 97 foi obtida na IDC e tambem na Uniao Internacional das Telecomunicacoes (UIT), Unesco, Banco Mundial e a outras entidades supragovernamentais que reunem informacoes desse tipo. "Os dados sao todos absolutamente confiaveis", garantiu Welch, ponderando que, na classificacao, ficaram por ultimo os paises com grandes populacoes, como a China, a India, a Indonesia e o Paquistao. "Isso nao significa, por exemplo, que a China nao seja um grande mercado", explicou. "Apenas indica a dificuldade que governos como o chines tem para servir adequadamente populacoes enormes; significa, tambem, que a sociedade da informacao está florescendo em Xangai, mas dificilmente chegará ao Tibete na mesma velocidade." Welch acredita que paises como a China - ou o Brasil - acabaram criando grandes centros de excelencia, como Xangai é para a China, por exemplo. Os dez primeiros paises do ranking sao EUA, Suecia, Finlandia, Cingapura, Noruega, Dinamarca, Holanda, Australia, Japao e Canadá, nessa ordem. Welch observou que os EUA tem apenas 4% de vantagem sobre a Suecia. Mas a grande surpresa do relatorio de 99, quando comparado com o de 98, foi Cingapura, que saltou do 11º para o quarto lugar, passando à frente até do Japao -- que, por sua vez, cresceu 7%, mas caiu tres posicoes no ranking. "E olhe que só o relatorio do ano que vem será impactado pela crise asiatica", comentou Welch. Apenas tres paises, entre os dez mais, tem uma lista nos indicadores sociais que nao está entre os dez mais: Cingapura, cuja infra-estrutura social a coloca em 34º; EUA, em 14º; e Canadá, em 11.º. (O Estado de SP, 13/12) == A ANCIB DESEJA AOS SEUS ASSOCIADOS E AMIGOS UM UM FELIZ NATAL E UM OTIMO 1999 Lista de discussao e divulgacao da ancib : ancib-l@alternex.com.br Va ate o site da ANCIB ICQ , 25328270
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HAREM-611-06315
Programa Anti-Celulite Intensivo Este programa é constituído por dois cremes Adelgaçante|Adelgaçante,   Esfoliante|Esfoliante e um produto nutricional. Creme Adelgaçante|Creme Adelgaçante ajuda a dar às areas com aspecto de "casca de laranja" uma aparência suave. Contém Multi-ácidos que ajudam a melhorar a textura e tonicidade da pele, Centelha Asiática que melhora a firmeza da pele, Fosfolípidos que melhoram a circulação. O Creme Esfoliante|Creme Esfoliante ajuda a suavizar e a limpar a pele. Acelera o processo natural de esfoliação da pele. Remove as células velhas permitindo a renovação da pele. Contém Glicerina que hidrata e Óleo de Jojoba. As pastilhas ajudam a combater a celulite e gorduras localizadas. Contém vitaminas, minerais e ervas com funções desintoxicantes. Tomar 3 pastilhas por dia antes das refeições Como usar : Aplique o Creme Esfoliante|Creme Esfoliante com uma massagem suave até sentir a pele limpa e macia. Aplique o Creme Adelgaçante|Creme Adelgaçante com as pontas dos dedos em todas as zonas problemáticas em movimentos suaves de baixo para cima. Recomenda-se uma aplicação de manhã e outra à noite diariamente. Resultados : O uso consistente destes produtos permite á sua pele adquirir uma sensação mais firme e mais sedosa e obterá uma melhor forma e silhueta. A rapidez de obtenção de resultados varia de pessoa para pessoa. Se combinar este programa com uma dieta equilibrada, com baixo índice de gorduras e alto teor de fibras, e fizer exercício regularmente, obterá óptimos resultados mais rapidamente.           Voltar á loja
[ { "label": "OBRA", "type": "PLANO", "start": 1, "end": 33 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 90, "end": 101 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE", "start": 116, "end": 126 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE|SUBSTANCIA", "start": 171, "end": 188 }, { "label": "COISA", "type": "SUBSTANCIA", "start": 272, "end": 284 }, { "label": "COISA", "type": "SUBSTANCIA", "start": 339, "end": 356 }, { "label": "COISA", "type": "SUBSTANCIA", "start": 388, "end": 400 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE|SUBSTANCIA", "start": 447, "end": 463 }, { "label": "COISA", "type": "SUBSTANCIA", "start": 614, "end": 623 }, { "label": "COISA", "type": "SUBSTANCIA", "start": 638, "end": 652 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 790, "end": 791 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE|SUBSTANCIA", "start": 869, "end": 885 }, { "label": "COISA", "type": "CLASSE|SUBSTANCIA", "start": 970, "end": 987 } ]
HAREM-132-06332
Jornal Plenário - Geral - Betinho, o militante da utopia Betinho, o militante da utopia Depois da euforia da eleição direta do primeiro presidente civil, os brasileiros assistiam impotentes, em 1992, o País mergulhar num caos econômico e social pelas mãos do então presidente da República, Fernando Collor de Mello e sua equipe de corruptos, lideradas pelo famoso PC Farias. Na desesperança que tomava conta da nação, surgiram as mãos e as idéias salvadoras do sociólogo mineiro Herbert de Souza. Apesar de aparentar, fisicamente, ser um homem frágil, devido a Aids Betinho era hemofílico e pegou esta doença fatal numa das inúmeras transfusões de sangue realizadas em 1986 por onde passava com a sua caravana da Cidadania, atraía milhares de pessoas. Sua capacidade era a de mostrar, com simplicidade, que apesar de toda riqueza aparente do Brasil a 8ª economia mundial, como rejubilava os governantes de plantão vivíamos no País mais desigual do planeta Terra. Em 1992 Betinho de Souza comandou a Campanha Pela Ética na Política , que culminaria no impeachment de Collor. Depois, iniciou a grande campanha contra a fome, batizada de Campanha da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida , quando o sociólogo mobilizou 70% da população brasileira para salvar os 30% de outros brasileiros que viviam abaixo da linha da pobreza. Sua campanha criou, espontaneamente, milhares de comitês contra a fome pelo País, conseguindo tirar dinheiro até de bicheiros, que gerou alimentos e trouxe esperança para milhões de brasileiros espalhados por este país continental. Betinho morreu no dia 9 de agosto de 1995, aos 60 anos, pesando apenas 39 quilos, mas como diz Frei Betto: utopia é sonhar acordado . O sonho de Betinho de Souza continua vivo. |Alto da Página | Page UP| Fotos: Reprodução Betinho de Souza: vida dedicada ao povo brasileiro Aqui, Betinho, ao lado de milhares de quilos de alimentos, numa cena que se tornou comum num Brasil que aprendeu a ser mais solidário Voltar Geral | Procon Assembléia: vitória da competência | Procon AL é modelo nacional | | Confira as ações do Procon AL copiadas no País | Terreno da fafich vira praça Herbert de Souza | | Como será a Praça Herbert de Souza | Qualidade e higiene: a receita de sucesso de self-service | | Cursos de inglês com tecnologia de ponta |
[ { "label": "ORGANIZACAO", "type": "EMPRESA|VIRTUAL", "start": 1, "end": 16 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 27, "end": 34 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 60, "end": 67 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 197, "end": 201 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "ADMINISTRACAO", "start": 205, "end": 209 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "ADMINISTRACAO", "start": 282, "end": 291 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 293, "end": 317 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 367, "end": 376 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 484, "end": 500 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "ESTADO", "start": 568, "end": 572 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 573, "end": 580 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 676, "end": 680 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 720, "end": 729 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 851, "end": 857 }, { "label": "VALOR", "type": "CLASSIFICACAO", "start": 860, "end": 862 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 935, "end": 939 }, { "label": "LOCAL", "type": "FISICO", "start": 965, "end": 970 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 977, "end": 981 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 982, "end": 998 }, { "label": "ACONTECIMENTO", "type": "ORGANIZADO|PLANO", "start": 1010, "end": 1041 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1077, "end": 1083 }, { "label": "ACONTECIMENTO", "type": "ORGANIZADO|PLANO", "start": 1148, "end": 1198 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1230, "end": 1233 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1273, "end": 1276 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 1416, "end": 1420 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1574, "end": 1581 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 1596, "end": 1615 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1621, "end": 1628 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 1645, "end": 1654 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1669, "end": 1679 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1721, "end": 1737 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1800, "end": 1816 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1857, "end": 1864 }, { "label": "LOCAL", "type": "ADMINISTRATIVO|GRUPOMEMBRO", "start": 1944, "end": 1950 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "EMPRESA", "start": 2000, "end": 2006 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "ADMINISTRACAO", "start": 2007, "end": 2017 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "EMPRESA", "start": 2044, "end": 2053 }, { "label": "ORGANIZACAO", "type": "EMPRESA", "start": 2096, "end": 2105 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 2118, "end": 2122 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 2154, "end": 2170 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 2187, "end": 2209 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 2212, "end": 2221 } ]
HAREM-53B-06333
Forte de Aguada Colocado num ponto estratégico, controlando o estuário do Rio Mandovi, no concelho de Bardez, este forte é dos mais grandes e mais bem conservados em Goa. É visitado por muitos turistas, e conta com a atracção de dois faróis. Um é o mais velho do género na Ásia, o outro bem mais moderno cumpre agora a tarefa de ajudar à navegação marítima. O forte é muito grande, com vários baluartes. Estende-se por vários quilómetros quadrados e numa das suas partes junto ao rio Mandovi situa-se presentemente a prisão de Goa. Á sua volta encontram-se vários Hóteis de 5 estrelas, como o Taj, o Fort Aguada Resort, entre outros. Há planos do Departamento de Turismo para um campo de golfe e um complexo turístico para esta zona histórica. História Esta praça tinha originalmente o nome de Santa Catarina, mas devido às diversas fontes de água fresca no seu interior, foi baptizada de Forte Aguada, sendo que aqui os barcos portugueses aportavam para se reabastecerem de água e mantimentos. Começada a construção em 1604, foi finalizada a parte principal em 1812, data que está (estava?) marcada numa placa: "REINANDO MUI CATHOLICO REI D. FILLIPE 2.º DE PORTUGAL MANDOU A CIDADE FAZER ESTA FORTALEZA DO DINHEIRO DE UM POR CENTO, PARA GUARDA E DEFFENSÃO DAS NÁOS, QUE A ESTE PORTO VEM, A QUAL FOI ACABADA PELOS VEREADORES DO ANNO 1612, SENDO VICE-REI DÉSTE ESTADO RUI LOURENÇO DE TAVORA." Este forte foi essencial na defesa de Goa no bloqueio dos holandeses no século XVII e nas diversas incursões guerreiras dos maratas em Bardez. No seu interior encontra-se ainda a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem (em péssimo estado de conservação) e o farol da Aguada, mandado construir pelo governador interino Lopes de Lima em 1841, que incluía uma grande lanterna e um sino de 2250 quilos. Este sino era originário do Convento dos Agostinhos em Velha Goa. Este sino, está presentemente na Igreja de Panjim. Um moderno farol veio a substituir aquele que foi um dos mais antigos faróis na Ásia.
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HAREM-531-06367
Tuna Académica da Universidade Fernando Pessoa Tuna Académica da Universidade Fernando Pessoa A tuna Académica da Universiade Fernando Pessoa, da cidade do Porto, foi criada em 12 de Outubro do ano da Graça de 1994, surgindo devido aos pedidos de muitas famílias (...) - a Tuna da UFP, constituida por cerca de 40 elementos e apadrinhada pela magnífica Tuna Universitária do Minho, segundo Zebedeu (filho de Jacob, irmão do João e primo do Serafim) no capítulo 4º, versículo 234º, alínea k), já com um vasto número de actuações por tudo o país, apesar da sua curta existência, veio culmatar uma lacuna, muito importante, existente no seio da vida tunante portuguesa. Não conseguimos, no entanto, discernir até ao momento, qual a lacuna preenchida. Os tunos da UFP demostrando, desde cedo, a sua força espiritual e o seu caractér determinado, têm como principal preocupação o desenvolvimento económico das cooperativas vinículas portuguesas; o "aproveitamento" das belezas naturais femininas e também a divulgação da música portuguesa pelos 49 cantos do mundo(...). Tendo em conta a sua curta existência, o número de actuações realizadas é já bastante significativo. Aliás, já participaram em algumas actividades de relevo, das quais podemos salientar o II FITISEP e o Festival de Solidariedade do "ABRAÇO", ambos realizados no Coliseu do Porto. Quanto aos prémios que normalmente recebem, só se devem aos "codfich" (não sabemos traduzir) e presuntos oferecidos ao júri. Antes do fecho desta edição, a Tuna Académica encontrava-se em mais um estágio, desta feita para o lançamento da sua primeira cassete comercial (e consequente realização do video-clip para esse grande veículo e instrumento de cultura, que dá pelo nome de "Made In Portugal") estando ainda em recuperação do último em Alfandega da Fé que se realizou em meados do século (no mês de Junho). In "TIME", nº109, Ano 34, pp 257 a 303 Tradução de Vay Bus-Cála
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HAREM-629-06394
Camilo Castelo Branco Na última noite do Carnaval, que foi justamente aos 8 dias do mês de Fevereiro, do corrente ano, pelas 9 horas e meia da noite entrava no Teatro de S. João, desta heróica e muito nobre e sempre leal cidade, um dominó de cetim. Dera ele os dois primeiros passos no pavimento da plateia, quando um outro dominó de veludo preto veio colocar-se-lhe frente a frente, numa contemplação imóvel. O primeiro demorou-se um pouco a medir as alturas do seu admirador, e virou-lhe as costas com indiferença natural. O segundo, momentos depois, aparecia ao lado do primeiro, com a mesma atenção, com a mesma penetração de vista. Desta vez o dominó-cetim aventurou uma pergunta naquele desgracioso falsete, que todos nós conhecemos : - « Não quer mais do que isso ? » - « Do qu’isso !! » ? respondeu uma máscara que passava por casualidade, esganiçando-se numa risada que raspava o tímpano. ? « Olha do qu’isso !! Já vejo que és pulha !! » E retirou-se repetindo ? « Do qu’isso! do qu’isso! ». Ma o dominó-cetim não sofreu, ao que parecia, a menor contrariedade com esta charivari. E o dominó-veludo nem sequer acompanhou com os olhos o imprudente que viera embaraçar-lhe uma resposta digna da pergunta, fosse ela qual fosse. O cetim (fique assim conhecido para evitarmos palavras e tempo, que é um preciosíssimo cabedal), o cetim, desta vez, encarou com mais alguma reflexão o veludo. Conjecturou suposições fugitivas, que se destruíam mutuamente. O veludo era forçosamente uma mulher. A pequenez do corpo, cuja flexibilidade o dominó não encobria ; a delicadeza da mão, que protestava contra o ardil mentiroso de uma luva larga ; a ponta de verniz, que um descuido, no lançar do pé, denunciara debaixo da fímbria do veludo, este complexo de atributos, quase nunca reunidos em um homem, captaram as sérias atenções do outro, que, incontestavelmente, era um homem. - « Quem quer que sejas » ? disse o cetim ? « não te gabo o gosto ! Tomara eu saber o que vês em mim, que tanta impressão te faz ! » - « Nada » ? respondeu o veludo. - « Então, deixa-me, ou diz-me alguma coisa ainda que seja uma sensaboria, mais eloquente que o teu silêncio. » - « Não te quero embrutecer. Sei que tens muito espírito, e seria um crime de lesa-Carnaval se te dissesse alguma dessas graças salobras, capazes de fazer calar para todo o sempre um Demóstenes de dominó. O cetim mudou de opinião a respeito do seu perseguidor. E não admira que o recebesse com rudeza no princípio, porque, em Portugal, um dominó em corpo de mulher, que passeia « sozinha » num teatro, permite umas suspeitas que não abonam as virtudes do dominó, nem lisonjeiam a vaidade de quem lhe recebe o conhecimento. Mas a mulher em quem recai semelhante hipótese não conhece Demóstenes, nem diz lesa-Carnaval, nem aguça a frase com o adjectivo salobras. O cetim arrependeu-se da aspereza com que recebera os atenciosos olhares daquela incógnita, que principiava a fazer-se valer como tudo aquilo que apenas se conhece por uma face boa. O cetim juraria, pelo menos, que aquela mulher não era estúpida. E, seja dito sem tenção ofensiva, já não era insignificante a descoberta, porque é mais fácil descobrir um mundo novo que uma mulher ilustrada. É mais fácil ser Cristóvão Colombo que Emílio Girardin. O cetim, ouvida a resposta do veludo, ofereceu-lhe o braço, e gostou da boa vontade com que lhe foi recebido. - « Conheço » ? diz ele ? « que o teu contacto me espiritualiza, belo dominó! » - « Belo, me chamas tu !! É realmente uma leviandade que te não faz honra !! Se eu levantasse esta sanefa de seda, que me faz bonita, ficavas como aquele poeta espanhol que soltou uma exclamação de terror na presença de um nariz! que nariz não seria, santo Deus !! Não sabes essa história ? » - «Não, meu anjo ! » - « Meu anjo !! Que graça ! Pois eu ta conto. Como o poeta se chama não sei, nem importa. Imagina tu que és um poeta, fantástico como Lamartine, vulcânico como Byron, sonhador como MacPherson e voluptuoso como Voltaire aos 60 anos. Imagina que o tédio desta vida chilra que se vive no Porto te obrigou a deixar no teu quarto a pitonissa descabelada das tuas inspirações, e vieste por aqui dentro a procurar um passatempo nestes passatempos alvares de um baile de Carnaval. Imagina que encontravas uma mulher extraordinária de espírito, um anjo de eloquência, um demónio de epigrama, enfim, uma destas criações miraculosas que fazem rebentar uma chama improvisa no coração mais de gelo, e de lama, e de toucinho sem nervo. Ris ? Achas nova a expressão, não é assim ? Um coração de toucinho parece-te uma ofensa ao bom senso anatómico, não é verdade ? Pois, meu caro dominó, há corações de toucinho estreme. São os corações, que resumam óleo em certas caras estúpidas! Por exemplo! Olha este homem redondo, que aqui está, com as pálpebras em quatro refegos, com os olhos vermelhos como os de um coelho morto, com o queixo inferior pendente, e o lábio escarlate e vidrado como o bordo de uma pingadeira, orvalhada de banha de porco! Esta cara não te parece um grande rijão ? Não crês que este baboso tenha um coração de toucinho ? » - « Creio, creio ; mas fala mais baixo que o desgraçado está gemer debaixo do teu escalpelo! » - « És tolo, meu cavalheiro ! Ele entende me lá !! É verdade, aí vai a história do espanhol, que tenho que fazer! » - « Então queres deixar-me ? » - « E tu ?! Queres que eu te deixe ? » - « Palavra de honra que não ! Se me deixas, retiro-me! » - « És muito amável, meu querido Carlos! » - « Conheces-me ? ! » - « Essa pergunta é ociosa. Não és tu Carlos ! » - « Já falaste comigo na tua voz natural ? » - « Não ; mas começo a falar agora. »
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HAREM-43K-06402
P - Não era fácil não, né. R - Não foi fácil pra ele foi muito difícil, depois ele morreu cedo também, um homem já tava casada mas eu conheci, tive o prazer de conhecer e todos os outros irmãos que ele tinha tido também e da avó paterna eu adorava, a avó Ernesta, um encanto morava ali em frente à Faculdade da Farmácia, vocês não conhecem aqui, né, e ali tinha jardim. Quando tinha circo ela ia buscar o adubo dos elefantes, das coisas pra, então as flores davam deste tamanho ela falava sabe por que... Ah, ela trabalhava é com macarrão eu lembro dela daquelas mesas grandes largas, né, ela com aquele pau largo fazendo abrindo a massa de macarrão, a gente tem uma lembrança muito grande e muito bonita, do trabalho do amor que eles tinham, tinha adoração pelo _________ eles não quiseram voltar mais pra Itália de jeito nenhum, adoravam o Brasil, Araraquara pra eles, porque eles sofreram muito lá, passaram fome além do frio, a guerra a coisa, não tinham e é tão linda a Itália, passei lá lindo. P - E a senhora tinha quantos anos quando a senhora convivia quando esses avós faleceram, quer dizer como foi a convivência que a senhora teve com eles? R - Tive os dois filhos pequenos e ela morreu em casa, depois quando eu fui pra Marília ela estava em casa com meus pais, convivi bastante com ela, exemplo de pessoa que vem de fora, aquela força que eles tem pra trabalhar, não mede sacrifício fazem, lavam roupa tudo que precisa fazem, hoje não ninguém quer fazer mais nada, não é, hoje elas vinham com aquela garra de trabalhar, de fazer não escolhiam serviço, faziam tudo que precisava, ela ia buscar lenha que nas matas lá tinha, criava cabrita a gente tomava, por isso que tenho os dentes bons porque ela me dava leite de cabra. P - E ela fazia queijo de cabra também? R - Não fazia queijo, a gente tomava leite e outro parente do meu avô, eles faziam queijo, mas essa aqui não fazia, ela pegava a cabritinha e dava aqueles copos grandes sabe, quando tinha tosse ela punha o ferro dentro do forno, queimava aquilo e punha dentro do leite, aquilo tão bem eu falava gente, tratava da tosse comprida com isso, a vovó fazia isso, no forno ela punha lá o ferro. P - Como que era? R - Tinha uma _______, porque não tem o ferro aquela coisa que eles tratam hoje, era assim ela tratava. P - E as comidas, ela fazia algumas comidinhas típicas italianas, conta pra gente um pouco. R - Ah macarronada italiana, sopa, cappeleti, o caldo tudo era especial, né, aquela comida saborosa muito amor e carinho, muito gostoso, as bracholas, as pizzas, quer dizer grava não precisava, mas depois a gente vai desembaraçando, soltando e vai vendo, hoje eu adoro porque eu estou em casa, sair à rua não pode é perigoso, de noite nem se fala, de dia tomo cuidado, até planta, é casa, flores quer dizer eu tô reservando tudo que foi deles, já me passou, passa gente pensa que não, mas passa as coisas das mães, dos avós, fica na gente se fixa, por isso é que eu penso que as crianças de hoje, os pais estão deixando muito, é um reflexo da gente, né. P - Voltando um pouco essa coisa da comida fiquei curiosa, qual que era o tempero assim que eles usavam, que a sua avó usava os temperos como eram? R - É isso, a carne bem frita porque era bem vermelhinha, cebola e o alho, é isso que nós fazemos, usava muito óleo, né, muito óleo de oliva, óleo bom. P - O óleo vinha de lá ou era daqui mesmo? R - Não era daqui, a carne de porco eles derretiam e faziam pedaço de carne faziam deixava na gordura aquelas latas grandes, guardava os pedaços tudo naquela lata, quando queria um pedaço de carne tirava, era um hábito antigo, era mais gostosa. P - E eles moravam em chácara? R - Não. P - Na cidade mesmo? R - Na cidade, moravam ali em frente à Faculdade Escola de Farmácia, a vovó tinha uma casa da esquina, ela comprava era danada, não sei ela tinha o espírito sabe forte pra negociar pra fazer as coisas viva, não ficava pedindo esmola os outros aí pedem né, porque veio pra cá sem nada, não tinha nada, filho e tudo trabalharam numa chácara que agora é atrás da escola, tinha uma chácara lá eles trabalharam lá, dali foram saindo procurando outro lugar, quando podiam compraram uma casa enfeitavam a casa com flores com tudo, depois vendiam aquela compravam outra, é interessantíssimo viu, a força que eles trouxeram. P - E tinha bastante quintal nessa casa que eles moravam? R - Tinha quintal mas não era também tanto assim, sabe. P - Frutas. R - É, ah do meu avô tinha lá em cima da chácara tinha tudo, tinha banana tinha fruta quantidade, uva então era aquilo que ele plantava, né, minha avó plantava, a gente chegava lá tinha aquelas vagens sabe, comprida, bonito era isso porque distribuía pra vizinhos, tinha muita solidariedade naquela época, eles distribuíam, faziam aqueles pães grandes e os pães era maravilhosos, e o forno era de lenha, tudo ________ que eles torravam café em casa, pão tudo isso, moía era tudo moidinho.
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HAREM-04C-06438
Igualmente justificada é a pretensão da colega Pack no sentido de ser prevista a introdução do chamado processo de candidatura rápido, o que agiliza o programa e suprime procedimentos onerosos e formalidades burocráticas quando estão em jogo montantes inferiores a 20 000 euros. De igual modo haveria que investigar se, nesta ordem de valores, faz sentido a sobrecarga do co-financiamento. Há que implementar a colaboração com outros programas comunitários, pois os programas não podem funcionar uns ao lado dos outros, mas sim uns com os outros, de modo a poder-se tirar melhor partido dos recursos existentes. Os relatórios de acompanhamento da Comissão deveriam também considerar os relatórios de acompanhamento dos participantes, pois, para nós, é importante o resultado destes programas. Que tipo de repercussões têm, por exemplo, na formação dos professores? Que experiências positivas podem advir para alunos e estudantes? Tudo isto é importante para dar continuidade ao programa e/ou para o melhorar. Penso que temos direito a esperar resultados. No que se refere ao financiamento, não há dúvida de que foi uma dura batalha dar-lhe pernas para andar. Junto as minhas palavras ao que foi dito pela colega Pack: em 2004, quando houver alargamento é imprescindível um reforço de dotações, pois, caso contrário, este programa estará condenado ao fracasso. Senhor Presidente, Senhora Comissária, caros colegas, antes de entrar mais aprofundadamente no debate do relatório sobre a execução do programa SÓCRATES, gostaria de cumprimentar a senhora deputada Pack pelo consciencioso trabalho que apresentou. Já tivemos ocasião de ouvir todos os números, e é realmente espantoso. Entre 1995 e 1999 tivemos o programa SÓCRATES I, que foi muito bem sucedido mas foi também alvo da necessária crítica. Os estudantes e docentes que nele participaram reconheceram abertamente que as experiências foram particularmente instrutivas e que o programa contribuiu de forma concreta para a cidadania europeia. Porém, a crítica incidiu sobretudo nos procedimentos. Estes eram excessivamente burocráticos, pouco transparentes, os pagamentos eram demasiado morosos e pouco foi feito com os resultados. Como é a situação neste momento? Entretanto, já há pouco mais de um ano e meio que nos ocupamos do programa SÓCRATES II, que vigorará até 2006, e apesar de não ter sido ainda publicado qualquer relatório de avaliação intercalar há sinais de que já muito foi melhorado. Aparentemente, a relação entre a Comissão e as agências nacionais foi consideravelmente flexibilizada e os procedimentos administrativos foram um pouco mais simplificados. No entanto, há algumas observações marginais que gostaria de fazer. A prolixidade dos procedimentos - seguramente para os projectos de menor dimensão - continua a afugentar potenciais participantes. Além disso, de acordo com as informações de que disponho, os contratos são muitas vezes enviados tardiamente e os pagamentos das bolsas fazem-se esperar. O meu grupo considera isto inaceitável. Os projectos ficam, assim, em apuros financeiros, o que não contribui propriamente para aumentar a credibilidade da União Europeia. Além disso, a cooperação com outros programas comunitários parece deixar ainda a desejar, o que considero uma lacuna grave. O programa SÓCRATES tem de ser gerido com eficiência, e isso inclui também a coordenação com outros programas comunitários. Por isso mesmo, gostaria de pedir explicitamente à Comissão que consagre uma atenção acrescida a estes aspectos. O programa SÓCRATES é um instrumento demasiado valioso, nomeadamente para promover a mobilidade dos educandos, dos estudantes e dos docentes, para que corra o rico de fracassar devido a barreiras administrativas e financeiras. Trata-se de um excelente instrumento para promover o conhecimento de outras línguas e outras culturas europeias e que nos conduzirá a uma convivência harmónica na Europa, que é aquilo que todos desejamos. Em minha opinião, terá de haver mais espaço para este programa, inclusive do ponto de vista financeiro. Mas, Senhora Comissária, tendo em conta a postura do meu Ministro das Finanças, estou realmente a falar aqui um pouco por mim própria. Senhor Presidente, registo com grande agrado a criação da segunda fase do programa SÓCRATES e agradeço à senhora deputada Pack o seu excelente trabalho. Sem dúvida alguma que assistimos a uma maior cooperação no campo da educação europeia, combinada com um empenho renovado na formação contínua, o que é inspirador. No País de Gales, o meu país, e de facto em todo o Reino Unido, registam-se dificuldades, de uma forma geral, na promoção da aquisição de competências linguísticas. O Programa ERASMUS contribuiu largamente para melhorar esta situação e gostaria que o número de estudantes que participam anualmente neste programa, 460 000, viesse a aumentar. Este intercâmbio não só obriga, claramente, a uma melhoria no domínio dos conhecimentos linguísticos como promove a cooperação cultural. A Comissão deve continuar a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir que o processo de candidatura seja mais convivial, pelo que concordo com os comentários de alguns oradores, a saber, que actualmente a parte administrativa do programa cria dificuldades aos participantes. Verifica-se que tem sido imposta aos candidatos uma carga administrativa pesada neste programa, particularmente ao abrigo da acção COMENIUS, que precisa urgentemente de ser objecto de atenção. Independentemente do êxito alcançado por este programa, é preciso que ele seja sempre o mais aberto possível a todos aqueles que nele desejarem participar. Senhor Presidente, o programa SÓCRATES não é um mero sistema de intercâmbios educativos. Funciona como instrumento de intervenção nas consciências dos jovens e como mecanismo de imposição de um determinado modelo educativo. O problema fulcral da educação, que é a formação universal dos jovens, fica de fora das actividades deste programa. Em contrapartida, as suas acções visam transformar a consciência de alunos, estudantes e professores, de modo a reforçar a caminhada europeia num sentido único e a facilitar a submissão dos jovens à política da União Europeia, às regras da economia de mercado e às chamadas novas condições de trabalho. O espaço europeu do ensino encerra em si a convergência dos sistemas educativos a fim de os adaptar às necessidades do capital monopolista, o que pressupõe outra coisa que não a melhoria geral do ensino. Além disso, os intercâmbios educativos e o sistema de consolidação dos cursos funcionam como meios de pressão nesse sentido. A melhoria dos sistemas educativos exige a rejeição das intervenções da União Europeia. Trata-se, em última análise, de um assunto do movimento popular. Senhor Presidente, quero felicitar a senhora deputada Doris Pack pelo relatório sobre o programa SÓCRATES, que me deu ensejo para uma série de considerações. Não há dúvida de que podemos afirmar que o principal objectivo, designadamente desenvolver a cidadania europeia e, em especial, melhorar a qualidade dos sistemas educativos, foi plenamente realizado. A demonstrá-lo temos os importantes benefícios conseguidos com a abertura cultural, com a superação de preconceitos e estereótipos culturais e, consequentemente, com a aprendizagem das línguas, de que beneficiaram os bolseiros do programa SÓCRATES. Apesar disso, a sua análise deixa patentes alguns pontos fracos, tais como a integração do programa SÓCRATES com os programas COMENIUS, LÍNGUA e LEONARDO DA VINCI, que deverá exigir importantes ajustamentos e uma maior coordenação e reforço. Um aspecto que eu considero que deve absolutamente ser tido em grande linha de conta é o do apoio financeiro oferecido aos vencedores de bolsas SÓCRATES: o montante atribuído revela-se insuficiente para o sustento dos estudantes, em virtude de um critério de distribuição quantitativa das bolsas que originou uma excessiva redução das verbas atribuíveis Com efeito, regista-se uma grande diversidade de situações nacionais num contexto de redução global dos montantes das bolsas concedidas a cada estudante, ao mesmo tempo que o contributo dos familiares tem tendência para aumentar. Como já foi salientado no relatório, essa tendência cria, evidentemente, o risco de desigualdades crescentes entre os estudantes. Relativamente a este aspecto, importa assegurar os meios necessários suficientes a fim de que se possa proceder de maneira autónoma, ou seja, sem o indispensável apoio dos familiares, tendo em conta que as bolsas de estudo não devem ser diferenciadas, tanto no que se refere ao país da pessoa interveniente como ao país para onde esta última se desloca para desenvolver o seu projecto. Essa discriminação económica iria fazer com que o acesso ao programa só pudesse ser concedido a um grupo de indivíduos que pudessem contar com o apoio da família. Outro aspecto altamente negativo na atribuição das bolsas é constituído pelo processo burocrático de financiamento, o qual, neste momento, revela um enorme atraso e ao qual haverá necessariamente que pôr remédio. Senhor Presidente, educação, educação, educação - o Primeiro-Ministro britânico afirmou uma vez que esta era a sua prioridade. Tenho as minhas dúvidas sobre a verdade destas afirmações e pergunto-me se de facto esta será a nossa prioridade na Europa. Seguramente que não, se olharmos para o que investimos neste domínio. Na Europa, gastamos 2,5 mil milhões de euros anualmente em azeitonas e gastámos menos de 2 mil milhões de euros, para um período de seis anos, no Programa SÓCRATES. Inclusivamente, não foi fácil para a relatora conseguir inscrever na nossa ordem de trabalhos desta manhã um debate em separado sobre educação.
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HAREM-82K-06696
P - E como era a rotina de trabalhar numa...? R - Olha, era livros sobre arqueologia, a história do Oriente, as religiões, a filosofia, tudo o que concerne ao Oriente, o Oriente Médio. As religiões, a filosofia, tudo, tudo o que concerne ao Oriente Médio, O Egito e o Oriente Médio Antigo, Idade Média e Moderna. P - O senhor sentiu alguma transformação de mudar do Egito para o Brasil? Qual é a diferença no modo de vida que o senhor sentiu? R - Olha, a atmosfera que reinava de 56 até 60 não era uma atmosfera natural para o Egito, porque o povo egípcio é um povo muito hospitaleiro e, infelizmente, não era uma atmosfera comum e, para eles não era comum e para os europeus também. Agora, tem muitos europeus que ficaram obrigados a ir embora, tem o que foi para a Itália, os que foram para a França e cada qual para o país de origem. Eu preferi, tinha lido esse livro, preferi vir para o Brasil. P - O senhor falou que tentou ir para Itália. O senhor chegou a ir para Itália procurar trabalho? R - Em 57, depois da ocupação do Canal, eu fui para Itália. Tentei ir para Itália, fui para França também ver qual era a situação. Não era o que eu podia desejar, então disse: "Eu vou para o Brasil." E, cheguei sozinho em 60. P - O senhor veio como, de navio? R - Eu cheguei em abril, fiquei um mês em uma pensão e me aconselharam a comprar o Estado de São Paulo para ler as ofertas de empregos. E, em maio, eu vi, tinha uma oferta. Estavam pedindo um representante que falasse inglês. Eu fui lá, era a (ITT?), se chamava ___________. Eu cheguei lá tinha uma fila de quase 150 pessoas. Eu quase ia desistindo, disse comigo mesmo: "Você não vai pretender ser o único no Brasil que fala inglês." E, depois, disse "Não, vamos tentar." Agora, a minha chance é que eu falava inglês, francês, italiano e árabe. Tinha um pequeno som de espanhol, conhece italiano e francês. E fui escolhido. E, desde então trabalhei até fechar as portas da (ITT?). Quando veio a Embratel eu tive um susto porque o diretor me chamou e disse: "Olha Giuliana, vamos fechar pois vem a Embratel." Eu disse: "Eu comecei a minha vida do zero novamente aos 44 anos, agora vou ter que começar novamente?" E, depois, fui trabalhar com a Santa Hidrelétrica que pertence a (ITT?). Depois da Santa Hidrelétrica a (ITT?) abriu, com a razão social, um escritório aqui, a (ITT?) ________ Comunications. E continuei até 84. Em 84 eu disse: "Chega! Vamos descansar um pouco." P - Vamos voltar um pouco, contar como é que o senhor conheceu a sua esposa, como é que foi a história do namoro do casamento? R - Olha, eu conheci a minha esposa pelo meio de uma vizinha que morava perto de nós e conhecia também a família de minha esposa. Então, ela me conhecia e conhecia a minha esposa. "Vamos ver, vamos juntar esses dois aqui, estão muito longe." Morávamos no mesmo bairro, então, isso aconteceu. P - E como é que foi o namoro, o casamento, os filhos? R - Tem um negócio que é... A minha esposa tinha a mãe dela, que veio também para o Brasil, era aquelas senhoras antigas, muito rígidas e eu não era, eu e minha esposa, não era aquele tipo extravagante, não mais. Agora, às vezes, eu quando ia embora ela fazia de tudo para ir na cozinha ou ir ____ para nos acompanhar. E nós ficamos rindo, eu e minha esposa, minha noiva. Quer dizer, foi alguma coisa. Quer dizer, eu e minha esposa tínhamos mais que, quase, 30, 35 anos, né? Então, não era aquela juventude 19, 20 anos é uma coisa normal. P - E aí o senhor casou no Egito? R - Sim, casei no Egito sim. P - O senhor fala várias línguas, quais são as línguas que o senhor fala? Como é que o senhor aprendeu a falar tantas línguas? R - Lá no Egito, eu fiz as escolas francesas, oito horas por dia, inglês, francês e árabe. Agora, era uma escola dos irmãos, da Escola Cristã. Eram muito rígidos. Quando o aluno não dava resultados o fim de semana era perdido para ele e para os pais. Sábado da uma hora às cinco horas da tarde era para copiar de um livro. Agora, os religiosos passavam atrás, quem não tinha boa letra: "Eu quero boa letra." Arrancava assim "Próxima semana você volta novamente." Você fazia isso uma vez, duas vezes, depois a bronca dos pais e ficar quatro, cinco horas escrevendo assim, se endireitava. P - O senhor aprendeu as línguas no colégio? R - Na escola e na vida também. Tem uma coisa importante, era em 56, 57, na minha livraria. Um dia entra, tinha a minha esposa e as duas meninas, entra uma pessoa bem vestida, um senhor de cor, preto, e eu nunca ia ao encontro de qualquer cliente, eu deixava o cliente. Ele começou a olhar os livros, nos falávamos, tudo. Depois de um pouco ele falou num italiano perfeito. E ficamos falando _______ depois eu disse "Mas como é que o senhor fala tão bem o italiano?" Ele disse: "Eu passei dez anos na Academia de Belas Artes de Roma." Assim, todo mundo tinha a oportunidade lá de falar vários idiomas. Uma outra vez fomos num hospital, para minha esposa, e tinha um servente lá do hospital. Um hospital francês. Ele falava um francês, esse servente, também de cor, um francês, uma perfeição. Então, minha esposa perguntou, ele disse "Sim porque eu trabalhei muitas vezes em muitas famílias francesas desde pequeno." Agora, a Escola Italiana fiz também. Tem italiano, francês, inglês e árabe, são quatro idiomas, oito horas por dia e lá era caxias, né? P - O senhor poderia falar um pouco os países que o senhor já conheceu? R - Fui na Grécia. Em 57, indo para Itália, na volta fui para Grécia. Na ida o navio foi para Grécia, não pude descer na Grécia porque ainda não tinha relações diplomáticas, da guerra, tudo isso. Uma outra vez, então, fui para Grécia, desci lá, vi Atenas, Corinto. Na França, na Suíça, no _______, um país maravilhoso. Itália, várias cidades da Itália.
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HAREM-822-06777
pedra A CASA DE PEDRA|CASA DE PEDRA .......................... voltar Para os apreciadores da pesca de Tilápia do Nilo, vai aqui uma dica muito especial. Próximo à São Paulo, em São Bernardo do Campo, na localidade de Riacho Grande, existe um excelente local para pesca de tilápias. Trata-se da Casa de Pedra, como é popularmente conhecida a casa da Marquesa de Santos, na Reprêsa Bilings. Lá existe uma quantidade respeitável de tal peixe, com tamanho avantajado, em média 500 gramas, com alguns exemplares chegando a mais de um quilo. Neste local, com uma vara lisa de 4 metros (no mínimo, dado a necessidade de longo alcance), pode-se tentar a "técnica do croquete", descrita no artigo "pescando pela lei da natureza", publicado nesta Site na seção Dicas. Porém, a prática normal dos pescadores que lá frequentam, é usar equipamento micro, equipado com linha 0,20mm, e anzol coberto por uma capa de fio de eletrecidade vermelho. Para preparar tal "isca", corte um pedaço de fio de bitola igual a do anzol a ser utilizado, retire o material condutor de dentro. Em seguida aplique uma fina camada de cola (super bonder é recomendável) em todo o anzol. "Vista" o anzol com a capa do fio de forma que fique coberto desde a sua base até a metade de sua curva. Limpe imediatamente a parte exposta do anzol e deixe secar bem. Depois de sêco, cole, também com super bonder, um pequeno chumaço de penas coloridas. O verde claro funciona muito bem. Trabalha-se com esta "isca" da mesma forma que se trabalha com um spiner e o resultado é muito bom, apesar da dificuldade de arremesso, dado a falta de peso. (alguns pescadores chegam a usar uma pequena bóia com pêso para auxiliar no arremesso). Com tal técnica, os pescadores que frequentam o local chegam a pegar 3 vezes mais tilápias do que com iscas naturais, saindo de lá com 150 a 200 exemplares em um bom dia de pescaria. Vale a pena tentar. Boa sorte. Tchello
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HAREM-20J-06850
Scartezzini elogiou o trabalho do TRE fluminense e a população do Estado: «O Rio sempre foi um lugar que deu exemplo para o Brasil», disse o corregedor eleitoral, tentando desfazer o caráter de «intervenção branca» atribuído à sua viagem ao Rio de Janeiro. «Nós não vamos acreditar que um povo tão culto como o da Guanabara possa ter problemas como andam dizendo por aí», afirmou, referindo-se à população do antigo Estado da Guanabara, que desapareceu na fusão com o Estado do Rio de Janeiro. Um, o convencional, é o que o Plano Real contempla e tem como instrumentos essenciais a importação à taxa cambial fixa e baixa e quase sem tarifa aduaneira de mercadorias, tornando impossível pela competição os produtores e comerciantes brasileiros aumentarem seus preços; e a redução da demanda por bens de consumo e de investimento, mediante juros altos e corte do gasto público, impedindo as remarcações de preços pelo excesso de oferta suscitado. O outro, heterodoxo e inconvencional, consiste em controlar as pressões inflacionárias em sua origem, nas cadeias produtivas, mediante a fixação negociada entre todos os setores participantes de tetos para os aumentos de valores, sejam estes preços ou salários. A agitação ontem foi grande também na Bolsa de Mercadorias com frequentes boatos de dificuldades de instituições financeiras em cumprirem seus compromissos no mercado futuro do índice Bovespa. A projeção de juros acumulados para este mês no mercado futuro caiu de 3,76% no dia anterior para 3,71% ontem.
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HAREM-91K-06897
P - E qual que era a clientela nessa época? R - Bom, eram clientes do Brasil inteiro... O Brasil de 64 era um país extremamente mais pobre de rodovias, de, de meios de comunicação, então as pessoas vinham, vamos dizer, de uma forma até sacrificante, até São Paulo, para fazer as compras para distribuir no seu estado. Então, nós tínhamos clientes do Brasil inteiro onde a gente vendia muito para regiões atacadistas, como Recife, Fortaleza, Belém do Pará, que sempre foram regiões fortes de distribuição, mas... as pessoas faziam verdadeiras maratonas para poder vir à São Paulo comprar, e conseguir distribuir essa mercadoria lá. Então, o cliente naquela época era extremamente exigente com relação a preço, porque uma vez que ele se sacrificava para vir até São Paulo, ele brigava por qualquer centavo para poder tentar tirar o custo da viagem e o sacrifício dele, para poder levar o máximo possível de mercadorias. E era um, um período difícil, era outro... um perfil completamente diferente do de hoje, né. As mercadorias ficavam dentro de balcões, eram solicitadas, vamos dizer, eram muito menos produtos e esses produtos eram conhecidos nominativamente, ou até pela referência, e isso facilitava muito fazer uma concorrência de preços. Vamos dizer, eram poucas indústrias em cada ramo, então, isso permitia com que o cliente em 2 horas ou 3 horas ele fizesse um pesquisa na região inteira. Hoje, esse perfil é bem diferente, a gama de produtos é extremamente maior, ... nós passamos por um período de inflação que o preço muda todo o dia, então a memória, hoje, das pessoas com relação a preço ainda é muito curta. Agora, com a estabilização do real, pode ser que comece a renascer esse aspecto. P - Seu Gilberto|Seu Gilberto, quais seriam os produtos compreendidos como armarinho e se isso mudou ao longo do tempo? R - É, armarinho é uma palavra muito vaga, né. Eu já tentei analisar o fundamento dessa palavra. Na realidade, armarinho ele é um conglomerado de coisas, das quais fazem parte os artigos de costura, que o termo correto é aviamento. Então, o armarinho é uma somatória de aviamento com demais outros produtos que definem, vamos dizer, uma linha mais ampla de coisas. É difícil você dar uma definição clara. Por exemplo, baralho, não tem nada a ver com costura, para uns faz parte do armarinho; bola de gude, pião, pião de soltar com a corda, ... pequenos brinquedos, algumas coisinhas de plástico, assim, coisa de... jarra plástica, ... e vai por aí afora, é um sem fim de itens, né! Na realidade, a nossa linha, a nossa empresa chama Rei do Armarinho, mas a gente não trabalha com esses ítens que eu estou mencionando. É só para dar um noção de amplitude. P - Quais são exatamente os ítens? R - A gente trabalha muito mais voltado para costura. A nossa linha mais específica são as fitas, rendas, bordados, galões, linhas, zíperes... P - ... elásticos... R - ...elásticos, cadarços, cordões, coisas para cortinas, tipo acessórios para cortina, botões, aliás, botões é um dos pontos fortes nosso. É e, à medida que a loja foi crescendo, vamos dizer, foi tendo mais espaço para que a gente agregasse novas coisas. Então, numa determinada época do ano a gente valoriza um pouco o material escolar, em função da volta às aulas; no carnaval você agrega alguma coisa que sirva para fantasias etc.; no Natal você se especializa colocando enfeites para árvores, guirlandas etc. Então a gente complementa o armarinho tradicional ou o aviamento tradicional com coisas de cada época do ano. Então, isso acaba dando uma certa movimentação na, na atividade, porque uma boa parte da nossa clientela é rotativa, o cliente vem hoje, volta cada período. Uns semanalmente, outros mensalmente, e eles vêm na expectativa de encontrar alguma coisa para aquela ocasião para pôr na sua loja, ou para sua necessidade em si. P - Quantos tipos de botão o senhor vende, mais ou menos? R - Deve ter mais de mil. Botão... botão tem algumas variantes que cabe frisar. Botão, além de existir de diversos tamanhos, existem diversas cores, existem diversos materiais: existe botão de plástico, de metal, de alumínio, botão para forrar... tem uma variedade enorme de tipos! E existe o dourado, o prateado, existe o mesclado, entre cor e dourado, cor e prateado. Então, para que a gente possa ter toda essa variedade, você precisa ter uma área bem grande e... e precisa ter um sortimento bem grande para que você possa atender todas as necessidades e para que as pessoas possam se direcionar para lá na expectativa de encontrar o que deseja. P - O senhor estava falando do armarinho na época que o senhor começou a trabalhar, quer dizer, eram os balcões, né... R - ... é, eram os balcões... P - ...e a mercadoria não ficava exposta da forma que, por exemplo, visitando a loja do senhor hoje, está... R - É, hoje é praticamente um auto-serviço. Na época as pessoas se dirigiam aos vendedores e o vendedor tomava nota do pedido, não separava na hora. Então, o cliente perguntava quanto custa tal produto, se servisse a quantidade ele dizia quanto queria comprar e... e o vendedor anotava num bloco para separar a mercadoria no estoque posteriormente.
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HAREM-146-06959
Energia Hidráulica [Volta] A utilização da energia cinética e potencial das águas pela Humanidade remonta a tempos imemoriais, já que desde sempre se instalaram variados dispositivos nas margens e nos leitos dos rios. Foi, porém, no século XIX que o aproveitamento dessa forma de energia se tornou mais atraente do ponto de vista econômico pois, com a invenção dos grupos turbinas-geradores de energia elétrica e a possibilidade do transporte de eletricidade a grandes distâncias, se conseguiu obter um elevado rendimento econômico desse aproveitamento. 1. Termos Gerais 1.1 - Energia Hidráulica - Energia potencial e cinética das águas. 1.2 - Represa - Grande depósito formado artificialmente fechando um vale mediante diques ou barragens e no qual se armazenam as águas de um rio com o objetivo de as utilizar na regularização de caudais, na irrigação, no abastecimento de água, na produção de energia elétrica, etc. 1.3 - Central Hidroelétrica - Instalação na qual a energia potencial e cinética da água é transformada em energia elétrica. 1.4 - Central Hidroelétrica a Fio de Água - Central hidroelétrica num curso de água, sem represa, reguladora de volume significativo. 1.5 - Central Hidroelétrica de Represa - Central hidroelétrica cuja alimentação pode ser regulada graças a uma represa. 1.6 - Aproveitamento Hidroelétrico de Acumulação por Bombagem; Instalação para Bombagem e Turbinagem - Central hidroelétrica que possui duas represas, uma a montante e outra a juzante, bem como as respectivas instalações de bombagem e de turbinagem, que permitem devolver à represa de montante a água armazenada na represa de juzante, após a sua utilização na produção de energia. 1.7 - Central Maremotriz - Central hidroelétrica que utiliza o desnível entre o mar e uma bacia do qual está separado, criado pelo efeito das marés. 2. Termos Relativos a Localização e Desníveis 2.1 - Bacia Hidrográfica - Superfície do terreno, medida em projeção horizontal, da qual provém efetivamente a água de um curso de água até ao ponto considerado. 2.2 - Nível Máximo de Exploração - É o nível mais alto permitido normalmente numa represa (sem ter em conta as sobreelevações devidas a cheias). Corresponde ao nível de pleno armazenamento da represa. Nota: O nível máximo da represa corresponde ao maior nível admissível em caso de cheias. 2.3 - Nível Mínimo de Exploração - É o nível mínimo admitido para a exploração de uma represa, medido num local determinado. Nota: Abaixo do nível mínimo de exploração pode fazer-se o esvaziamento da represa até ao nível da descarga de fundo. 2.4 - Folga - Distância vertical entre o coroamento da barragem e a cota máxima que atinge a água na represa. 2.5 - Perda de Carga - Redução da energia útil provocada pelo escoamento da água num circuito hidráulico. 3. Armazenamento 3.1 - Armazenamento Diário - Armazenamento para o qual a represa tem um ciclo diário de enchimento e esvaziamento. 3.2 - Armazenamento Semanal - Armazenamento para o qual a represa tem um ciclo de enchimento e esvaziamento semanal. 3.3 - Armazenamento Sazonal - Armazenamento em que a represa tem um ciclo de enchimento e esvaziamento sazonal. 3.4 - Armazenamento Anual - Armazenamento em que a represa tem um ciclo de enchimento e esvaziamento anual. 3.5 - ArmazenamentolnteranualArmazenamento em que a represa permite uma compensação das variações de hidraulicidade em ciclos de mais de um ano de duração. 3.6 - Capacidade Útil - Volume de água disponível numa represa entre o nível de pleno armazenamento e o nível mínimo de exploração normal. 3.7 - Zona lnundável - Zona de uma represa compreendida entre o mais alto nível admitido pela sua exploração normal e o nível de água máximo possível (nível de máxima cheia). 3.8 - Armazenamento Inativo (Volume Morto) - Volume retido na represa abaixo do nível mínimo de exploração. 4. Termos Relativos ao Tempo 4.1 - Ano Hidrológico - Período de um ano (doze meses) baseado em critérios de hidraulicidade. 4.2 - Ano Médio - Ano (fictício) cujas características hidráulicas correspondem à média de uma série coerente do maior número de anos possível. A série em que se baseia o ano médio ou normal deve ser especificada em cada caso. 4.3 - Ano Úmido - Ano baseado em critérios estatísticos, em que o curso de água tem afluências superiores à média. 4.4 - Ano Seco - Ano baseado em critérios estatísticos, em que o curso de água tem afluências inferiores à média. 4.5 - Tempo de Exploração - Número de dias, num ano médio, durante os quais o caudal é superior ao caudal de exploração. 5. Caudais (Vazão) 5.l - Caudal - Volume de água escoado através de uma seção, na unidade de tempo. 5.2 - Caudal Utilizável - Parte do caudal total que, após as deduções de água obrigatórias previstas no caderno de encargos e das perdas inevitáveis, fica disponível para as finalidades do aproveitamento. 5.3 - Caudal Nominal (Turbina) - Caudal para o qual a turbina é dimensionada. 5.4 - Caudal Nominal (Bombas) - Caudal para o qual a bomba é dimensionada. 5.5 - Afluências - Volumes de água que passam numa dada seção durante um período de tempo determinado. 5.6 - Hidraulicidade - Relação entre as afluências no período observado e as afluências correspondentes a um mesmo período no ano médio. 6. Termos Relativos ao Potencial Hidráulico Brasileiro 6.1 Potencial Teórico Hidráulico Bruto - Quantidade máxima de energia elétrica que pode obter-se numa região determinada ou numa bacia hidrográfica durante um ano médio, tendo em conta os desníveis correspondentes referidos a um dado ponto dessa região ou bacia. 6.2 - Definição dos Estágios de Desenvolvimento do Potencial Hidráulico 6.2.1 - Remanescente - resultado de estimativa realizada em escritório, a partir de dados existentes, sem qualquer levantamento complementar, considerando um trecho do curso d'água, via de regra situado na cabeceira, sem determinar o local de implantação do aproveitamento; 6.2.2 - Individualizado - resultado de estimativa realizada em escritório para um determinado local, a partir de dados existentes ou levantamentos expeditos, sem qualquer levantamento detalhado; 6.2.3 - Inventário - resultado de estudo da bacia hidrográfica, realizado para a determinação do seu potencial hidrelétrico através da escolha da melhor alternativa de divisão de queda, caracterizada pelo conjunto de aproveitamentos compatíveis entre si e com projetos desenvolvidos de forma a obter uma avaliação da energia disponível, dos impactos ambientais e dos custos de implantação dos empreendimentos; 6.2.4 - Viabilidade - resultado da concepção global do aproveitamento, considerando sua otimização técnico-econômica, compreendendo o dimensionamento das estruturas principais e das obras de infra-estrutura local, a definição da respectiva área de influência, do uso múltiplo da água e dos efeitos sobre o meio ambiente; 6.2.5 - Projeto Básico - aproveitamento detalhado, com orçamento definido, em profundidade que permita a elaboração dos documentos de licitação das obras civis e do fornecimento dos equipamentos eletro-mecânicos; 6.2.6 - Construção - aproveitamento que teve suas obras iniciadas, sem nenhuma unidade geradora em operação; 6.2.7 - Operação - aproveitamento que dispõe de pelo menos uma unidade geradora em o operação. 6.3 - Composição do Pontencial Hidrelétrico Brasileiro - O valor do potencial hidrelétrico brasileiro é composto pela soma da parcela estimada (remanescente+ individualizada) com a inventariada. A parcela inventariada inclui usinas em diferentes níveis de estudos - inventário, viabilidade e projeto básico - além de aproveitamentos em construção e operação.
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HAREM-941-06960
Climepsi Editores Autor Descritor A CLIMEPSI Editores éuma editora especializada que ocupa um lugar cimeiro num espaço lusófono vocacionado para as áreas das ciências e técnica. Assume uma posição junto dos leitores, na sua maioria técnicos, estudantes das áreas de Saúde, Psicologia e Medicina e Enfermagem integradas na grande área das Ciências da Saúde, de suporte em termos de informação especializada, de formação e de desenvolvimento nas respectivas áreas. A actividade editorial desenvolvida contribui, de forma significativa, para a veiculação da comunicação de teor técnico e científico em língua portuguesa. Até ao presente momento, estão editados cerca de sessenta títulos traduzidos e alguns títulos de autores portugueses. A linha editorial está marcadamente direccionada para o preenchimento de lacunas e a satisfação das necessidades mais prementes sentidas a nível científico e técnico e para o acompanhamento dos curricula universitários, sobretudo através da colecção «Manuais Universitários». Sedeada em Lisboa e alicerçada numa aposta séria no aumento e difusão da produção técnica com qualidade e rigor em língua portuguesa, Climepsi Editores desenvolve a sua actividade editorial desde Outubro de 1996. Se desejar mais informações sobre a editora e a sua actividade, contacte-nos através dos endereços: Rua Pinheiro Chagas, 38, 1.º Esq., 1150-179 LISBOA, PORTUGAL Linha directa do leitor +351 213174711 Fax +351 213528574 informações várias: info@climepsi.pt vendas: vendas@climepsi.pt departamento editorial: editorial@climepsi.pt internet: webmaster@climepsi.pt [home] [novidades] [próximas edições] [catálogo] [promoções] [apresentação da editora] [comentários] [contacte-nos] [links] [eventos]
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HAREM-516-07103
Substância gris e substância branca Num corte dos órgãos que integram o sistema nervoso, tais como encéfalo ou medula espinal, se vêem zonas mais escuras e mais claras bem definidas. Elas são a substância gris e branca respectivamente. A substância gris é formada pelos corpos neuronais e forma centros de processamento de informações. A substância branca é formada, na sua maior parte, por vias de condução. Aqui se agrupam vias aferentes, eferentes, vias de comunicação dos centros entre si. A cor branca se deve às bainhas mielínicas das fibras que possuem lípides. O sistema nervoso pode dividir-se funcionalmente em: Sistema nervoso central, da vida de relacionamento ou somático: rege as funções de relação com o meio externo. Sistema nervoso autônomo ou vegetativo: ocupa-se do aspecto interior, a regulação, a coordenação dos órgãos. É autônomo, já que estes processos não dependem da vontade do homem. De acordo com a sua localização, o sistema nervoso de relacionamento se divide em: Sistema nervoso central: consta do encéfalo e da medula espinal (cérebro espinal), estes são os principais centros onde se relaciona e integra a informação nervosa. Encontram-se suspensos em líquido cefalorraquidiano e estão protegidos por estruturas ósseas, o crânio e a coluna vertebral. Sistema nervoso periférico: composto pelos nervos que conduzem informação para o sistema nervoso central (aferentes) e deste (eferentes) e pelos gânglios associados. O ser humano tem 12 pares de nervos craniais, que partem do encéfalo; 31 pares de nervos raquidianos, que partem da medula. Todo o eixo encefalo-espinal se acha envolto e definido por tecido conectivo fibroso dando lugar às meninges: dura-máter, pia-máter e aracnóides. A dura-máter é grossa e resistente e, nas aracnóides, circula o líquido cefalorraquiano e encontram-se os vasos sangüíneos. Sistema nervoso autônomo Corresponde à porção do sistema nervoso que se ocupa da inervação das estruturas involuntárias, tais como o músculo cardíaco, músculo liso, glândulas etc. Regula as funções respiratórias, circulatórias, secreções etc. Compõe-se de centros ao nível do talo encefálico, da medula e dos gânglios; dispondo-se em sua maioria aos costados da coluna vertebral. Segundo a origem e a função das fibras nervosas, divide-se em: Sistema nervoso simpático: origina-se na medula torácica e na lombar. Um pouco fora dos corpos vertebrais está situada uma cadeia de gânglios conectados por fibras. As cadeias (são duas, uma de cada lado da coluna) se chamam cadeias simpáticas e seus gânglios são conhecidos como paravertebrais. Prepara o organismo para uma emergência, para luta ou para fuga. Exemplo:Uma batida de porta repentina que ocorre no meio da noite produz uma grande quantidade de impulsos simpáticos eferentes. As pupilas se dilatam, a pele fica arrepiada, o coração bate mais rapidamente, os vasos sangüíneos periféricos contraem-se elevando a pressão arterial. Distribui-se o sangue de maneira que se dirija ao coração, o cérebro e o músculo esquelético. Aumentam as respirações, isto é, o corpo inteiro está em alerta. Ao mesmo tempo, as funções corporais que não são de ajuda são suprimidas. A digestão se retarda, a musculatura da parede vesical fica comparativamente relaxada e as funções dos órgãos sexuais são inibidas. Sistema nervoso parassimpático: os corpos do primeiro neurônio se encontram em duas zonas bem separadas, uma é o talo encefálico e a porção sacra da medula espinal. Os gânglios parassimpáticos se encontram afastados da coluna vertebral e perto dos órgãos efetores. Intervém nos processos de recuperação, se encarrega de restituir a energia, reduz freqüências cardíacas e se relaciona principalmente com as atividades funcionais que ocorrem quando tudo está tranqüilo e silencioso. O nervo mais importante se chama pneumogástrico e sai da zona cefálica.
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HAREM-82J-07114
Agora, a polícia inclina-se para que o assassinato tenha a ver com a promoção de John Gotti Junior ao cargo de chefe da família durante o encarceramento do pai. Segundo fontes policiais citadas pelo «New York Times», o atentado poderia ter partido da velha guarda do clã Gambino. Desde que Gotti foi preso, em Dezembro passado, o seu filho, de 26 anos, está a substituí-lo, sobretudo na colecta de fundos resultantes de diversas actividades ilegais. De acordo com o testemunho de informadores, Junior estaria a manter uma arrogância excessiva em relação aos velhos membros do clã, indo ao ponto de reclamar somas superiores ao que era habitual. O motorista acompanhava frequentes vezes John Junior e a sua morte pode ser considerada como um aviso da velha guarda.
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HAREM-308-07171
CR-ROOM O SHOW DO CRISTÃO é só para quem e salvo em cristo e tem computador primeiro programa igual ao show do milhão de silvio santos,. um jogo aprovado por neto ,filho,,pai ,avô e bisavô. são 70 megas de informações super ilustradas com a mais alta tecnologia, milhares de perguntas variadas sobre toda biblia, desde o velho testamento a té o novo testamento. você que é cristão agora pode aprender brincando com este novissimo software que já é o maior sucesso de no meio do povo de Deus. junte sua familia, irmãos e seu amigos e divirta-se a vontade com este CD-rom que tem um precinho que você pode pagar. apenas R$ 19,90 reserve já seu SHOW DO CRISTÃO ,indique 5 pessoas e ganhe um livro (e-books) evangelico para sua edificação. queroshowdocristao@argentina.com ou novidades@sobral.org.
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HAREM-021-07181
Ronda - página 1 Ronda tem oficialmente 45 mil habitantes mas, como uma dama bem conservada, ainda melhor vivida e nascida em berço de ouro, parece que tem menos, muito menos. Situada 125 quilómetros a sul de Sevilha e 60 a norte de Marbelha, a cidade desfruta de uma das localizações mais estonteantes da Espanha. Empoleirada num rochedo fendido por uma vertiginosa garganta de 100 metros de altura, regada pelo rio Gaudalevin, Ronda converteu-se numa fortaleza natural e num monumento nacional. Por causa desta posição quase inexpugnável, foi um dos últimos bastiões mouriscos a serem subjugados pelos reis católicos Fernando e Isabel, em 1485. Como se tudo isso não bastasse, a parte histórica do município -o "casco antigo" - éuma das mais belas do país. Quando Deus e os homens fizeram Ronda, andavam com a mania das grandezas e do exibicionismo. O nome deriva de Arunda (rodeada por montanhas), como era chamada por Plínio e Ptolomeu, nos tempos do Império Romano. Os sectores "moderno" e "antigo" de Ronda (nem o moderno éplastificado nem o antigo apenas escombros) são ligados por três pontes de pedra: uma romana, uma mourisca e a prodigiosa Puente Nuevo, erguida em 1735, cujo panorama éde tirar o fôlego a um pescador de pérolas filipino. Por falar em mergulho, durante a Guerra Civil espanhola|Guerra Civil espanhola, quando as prisões estavam cheias até ao gargalo, era costume lançar os prisioneiros pela Puente Nuevo abaixo. Convém lembrar que ainda não haviam sido inventados os pára-quedas. Claro que, se eles voassem, seriam considerados inocentes.
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HAREM-232-07191
Apresentação Apresentação Pela inexistência de informações primárias e secundárias disponíveis, bem como pela atual situação do Projeto - Componente de Educação Ambiental - CEDUC, são apresentados comentários gerais e sucintos sobre esse Projeto. Este Projeto foi seriamente prejudicado pelos atrasos ocorridos na tramitação burocrática e nas longas discussões a respeito dos procedimentos a serem adotados para financiamento e contrato entre Banco Mundial e Comunidade Européia. Existem interesses manifestados por doadores (Reino Unido e Alemanha) e também por instituições brasileiras para que o Projeto possa ser efetivamente implantado, principalmente para a região da Amazônia brasileira. As discussões iniciais consideraram que a ampliação dos conhecimentos a respeito de meio ambiente e suas interações com as comunidades da região amazônica poderiam trazer uma significativa contribuição para a melhoria da qualidade de vida e do próprio ambiente nessa região. Assim o com o título de Projeto de Educação Ambiental - PEDUC foram desenvolvidas todas as atividades iniciais para a formatação e elaboração do mesmo. O Projeto, devido as interelações existentes com os Projetos Demonstrativos - PDAs, foi incorporado a este e teve seu nome alterado para Componente de Educação Ambiental - CEDUC, para receber apoio do Programa Piloto de Proteção das Florestas Tropicais - PPG7. As discussões realizadas estabeleceram como objetivo geral, o de fortalecer o processo de educação ambiental, de modo a contribuir para a conservação e preservação das florestas da Amazônia Legal apoiando o desenvolvimento sustentado. Com base nesse objetivo geral foram definidos os objetivos específicos, quais sejam o de: - Estimular o desenvolvimento de experiências demonstrativas piloto de educação ambiental não formal na Amazônia Legal, com o objetivo de disseminar abordagens já conhecidas e de eficiência comprovada, bem como promover a geração e divulgação de novos conhecimentos relevantes às atividades de preservação, conservação e desenvolvimento sustentável na região; - Estimular o envolvimento de associações rurais e outras organizações da sociedade civil, instituições públicas e privadas comprometidas com a educação ambiental não formal no desenvolvimento de experiência demonstrativa piloto na região; - Fortalecer as parcerias entre as instituições governamentais e não governamentais envolvidas na capacitação, produção e divulgação de educação ambiental não formal. O inicio dos trabalhos de formatação, discussão e elaboração datam do ano de 1995, tendo sido submetido ao Banco Mundial em 28 de dezembro de 1995, sob o título de Educação Ambiental - Concepção Básica. Após diversas análises o projeto foi submetido à aprovação no mês de julho de 1996; a qual veio a acontecer, inclusive com definição do doador, em dezembro de 1996.
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HAREM-81J-07266
Na mesma ocasião iniciaram-se investigações que incidiram sobre o árbitro madeirense Marques da Silva, também ele suspeito de se ter deixado corromper. A Judiciária aproveitou ainda o balanço para passar buscas às casas de Reinaldo Teles (dirigente), Jorge Gomes (funcionário) e António Garrido (colaborador), todos ligados ao FC Porto, com a curiosidade de o último ser um ex-árbitro de futebol. Quando Guímaro foi detido, na sequência de um processo desencadeado com base em denúncias anónimas feitas para a Federação Portuguesa de Futebol e Polícia Judiciária, desde logo se levantou uma questão: se Guímaro era corrupto, quem eram os corruptores e porque motivo não foram igualmente presentes ao juiz do Tribunal de Instrução Criminal? Essa é uma pergunta que ainda hoje permanece sem resposta. É que, apesar de todas as tentativas feitas pelos agentes da Direcção Central de Investigação de Corrupção, Fraudes e Infracções Económico-Financeiras, o árbitro, sujeito a diversos interrogatórios, nunca fez qualquer revelação que pudesse incriminar outras pessoas. Por outras palavras: nunca quis beneficiar do estatuto de «arrependido».
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HAREM-43K-07455
Época . Num segundo turno entre Ciro e Lula, FHC vota no PT? Lula . Essa pergunta teria de ser feita ao presidente. Mas não vamos botar ninguém para vigiar o voto. Agora, um candidato que pode ter os votos dos ex-presidentes José Sarney, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso tem muita respeitabilidade. Época . O senhor tem o voto de Sarney? Lula . Acho que tenho. Época . E Itamar vai mesmo fazer campanha para o senhor? Lula . Vai fazer campanha e vai fazer comícios. Época . Como o senhor acha que o presidente FHC deve conduzir o fim do governo? Lula . O presidente FHC deveria enviar ainda hoje ao Congresso o projeto de uma minirreforma tributária que desonere a produção e a exportação e acabe com os impostos em cascata. Já existe um consenso no Congresso a favor disso. Eu disse a um grupo de amigos que FHC tem de colocar na cabeça que o governo dele não acabou, que ele tem o controle da economia e da política. Se o homem que tem o cargo mais importante do Brasil ficar alquebrado, vai passar a impressão de falta de solução. Então ele tem de levantar a cabeça e assumir a iniciativa de fazer política. Época . Vale a pena a aliança com seu vice, José Alencar? Lula . José Alencar é uma das coisas mais extraordinárias que aconteceram nesta campanha. Conheci o Zé Alencar na festa de 50 anos de vida empresarial dele, à qual só fui por muita insistência do PT de Minas|PT de Minas e do deputado José Dirceu. Quando ouvi o Zé Alencar, fiquei encantado. Época . Foi uma identificação pessoal? Lula . Foi uma identificação de pele. É um homem pobre que ficou rico se juntando com um homem pobre que virou um político importante. É um homem de excepcional caráter, um companheiro que está intimamente afinado com as coisas que penso. Não tenho preocupação de deixá-lo fazer qualquer debate porque sua história ganha o coração das pessoas. Época . Não é contraditório fazer uma aliança com o ex-governador Orestes Quércia depois de o PT o chamar de corrupto durante anos? Lula . Estive junto com Quércia nas eleições ao Senado de 1974, porque era ele no MDB contra Carvalho Pinto, da Arena. Quércia também participou ativamente das campanhas das Diretas Já e contribuiu muito para que o PMDB aprovasse o impeachment de Collor. Ora, se o PT decidiu fazer aliança com todos os setores de oposição ao projeto neoliberal, a verdade é que o PMDB de São Paulo|PMDB de São Paulo coordenado por Quércia esteve contra o governo FHC. Eleição é isso. Época . Formar governo é isso também? Lula . Quando você ganha, vira governo de 170 milhões de brasileiros. Temos fissuras ideológicas com o PFL, com o PPB, mas interesse de trabalhar com setores do PMDB que se opuseram ao governo FHC. A montagem de um governo é um acordo programático, feita preferencialmente com quem o apoiou, mas posso chamar também pessoas de partidos que competiram comigo. Época . Qual é seu melhor conselheiro econômico? Lula . O PT tem o privilégio de ter o pai dos economistas, Celso Furtado, e a mãe de todos eles, Maria da Conceição Tavares. Nos últimos quatro anos, todo mês me reuni com economistas, com Paul Singer, Luiz Gonzaga Belluzzo, Luciano Coutinho, João Manoel Cardoso de Mello. Meus assessores de economia são Guido Mantega e José Graziano, que cuida da parte agrícola. E tem o dirigente político da economia do PT, Aloizio Mercadante. Época . Eles vão estar num governo Lula? Lula . Para bom entendedor, meia palavra basta. Todos esses nomes podem estar no governo, mas vamos conversar com outros que não pertencem ao PT.
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HAREM-22J-07508
Fio-terra Para tentar se recuperar do jet lag e da correria da exposição do marido no Yerba Buena, Regina Casé fez ontem saída pela tangente. Junto com seu guapo Luiz Zerbini, foi até Muir Woods um bosque nas imediações da cidade, onde só queria era abraçar árvores de preferência, enormes sequóias. Pão-de-açúcar negocia compra da G.Aronson O grupo Pão-de-açúcar, 2ª maior rede de supermercados do país, iniciou negociações para a aquisição das 27 lojas G.Aronson, todas localizadas em São Paulo. A Folha confirmou os entendimentos junto a empresários do setor de eletrodomésticos e a funcionários do Pão-de-açúcar. Oficialmente, a rede nega. Folha -- Em torno dele não estavam pessoas que hoje estão na sua candidatura? FHC -- Certamente, e daí? O candidato do PT apresentou o vice de seu principal adversário como alguém «identificado com o autoritarismo». Até aqui, os tiros de Lula parecem não ter abalado o alvo. «Meu passado muito me orgulha», dá de ombros Maciel. O governador se convenceu ainda de que, se abandonassse a candidatura, poderia se tornar refém de Quércia e perderia o poder de influência na escolha do candidato do PMDB. A declaração de Fleury de que continua candidato não convenceu alguns prefeitos que o acompanhavam. «Ele já está abraçando a candidatura Quércia», disse Itamar Borges (PMDB), de Santa Fé do Sul. Fleury aproveitou a viagem para responder ao ex-secretário José Machado de Campos Filho, que o chamara de traidor por não apoiar Quércia. «Para quem quer ser candidato ao Senado, faltou bom senso e juízo», disse. Ao visitar a ponte rodoferroviária de Rubinéia, criticou o deputado quercista Alberto Goldman (PMDB-SP), ex-ministro dos Transportes. «Ele veio aqui e liberou US$ 5 milhões, 1% do valor da obra.» declarou. Colaborou Aurélio Alonso, da Folha Norte.
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HAREM-82J-07726
O assessor de comunicação da Reduc, Fernando Fortes, disse que os grevistas estão desrespeitando a determinação do TST. «O que nos preocupa é o cumprimento da ordem judicial. Os grevistas estão irredutíveis. O TST fala em manter a produção de combustíveis e gás. Se eles não substituírem o pessoal, vão estar praticando desobediência judicial», disse Fortes. «Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião diferente de seu pastor ou líder espiritual», diz a cartilha.
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HAREM-729-07735
- Isaura, - disse Leôncio com voz áspera apontando para os instrumentos de suplício, - eis ali o que te espera, se persistes em teu louco emperramento. Nada mais tenho a dizer-te; deixo-te livre ainda, e fica-te o resto do dia para refletires. Tens de escolher entre o meu amor e o meu ódio. Qualquer dos dois, tu bem sabes, são violentos e poderosos. Adeus!... Quando Isaura sentiu que seu senhor se havia ausentado, ergueu o rosto, e levantando ao céu os olhos e as mãos juntas, dirigiu à Rainha dos anjos a seguinte fervorosa prece, exalada entre soluços do mais íntimo de sua alma: - Virgem senhora da Piedade, Santíssima Mãe de Deus!... vós sabeis se eu sou inocente, e se mereço tão cruel tratamento. Socorrei-me neste transe aflitivo, porque neste mundo ninguém pode valer-me. Livrai-me das garras de um algoz, que ameaça não só a minha vida, como a minha inocência e honestidade. Iluminai-lhe o espírito e infundi-lhe no coração brandura e misericórdia para que se compadeça de sua infeliz cativa. É uma humilde escrava que com as lágrimas nos olhos e a dor no coração vos roga pelas vossas dores sacrossantas, pelas chagas de vosso Divino Filho: valei-me por piedade. Quanto Isaura era formosa naquela suplicante e angustiosa atitude! oh! muito mais bela do que em seus momentos de serenidade e prazer!... se a visse então, Leôncio talvez sentisse abrandar-se o férreo e obcecado coração. Com os olhos arrasados em lágrimas, que em fio lhe escorregavam pelas faces desbotadas, entreaberta a boca melancólica, que lhe tremia ao passar da prece murmurada entre soluços, atiradas em desordem pelas espáduas as negras e opulentas madeixas, voltando para o céu o busto mavioso plantado sobre um colo escultural, ofereceria ao artista inspirado o mais belo e sublime modelo para a efígie da Mãe Dolorosa, a quem nesse momento dirigia suas ardentes súplicas. Os anjos do céu, que por certo naquele instante adejavam em torno dela agitando as asas de ouro e carmim, não podiam deixar de levar tão férvida e dolorosa prece aos pés do trono da Consoladora dos aflitos. Absorvida em suas mágoas Isaura não viu seu pai, que, entrando pelo salão a passos sutis e cautelosos, encaminhava-se para ela. - Oh! felizmente ela ali está, - murmurava o velho, - o algoz aqui também andava! oh! pobre Isaura!... que será de ti?!... - Meu pai por aqui!... - exclamou a infeliz ao avistar Miguel. - Venha, venha ver a que estado reduzem sua filha. - Que tens, filha?... que nova desgraça te sucede? - Não está vendo, meu pai?... eis ali a sorte, que me espera, - respondeu ela apontando para o tronco e as algemas, que ali estavam ao pé dela. - Que monstro, meu Deus!... mas eu já esperava por tudo isto... - É esta a liberdade que pretende dar àquela que a mãe dele criou com tanto amor e carinho. O mais cruel e aviltante cativeiro, um martírio continuado da alma e do corpo, eis o que resta à sua desventurada filha... Meu pai, não posso resistir a tanto sofrimento!... restava-me um recurso extremo; esse mesmo vai-me ser negado. Presa, algemada, amarrada de pés e mãos!... oh!... meu pai! meu pai!... isto é horrível!... Meu pai, a sua faca, - acrescentou depois de ligeira pausa com voz rouca e olhar sombrio, - preciso de sua faca. - Que pretendes fazer com ela, Isaura? que louco pensamento é o teu?... - Dê-me essa faca, meu pai; eu não usarei dela senão em caso extremo; quando o infame vier lançar-me as mãos para deitar-me esses ferros, farei saltar meu sangue ao rosto vil do algoz. - Não, minha filha; não serão necessários tais extremos. Meu coração já adivinhava tudo isto, e já tenho tudo prevenido. O dinheiro, que não serviu para alcançar a tua liberdade, vai agora prestar-nos para arrancar-te às garras desse monstro. Tudo está já disposto, Isaura. Fujamos. - Sim, meu pai, fujamos; mas como? para onde? - Para longe daqui, seja para onde for; e já, minha filha, enquanto não suspeitem coisa alguma, e não te carregam de ferros. - Ah! meu pai, tenho bem medo; se nos descobrem, qual será a minha sorte!...
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HAREM-641-07740
Aspectos naturais Generalidades Criado em 1971, o Parque Nacional da Peneda-Gerês localiza-se no Alto Noroeste de Portugal, com uma área que se alonga em ferradura por cerca de 72000 hectares. Na sua área engloba territórios dos concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Montalegre. As bacias hidrográficas dos rios Lima, Homem e Cávado, que atravessam e retalham este território, condicionaram a ocupação humana desta região de chuvas abundantes e regulares e de elevados índices de humidade do ar. A elevada pluviosidade conduz, por vezes, àformção de lagoas em zonas elevadas, como éo caso da Lagoa do Marinho ( vista panorâmica em 270º ). O Parque engloba as Serras do Gerês, Peneda e Amarela, com cotas que ultrapassam os 1500 metros. A região éessencialmente constituída por rochas graníticas, podendo ocorrer ainda xistos e depósitos sedimentares. Em alguns locais épossível observar magníficas paisagens que englobam aspectos naturais e humanos, como éo caso do miradouro da Pedra Bela ( vista panorâmica em 360º ). Grande parte destas serras foram humanizadas em continuidade, pelo menos desde o Neolítico e da invenção da agricultura e da pastorícia. Um destes exemplos éo Mosteiro de Pitões da Júnias ( vista panorâmica em 360º ). Actualmente, o território do Parque comporta 114 aldeamentos, onde vivem em permanência cerca de 10000 residentes. Esta população tem como actividades principais a agricultura, a pastorícia e a pecuária. Envelhecida e maioritariamente feminina, tem sofrido um decréscimo populacional acentuado nas últimas décadas. Aspectos Geológicos e Geomorfológicos Generalidades Aspectos Biológicos Patrocínio:
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HAREM-707-07849
Prezado(a) Colega, Gostaríamos de poder contar com a sua presença no evento que será realizado nos próximos dias 18, 19 e 20 de agosto, na sala 14 do Centro de Treinamento do BNDES: o seminário "Programa de Ensino e Pesquisa em Reforma do Estado CPDA/UFRRJ: Resultados e Reflexões". Abaixo apresentamos o programa do evento. Contamos com a sua participação, A Coordenação SEMINÁRIO PROGRAMA DE ENSINO E PESQUISA EM REFORMA DO ESTADO CPDA/UFRRJ: RESULTADOS E REFLEXÕES 18, 19 e 20 DE AGOSTO DE 1999 BNDES. Centro de Treinamento, sala 14 RIO DE JANEIRO Coordenação: Ana Célia Castro (CPDA/UFRRJ) ancastro@gbl.com.br Apoio técnico: Eugenio Maia Giglio - eamg@ie.ufrj.br A questão da Reforma do Estado - especialmente quando enfocada pelo ângulo das relações entre Estado, Economia e Sociedade - ganha renovada importância no contexto atual: buscam-se capacidades - administrativas, gerenciais, financeiras, governativas capazes de ampliar a "inteligência" dos governos nacionais nas relações com os agentes econômicos e atores políticos,tanto no que diz respeito às políticas econômicas, quanto no que concerne às políticas sociais. Esta recapacitação do Estado, vis a vis as demandas políticas de diferentes procedências, parece essencial não apenas para enfrentar a alta concorrência gerada pela globalização dos mercados e pela planetarização das redes de informação e comunicação, mas principalmente para enfrentar os processos de reestruturação produtiva, tecnológica e financeira em curso. O Seminário pretende focalizar a interface entre questões mais gerais - ordem política,processos decisórios, descentralização, novas agências de regulação, novo papel da burocracia, instâncias alternativas de formulação de políticas, poder judiciário e poder local - e suas implicações sobre as políticas econômicas e sociais, especialmente na sua interface com as políticas agrícolas, agrárias e agroindustriais, e sobre a sociedade que se move no âmbito urbano-rural. O "Seminário Programa de Ensino e Pesquisa em Reforma do Estado do CPDA/UFRRJ: Resultados e Reflexões" tem, em suma, como objetivos apresentar resultados finais das pesquisas financiadas pela CAPES/MARE/CNPq/FINEP e aproveitar a reflexão resultante do esforço realizado para aprofundar a análise das relações entre processos econômicos e sociais e os recursos políticos disponíveis para fazer face às necessárias transformações pelas quais passa o Estado brasileiro hoje. PROGRAMA: Dia 18 de agosto de 1999 Manhã: 9:30 - 12:30 hs 9:30 - ABERTURA Reitor da UFRRJ - José Antonio da Veiga Diretor Científico da FAPERJ - Luis Manoel Fernandes Primeira Sessão: Relações Estado, Economia e Sociedade: Questões a partir da Reforma do Estado Coordenador: Ana Célia Castro Descentralização, Arenas Decisórias e Ordem Política Lourdes Sola e Eduardo Kugelmas Depart.Ciência Política/USP Poder Local Moacir Palmeira Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, UFRJ Intervalo Debatedores: Luis Manoel Fernandes UFF e IRI/PUC Renato Lessa Iuperj Debates Tarde: 14 hs às 17:30 hs Coordenador: Renato Sérgio Jamil Maluf CPDA, UFRRJ Reforma do Estado: Processos Decisórios, Instituições e Grupos de interesse Maria Lúcia T+ Werneck Vianna - Instituto de Economia, UFRJ Estado e Burocracia - Uma Perspectiva Weber-Schumpeteriana Leonardo Burlamaqui UERJ e Universidade Cândido Mendes Intervalo A Sociologia Política das Novas Formas de Acesso ao Poder Judiciário no Brasil: a Judicialização da Política e a Jurisdicização das Relações Sociais Luiz Werneck Vianna IUPERJ e CPDA/UFRRJ Debatedores: Zairo Cheibub Núcleo de pesquisa e informação, UFF François D'Arcy Science Politique, Grenoble Debates Dia 19 de agosto de 1999 Manhã: 9:00 - 12:30 hs Segunda sessão: Estado e Políticas Econômicas e Sociais Coordenador: Nelson Siffert BNDES Condicionantes Externos à Reforma do Estado no Brasil: O GATT e o Acordo Agrícola da Rodada Uruguai Nelson Giordano Delgado CPDA/UFRRJ A Sustentabilidade do Sistema Agroalimentar: "Brasil em Ação" e Reforma do Estado Peter Herman May CPDA/UFRRJ Estratégias Empresariais no Agribusiness e o Programa Brasil em Ação Ana Célia Castro CPDA/UFRRJ Competitividade e Reorganização do Sistema Agroalimentar do Brasil e do Mercosul: A Cadeia de Lácteos no Contexto da Reforma do Estado John Wilkinson CPDA/UFRRJ Debatedores: Sérgio Salles Instituto de Geociências, Unicamp, sallesfi@ige.unicamp.br Lena Lavinas IPPUR - IPEA, lavinas@ipea.gov.br Debates Tarde: 14 hs às 17:30 hs Coordenador: Wessel Eykman CPDA/UFRRJ Reforma do Estado, modernização institucional e descentralização da política agrária no Brasil Sérgio Leite CPDA/UFRRJ Reestruturação Institucional e Reforma do Sistema de Transportes no Brasil: Um Estudo sobre Custos de Transação Maria da Graça Derengowski Fonseca IE/UFRJ Elites Agroindustriais : Estado, Competitividade e Representação de Interesse Regina Bruno CPDA/UFRRJ Reforma agrária, instituições, políticas e atores: o papel dos trabalhadores rurais Leonilde Sérvolo de Medeiros CPDA/UFRRJ Debatedores: Regina Novaes IFCH/UFRRJ Vicente de Palermo Instituto Torcuato Di Tella - Conicet (Buenos Aires) Cristina Possas ENSP/Fiocruz Debates Dia 20 de agosto de 1999 Manhã: 9:00 - 12:30 hs Terceira Sessão: Estado, Sociedade e Agricultura - Impactos, Questões e Perspectivas Coordenador: Ana Célia Castro CPDA/UFRJ Determinantes Econômicos da Aprovação das Reformas Inês Patrício IUPERJ e UFF Segurança Alimentar como um Princípio Orientador de Políticas Públicas: Conexões e Implicações para a Reforma do Estado no Brasil Lavínia Davis Rangel Pessanha DLCS/UFRRJ Assentamentos Rurais: mediadores sociais, ação coletiva e Sustentabilidade José Ambrósio Ferreira Neto UFV Reforma do Estado, Democracia Participativa e Desenvolvimento Local Fernando Marcelo de la Cuadra CPDA/UFRRJ A Relação Estado-Empresas no Processo de Formulação de Políticas Públicas no Brasil. O Caso do Setor de Papel e Celulose Valéria G+ da Vinha IE/UFRJ - CPDA/UFRRJ Tons do verde no Brasil: subordinação da política florestal à lógica da plantation Múcio Tosta Gonçalves PUC/ MG Alternativas para a Agricultura Familiar Rural e as Perspectivas do Associativismo/Cooperativismo - o que se pode apreender da experiência do município de Itapurange, estado de Goiás Vera Lúcia Lunardi SPTA CPDA/UFRRJ Av. Presidente Vargas, 417/ 6º andar 20071-003 - Centro - Rio de Janeiro Tel: (021) 224 85 77 R: 200
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